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Com defesa ‘peneira’, como a da Ponte Preta, a derrota torna-se inevitável

  • 22/07/2026

Nota: é incrível como esses cartolas da Ponte Preta não querem largar o ‘osso’.

Depois de provocarem todo estrago no clube – em todos os sentidos – ainda falam da expectativa da chegada do processo de SAF.

Tiveram a grande oportunidade de passar a mão na mochila e se mandar, entregando a ‘rapadura’ para o ex-presidente do clube Marco Chedid, mas não querem arredar pé, para irritação da maioria dos torcedores pontepretanos.

MAIS UMA DERROTA

Fazer dois gols e ficar à frente do placar por duas vezes foi o inimaginável para a Ponte Preta, mas como tirar proveito disso com essa defesa sofrível, que falha seguidamente?

Ela permitiu que o Operário (PR) saísse vencedor por 3 a 2, na noite desta quarta-feira, em Ponta Grossa, interior paranaense.

Difícil é a Ponte Preta marcar dois gols em uma partida, e conseguiu através do centroavante Brandão.

Todavia, vacilou defensivamente e esse foi o preço que pagou, com a sequência de mais uma derrota nesta Série B do Brasileiro.

FALHAS NOS TRÊS GOLS

Foram falhas defensivas da Ponte Preta nos três gols.

No primeiro, culpa daquele que erra sucessivamente, que é Lucas Cunha.

No segundo, hesitação do lateral-esquerdo Diego Porfírio.

No terceiro, o zagueiro Márcio Silva rebateu mal a bola, contra a sua própria meta, em lance que exigiria a saída da meta do inconfiável goleiro Guilherme Viana e presença de pelo menos mais um zagueiro na área.

Como houve erro de marcação, o centroavante Caio Dantas, que havia saído do banco de reservas, teve espaço e facilidade para mandar a bola para as redes, aos 44 minutos do segundo tempo, e assim estabelecer a vitória do Operário.

GOL NO INÍCIO

Foi um primeiro tempo em que a Ponte Preta se adaptou melhor ao gramado encharcado, devido às chuvas em Ponta Grossa (PR), e até poderia estar em vantagem, em vez do empate por 1 a 1.

A missão foi simplificada com a marcação de seu gol logo aos seis minutos.

Após cobrança de escanteio, através do meia Élvis, a bola sobrou rebatida para o centroavante Brandão, livre de marcação, com chute para o canto esquerdo.

FALHAS NO JOGO AÉREO

O Operário não conseguia penetração na defensiva pontepretana, mas preocupava no jogo aéreo.

Aos 17 minutos, o meia Boschilia cobrou falta na cabeça de Klaus, livre de marcação, mas a bola foi para fora.

Vinícius Dias teve chance de marcar para o Operário, aos 29 minutos, mas a finalização foi à esquerda da meta da Ponte Preta.

No minuto seguinte surgiu o gol de empate.

Tá certo que poça d’água no gramado prejudica jogadores, mas faltou vivacidade para o zagueiro Lucas Cunha, da Ponte Preta.

Ele errou no tempo de bola, e assim possibilitou que o atacante Pablo, do Operário, ficasse livre e acertasse um chute no canto esquerdo da meta da pontepretana: 1 a 1.

Como continuaram os vacilos defensivos da Ponte Preta no jogo aéreo, o Operário voltou a ter chance no cabeceio, mas o zagueiro Klaus perdeu o tempo de bola e ela foi para fora.

No complemento da fase, aos 46 minutos, a Ponte teve chance com Élvis.

Em cobrança de falta e troca de passes com Danilo Barcelos, o meia chutou e a bola atingiu o travessão.

OUTRA VEZ BRANDÃO

Logo aos três minutos do segundo tempo, Élvis lançou Brandão, que ganhou na corrida de um adversário e chutou a bola no canto direito.

Alegria do torcedor da Ponte Preta durou pouco.

Quatro minutos depois, após cruzamento do lateral-esquerdo Feliciano, o lateral Porfírio, da Ponte Preta, ficou assistindo o atacante Berto, do Operário, se antecipar a ele e chutar de forma certeira, no canto esquerdo: 2 a 2.

DESGASTE FÍSICO

Se até metade do segundo tempo a Ponte Preta teve pernas para duelar em condições de igualdade com Operário, depois disso vários de seus jogadores sofreram desgastes físicos, e as trocas feitas pelo treinador Márcio Zanardi não propiciaram o devido equilíbrio.

Logo, o domínio foi absoluto do Operário.

VAR EVITA EXPULSÃO

Aos 33 minutos, o VAR corrigiu equívoco do árbitro baiano Bruno Vasconcelos, que havia expulsado o lateral Júlio, da Ponte.

Ele havia cometido falta na condição de último homem da defesa, na disputa da jogada.

Ocorre que antes disso, Porfírio, da Ponte Preta, havia sofrido falta no meio de campo.

BRANDÃO EXPULSO

A Ponte Preta ainda teve a expulsão do seu centroavante Brandão, que já estava amarelado, e fez falta desnecessária no ataque, sendo expulso aos 37 minutos.

Depois disso, o jogo transcorria normalmente quando aos 44 minutos ocorreu o gol da vitória do Operário, através de Caio Dantas.

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Comentário

  • julho 23, 2026
    João da Teixeira

    Estamos ferrados, perde aqui, perde lá, é só perdidos…

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