Parabéns aos 150 associados da Ponte Preta que deixaram claro não ser o momento para discussão da proposta de SAF ao clube.
Dos 384 presentes para a votação deste sábado, como pode 234 ainda terem votado favoravelmente, se o imediatismo no clube seria a definição de outra diretoria, e não essa que provocou essa ruína financeira?
Portanto, não se atingindo os dois terços exigidos para aprovação.
Vejam que matéria do portal Futebol Interior indica a receita mensal da Ponte Preta em torno de R$ 1,2 milhão.
Ora, diante desse cenário, como pode essa diretoria indicar gastos de R$ 4 milhões por mês?
DOIS REBAIXAMENTOS
E ‘torrando’ dinheiro com pobreza técnica, que resultou no recorde de 22 partidas sem vitória nesta Série B do Brasileiro, o que implica em irreversível rebaixamento à Série C, além de ter ocorrido queda à Série A2 do Paulista nesta temporada.
Não havia outra alternativa àqueles 150 sócios senão a recusa de qualquer proposta dessa diretoria.
Que fique bem claro: os votos não foram contra a instalação da SAF em si.
Corretamente associados deram uma resposta que o passo inicial ao clube é ver o vice-presidente Marco Eberlin e companhia de diretoria bem longe.
RENÚNCIA OU IMPEACHMENT
Foi o claro aviso para que esse grupo peça demissão dos respectivos cargos, e abra espaços para quem já se pronunciou com propósito de reerguer o clube ao lugar que jamais deveria ter saído.
Se mesmo assim esse pessoal da situação não quiser entregar o ‘osso’, que se pressione o presidente do Conselho Deliberativo, José Armando Abdalla Júnior, a colocar a proposta de impeachment do presidente Luís Torrano e vice Marco Eberlin em votação.
E que não demorem para tomar as devidas providências, pois o tempo urge.
Atletas e funcionários que não recebem salários estão à espera de gente com comprometimento administrativo-financeiro, para colocar ordem na casa.