Esse negócio de o Guarani não contar com um dirigente de primeiro escalão sequer familiarizado com futebol tem alto custo.
Quando ainda cogitava-se, no clube, eventual interesse pelo zagueiro Edson, revelado pela Ponte Preta, foi citado com a maior clareza deste mundo que era jogador limitado e não teria espaço na equipe principal do Guarani.
Como claramente o presidente Rômulo Amaro é um estranho no ninho, não ‘manja absolutamente nada de ‘bola’, fica escutando apenas o seu executivo de futebol Carlos Frontini e empresários do ramo.
Aí dá nisso.
Custaria o assessor de imprensa do clube ter mostrado meu texto aos desinformados cartolas, com citação que Edson não teria espaço entre os titulares – e nem tem bola como reserva?
Então, por que não ponderaram? Por que não buscaram informações com terceiros?
PREPOTÊNCIA
Observa-se a prepotência do cartola-mor do Guarani, Rômulo Amaro, que paga para ver sobre a contratação do jogador, e agora vê.
Pois então digam, senhores, quantas vezes o citado atleta foi escalado?
O diretor de redação do portal Futebol Interior, Élcio Paiola, garantiu a participação do zagueiro apenas durante 17 minutos no jogo contra o Confiança.
E só.
Pesquisei fichas técnicas de todos os demais jogos e o atleta não entrou em nenhum outro.
PASSAGEM PELO CUIABÁ
Ele não convenceu na Ponte Preta e Cuiabá, clube que estava vinculado recentemente, e que não fez a mínima objeção para liberá-lo.
O resto da história é essa de mais um erro de contratação, apesar de aviso para no mínimo ponderarem.
É função dos informados cronistas de Campinas alertarem cartolas sobre erros premeditados e, com isso, no mínimo provocar reflexão.
Adianta?
Além da incompetência, o teimoso cartola paga para ver e o torcedor bugrino vê o dinheiro do clube escoar pelo ralo.