A pobreza de conhecimento sobre futebol, de dirigentes vinculados ao Guarani, reflete em erros anunciados de contratações de jogadores.
Para não me estender em tantos casos, foquemos do meia Diego Torres para cá.
Antes que fosse contratado para ganhar salário de R$ 130 mil, foi avisado antecipadamente, nesse espaço, que já não era o mesmo jogador dos tempos de CSA, no biênio de 2021/22.
Portanto, recapitulemos mais duas outras contratações do tipo ‘bola cantada’ aqui no Blog.
VOLANTE RALF
Alertamos aos senhores cartolas para avaliarem atentamente a contratação do volante Ralf, quando estava se desligando do Vila Nova, de Goiás,
Foi citado textualmente que iriam se arrepender.
Pois a resposta foi dada através do próprio histórico do atleta no clube: apenas quatro jogos em sete meses.
Bugrinos, qual a lógica para buscá-lo aos 41 anos de idade?
Estava na cara, até para o leigo sobre futebol, que ele não prosperaria no Guarani.
Entretanto, um clube sem cartolas da bola, como o Guarani, paga o preço por acreditar em conversas fiadas de executivos do futebol, empresários do meio, e até treinadores vinculados ao clube.
Aí, o ‘trouxa’ aqui avisou antecipadamente que não daria certo, mas esses cartolas colocaram uma ‘venda nos olhos’, para evitar a leitura.
E agora colocam nota oficial do clube que a saída do Ralf foi de comum acordo.
Que acordo foi esse se o atleta tinha um salário nada desprezível?
Calma! É apenas uma pergunta, que no meu tempo de repórter faria a dirigentes, com o objetivo de esclarecer a coletividade bugrina.
ZAGUEIRO RAFAEL DONATO
Jamais foi negado neste espaço o passado do zagueiro Rafael Donato, um eterno camisa ‘cinco’ que correspondia às expectativas naqueles tempos de Vila Nova, de Goiás.
Depois disso, ele teve passagem pelo Novorizontino, e bastaria esses cartolas sugerirem que pessoas com relativo entendimento sobre futebol dessem uma enxergada sobre o estágio do atleta, já veterano.
Não fizeram isso, e só agora, para eles, a constatação de que já não é o mesmo dos tempos de Vila Nova.
SAF NO QUEIJO
Ao Guarani, não cabe outra alternativa senão ser gerido por uma SAF, que presumivelmente terá gente da bola no controle.
Assim, que os atuais cartolas entreguem as chaves do queijo – local de reuniões administrativas do clube – para quem cuidar da SAF, e reservem um espaço para eles em qualquer outra acomodação no Estádio Brinco de Ouro.