O espaço no Blog do Ari foi destinado prioritariamente para o ordenamento do futebol de Campinas.
Cá para nós, citar o quê de Ponte Preta e Guarani, que não seja o desapontamento dos respectivos torcedores que convivem com as lamentáveis diretorias?
Infelizmente os clubes da cidade deixaram de contar com o chamado homem do futebol, aquele que tinha a capacidade natural de discernimento sobre condições técnicas de jogadores.
Agora, constata-se a péssima atuação dessa cartolada do futebol de Campinas.
SALÁRIOS DE MAGUINHO E DIEGO TORRES
Se aparecer aqui alguém com qualquer nível de contestação sobre isso, esfregue na cara dele o absurdo que foi cometido pelo agora vice-presidente da Ponte Preta, Marco Eberlin, ao pagar salário de R$ 115 mil para um lateral-direito rigorosamente comum, como foi o caso de Maguinho.
Como foi desagradável conferir o despropósito do presidente do Guarani, Rômulo Amaro, assumir compromisso salarial de R$ 130 mil para o meia Diego Torres!
Eu havia conferido que o atleta já não tinha aquela capacidade de incursão com a bola nos pés sobre defensivas adversárias, como se constatou no biênio 2021/22, vinculado ao CRB.
Depois disso, nas passagens por Amazonas, Novorizontino e Vila Nova, de positivo dele restou apenas a bola parada.
FOI TUDO AVISADO
O pior dessa história é que eu avisei para que não contratassem o jogador, quando ainda se especulava a vinda dele.
Quando escrevi isso, recebi telefonema do ex-presidente do Guarani, Beto Zini, respaldando meu comentário, pois, como eu, ele assiste jogos por este Brasil afora, através da televisão,
Na prática, o rendimento de Diego Torres foi fraco para o salário aceito pelo Guarani.
E teve gente, da análise de futebol de Campinas, que continuou batendo palmas para o atleta, mesmo escancarada a nulidade da escalação dele.
Aí, prudentemente o então treinador do Guarani Élio Sizenando o colocou na reserva.
TORRANO QUER EMPRÉSTIMO
Agora, aparece o sumido presidente da Ponte Preta, Luiz Torrano, em entrevista à Rádio Brasil, citando que a Ponte Preta precisa fazer empréstimo de R$ 3 milhões, para honrar compromissos assumidos, e fazer planejamento para 2027.
Dinheiro administrado por pessoas despreparadas no futebol não gera prosperidade ao clube.
Passou da hora do primeiro escalão entregar a rapadura para quem tenha competência, visando traçar um novo rumo.
Vejam que mesmo com a Ponte Preta arruinada financeiramente surgiram duas propostas para essa turma da diretoria, mas ninguém quer cair fora.
OPOSIÇÃO E MARCO CHEDID
Representante de um grupo de oposição e o ex-presidente do clube Marco Chedid propuseram pegar a Ponte Preta do jeito que ela está, mas a dupla Luiz Torrano e Marco Eberlin, presidente e vice respectivamente, continua resistindo.