Que ‘encrencaiada’ foi provocada pelo presidente do Brasil Lula, na questão das bets.
Em dezembro de 2023, ele assinou a MP (Medida Provisória), posteriormente sancionada, para regulamentação de esporte de apostas, as chamadas bets.
Alguém vinculado ao governo dele, ligado ao Ministério da Fazenda, deixou tudo pronto sobre funcionamento de tributação e fiscalização para apostas esportivas e jogos online no País.
Quando sinalizaram para Lula que a regulamentação traria aumento de arrecadação ao seu governo, ele não titubeou.
Sem a devida capacidade para projetar incontáveis consequências do apostador, e sem admitir que ‘jogatinas’ deixam as pessoas ‘cegas’ e com inevitáveis endividamentos de famílias, ele foi em frente.
DINHEIRO DE IMPOSTOS
Arregalou os olhos para o dinheiro de impostos, com o percentual de 13% do arrecadado, e assim viu entrar nos cofres públicos R$ 15,3 bilhões, conforme informação do G1.
Agora, durante o período eleitoral, o peso da adversidade ficou escancarado e a conta chegou, com incontáveis famílias endividadas.
Provavelmente alguém o alertou que essa situação teria reflexo na campanha, o suficiente para, no desespero, não medir consequências e editar Medida Provisória que determina o fim das bets no País, a partir do dia 6 de outubro.
COMO OS CLUBES VÃO SE VIRAR?
No desespero, atropelou a situação da maioria dos clubes de futebol da Série A do Brasileiro, que tem como principal patrocínio as bets.
E agora, como os clubes vão se virar para a sustentação de seus elencos milionários?
Sem a receita dos respectivos patrocinadores, a tendência seria ‘quebradeira’ geral deles, a menos que, após a eleição, a Medida Provisória seja revogada, se eventualmente Lula for reeleito.
REFLEXÃO AO ELEITOR
De um jeito ou de outro, a tendência natural é de ‘reboliço’ desse capítulo, o que indica maior reflexão do eleitor sobre os candidatos que se apresentam em eleições.
Tem que haver discernimento sobre a capacidade de reflexão dos postulantes, de forma que eles possam prever consequências de suas decisões.
Geralmente quando o candidato é desprovido da exigida capacidade sobre assuntos complexos, simplesmente subscreve aquilo que lhe é proposto.