No meu tempo de aluno do ensino fundamental, se involuntariamente a gente falasse um pouco mais alto com a pessoa ao lado, era repreendido pela professora.
Ela usava a característica frase: ‘você não tem vergonha na cara de ficar incomodando os outros?’
Quando a gente era repreendido em casa pelos pais, com advertência por vezes grosseira, do tipo ‘tome vergonha na cara’, a gente ficava envergonhado, vermelho, e por vezes até tremendo de medo.
Foi o tempo em que avós e tios tinham a liberdade de repetir o bordão ‘tome vergonha na cara’, por vezes até apelando para ‘tome vergonha nessa cara feia’.
E assim crescemos, construindo famílias e orientando filhos e sobrinhos para sempre terem vergonha na cara.
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
O tempo passou e tudo mudou.
Presidente da República – caso do Lula – mentiu descaradamente na recente sabatina de presidenciáveis na Rede Globo de Televisão.
Investigações da Polícia Federal detalharam conversas comprometedoras do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes com o bandido Daniel Vorcaro, coisa típica para se instalar, de imediato, o processo de investigação contra ele.
Foi quando houve uma manobra regimental de ministros do órgão, para que tudo fosse adiado.
PONTE PRETA
Aí, trazendo o assunto em pauta para Campinas, como pode o responsável por ter colocado a Ponte Preta neste buraco sem fundo, provocando humilhação ao coitado do verdadeiro torcedor Ponte Preta, não estar nem aí com essa situação?
Tudo caminha como se nada de anormal estivesse ocorrendo.
O personagem em questão é o diretor de futebol e vice-presidente do clube Marco Eberlin, que cometeu múltiplos erros e não dá o braço a torcer.
Desafia a todos para permanência no cargo que ocupa, quando o recomendável seria se distanciar de vez do clube, quer admitindo a renúncia, quer sendo ’empichado’.