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Clubes de futebol são dependentes das bets: e agora sem elas?

  • 27/09/2026

Que ‘encrencaiada’ foi provocada pelo presidente do Brasil Lula, na questão das bets.

Em dezembro de 2023, ele assinou a MP (Medida Provisória), posteriormente sancionada, para regulamentação de esporte de apostas, as chamadas bets.

Alguém vinculado ao governo dele, ligado ao Ministério da Fazenda, deixou tudo pronto sobre funcionamento de tributação e fiscalização para apostas esportivas e jogos online no País.

Quando sinalizaram para Lula que a regulamentação traria aumento de arrecadação ao seu governo, ele não titubeou.

Sem a devida capacidade para projetar incontáveis consequências do apostador, e sem admitir que ‘jogatinas’ deixam as pessoas ‘cegas’ e com inevitáveis endividamentos de famílias, ele foi em frente.

DINHEIRO DE IMPOSTOS

Arregalou os olhos para o dinheiro de impostos, com o percentual de 13% do arrecadado, e assim viu entrar nos cofres públicos R$ 15,3 bilhões, conforme informação do G1.

Agora, durante o período eleitoral, o peso da adversidade ficou escancarado e a conta chegou, com incontáveis famílias endividadas.

Provavelmente alguém o alertou que essa situação teria reflexo na campanha, o suficiente para, no desespero, não medir consequências e editar Medida Provisória que determina o fim das bets no País, a partir do dia 6 de outubro.

COMO OS CLUBES VÃO SE VIRAR?

No desespero, atropelou a situação da maioria dos clubes de futebol da Série A do Brasileiro, que tem como principal patrocínio as bets.

E agora, como os clubes vão se virar para a sustentação de seus elencos milionários?

Sem a receita dos respectivos patrocinadores, a tendência seria ‘quebradeira’ geral deles, a menos que, após a eleição, a Medida Provisória seja revogada, se eventualmente Lula for reeleito.

REFLEXÃO AO ELEITOR

De um jeito ou de outro, a tendência natural é de ‘reboliço’ desse capítulo, o que indica maior reflexão do eleitor sobre os candidatos que se apresentam em eleições.

Tem que haver discernimento sobre a capacidade de reflexão dos postulantes, de forma que eles possam prever consequências de suas decisões.

Geralmente quando o candidato é desprovido da exigida capacidade sobre assuntos complexos, simplesmente subscreve aquilo que lhe é proposto.

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