Se falaram que o meia Élvis estava com lesão no tornozelo, e por isso sequer viajou a Florianópolis, então vamos acreditar nessa versão.
Nessa vitória da Ponte Preta contra o Avaí, o seu torcedor
consciente percebeu claramente que o meio de campo de seu clube ganhou mais mobilidade.
Naquela partida, a Ponte Preta entrou em campo com ‘onze jogadores’, e assim ficou mais competitiva.
Logo, se Élvis estiver em disponibilidade para o jogo da noite da próxima sexta-feira, diante do América Mineiro, em Campinas, que o treinador Rodrigo Santana tenha consciência que o seu clube não deve voltar a entrar em campo com ‘dez jogadores’.
O JEITO É EMAGRECER
E que assim continue até que Élvis tenha a consciência que precisa emagrecer, e se colocar em melhor condição física, para uma competição tão competitiva como a Série B.
Uma coisa é a Série C, com adversários de menor qualidade, que implicava em a Ponte Preta ter mais posse de bola e no campo ofensivo.
Outra coisa é enfrentar adversários que pisam mais vezes na área defensiva pontepretana, e assim exigem uma pegada maior de seus jogadores.
Ora, se não se pode cobrar de Élvis capacidade para o desarme, que pelo menos tenha o mínimo de mobilidade para se desvencilhar da marcação adversária.
THALYS E SARAVIA
Cabe a Rodrigo Santana buscar mais duas alternativas diferentes na sua equipe.
O que o lateral-direito Thalys tem acrescentado?
Recua a maioria das bolas que recebe, o que faz lembrar o irregular Maguinho, na temporada passada.
Será que para a posição não há, no elenco, ninguém em melhor condição?
Já não deu para observar que o volante Rodrigo Saravia pouco tem acrescentado para a equipe?
Que o treinador pondere sobre esses dois aspectos citados.