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Pedro Luiz fez parte da escola de zagueiros da Ponte Preta

  • 22/08/2024

Se o slogan da coluna Cadê Você é basicamente uma interrogação, onda anda o ex-zagueiro Pedro Luiz Vitorino, dos anos 90 do século passado, da Ponte Preta?

Quando atuava era reconhecido pelos parceiros de clube pelo apelido de Pedrão, devido a caixa torácica avantajada que servia para impor respeito a adversários.

Agora, a visualização através de foto em sua escolinha de futebol, sugere que seja boxeador dos pesos pesados, tal a proporção de peso que ganhou nas últimas décadas.

Pedro Luiz foi de um escola de zagueiros que a Ponte Preta formava nas últimas quatro décadas do século passado.

Nos anos 60, o saudoso central Samuel Arruda chegou ao Estádio Moisés Lucarelli na carroceria de caminhão cheia de areia.

Vindo de Mogi Guaçu, foi logo aprovado nos tais testes para juvenis e rapidamente aproveitado na equipe principal, quando se destacava quer no desarme, quer no estilo clássico de valorizar a saída de bola de trás, por vezes com abuso ao aplicar chapéus em jogadores adversários.

OSCAR

Coube a Oscar sucedê-lo, jamais imaginando que entraria na história do clube como o melhor zagueiro de todos os tempos, com direito a disputar as Copas do Mundo de 1978 e 1982.

Ao se despedir do clube, em 1980, com transferência ao futebol norte-americano, o departamento amador da Ponte Preta já havia preparado o sucessor, que foi Juninho Fonseca, que formou a aplaudida dupla de zaga com Nenê Santana.

JÚNIOR

Depois veio Júnior, de nível técnico inferior aos citados e, por consequência, de passagem discreta.

A partir de 1988, os torcedores pontepretanos se identificaram com o voluntarioso Pedro Luiz, um dos tais que cravou história em dérbis campineiros, quando iniciou uma reação inimaginável em jogo que o Guarani vencia por 2 a 0, no Estádio Brinco de Ouro, em maio de 1994.

Pois Pedro Luiz, de cabeça, diminuiu a vantagem do rival, até que o meia Renato Morungaba fez prevalecer a lei do ‘ex’ e marcou o gol de empate: 2 a 2.

Eis a equipe pontepretana da época, do técnico Givanildo de Oliveira: João Brigatti: Marques, Pedro Luiz, Edson Mariano e Branco; Sidney (Renato Morungaba), Júlio César, Guará e Esquerdinha; Mauricinho e Arnaldo Lopes (Monga).

Se Pedro Luiz foi um zagueiro desprovido de técnica, compensava pelo estilo raçudo que torcedores do clube tanto identificam.

SÃO PAULO

Até 1995, em evidência na Ponte Preta, foi contratado pelo São Paulo, sem contudo corresponder. Depois passou por Bragantino, Araçatuba, Paraná Clube, até o encerramento da carreira no Mogi Mirim, em 2000.

Pedro Luiz montou uma escolinha de futebol na região do distrito Ouro Verde, onde se identifica até hoje nas aulas a crianças e adolescentes da periferia.

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