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Élio Sizenando já procura dar uma cara ao Guarani

  • 13/04/2026

Na plataforma de comentários do Blog do Ari, no link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, teve bugrino me cobrando quando avisei que o Volta Redonda poderia oferecer alguma residência, embora tivesse deixado claro que o setor ofensivo dele era inoperante.

Aí o Guarani coloca em prática a cobrada aplicação, torna-se preponderante na partida, e me cobram porque havia citado que enfrentaria resistência do adversário.

Quem viu o Volta Redonda contra o Paysandu observou claramente que foi muito mais competitivo do que diante do Guarani.

Como cada jogo tem a sua história, neste o Guarani foi mais aplicado do que o Volta Redonda, sem que isso representasse uma atuação destacada.

ÉLIO SIZENANDO SURPREENDE

Quando o treinador Élio Sizenando montou a equipe do Guarani com três zagueiros diante do Volta Redonda, a percepção inicial era de excesso de cuidados defensivos.

Todavia, ficou claro qual a intenção dele ao colocar em prática o seu plano de jogo.

Ele usou Rafael Rodrigues como suposto terceiro zagueiro quando o Guarani era atacado, pois havia um plano de jogo para empurrar o adversário para os lados de campo, e assim optar por cruzamentos.

Logo, além de Rafael Rodrigues, a sua equipe contava com o grandalhão Rafael Donato para o jogo aéreo, e foi soberana nesta insistência de bolas cruzadas.

Com o Guarani de posse de bola, Rafael Rodrigues se adiantava e se transformava num segundo volante.

Assim, o treinador conseguiu compactar a equipe, ao adiantar as linhas defensivas e, consequentemente, fechar bem aqueles espaços outrora deixados no meio de campo, que o adversário explorava.

Claro que os devidos recuos do meia João Paulo, na combatividade, também serviram para acrescentar.

LIBERDADE AOS LATERAIS

Com essa formatação, os laterais tiveram mais liberdade para avanços ofensivos, e consequentemente a bola chegou mais vezes nas proximidades da área adversária.

Apesar do rendimento aquém do previsto do Volta Redonda, claro que seria precipitada avaliação conclusiva da nova estratégia colocada em prática pelo Guarani, mas é prenúncio de que seja um caminho adequado.

O que por ora falta acrescentar?

CADÊ O CABECEADOR?

Se é que haverá continuidade dos excessivos cruzamentos do time bugrino, é preciso a descoberta do cabeceador, o que não é o caso do centroavante Lucca.

Não dispondo do jogador adequado à função, por que não procurar no elenco alguém com capacidade de dribles por dentro, visando infiltrações na defesa adversária?

Quem seria a opção?

Não sugira o meia João Paulo, que perdeu bastante dessa característica que utilizava no passado.

Por que não a experiência para as tais incursões por dentro através do rápido Hebert? Não custa tentar.

COBRADOR DE FALTAS

Na hipótese dele sofrer seguidas faltas nas proximidades da área adversária, por que não a ‘descoberta’ do cobrador, com insistência nos treinamentos, e espera de relativo aproveitamento?

Só pra lembrar: na década de 90 do século passado, no comando do São Paulo, o saudoso treinador Telê Santana convenceu o ex-meia Raí para exaustivos treinamentos nas tais cobranças.

Ele topou e se transformou num exemplo como cobrador de faltas.

VINTE ANOS SEM TELÊ

Ao citar Telê Santana, cabe lembrar que o próximo 21 de abril vai marcar o vigésimo ano da morte dele.

Logo recapitulo um pouco da história dele no áudio gravado e localizado no link na plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ .

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Comentário

  • abril 14, 2026
    Carlos Agostinis

    Vixi , o Maringá sapecou 3 no figueira , será o Maringá um bicho papão, ou será o figueira um decepção a caminho da série D….por lá as coisas também não andam bem , igual os lados da arena chiq…. o Bugre vem jogar aqui este ano , estarei lá , vamos ver quem vai assustar quem desta vez , ano passado se fudemos com eles…

    • abril 14, 2026
      Ariovaldo Izaq

      Agostinis, o Maringá correu bastante, mostrou velocidade nos contra-ataques – principalmente através do Negueba – mas preferiu colocar em prática um futebol defensivo. Vi limitações desse time, que abusou dos chutões para se livrar da bola. Não creio que o Maringá vai chegar

  • abril 14, 2026
    Carlos Agostinis

    Eu não acho isso, antes o Guarani ficava vulnerável pelo meio , onde os times enchiam de jogadores por ali e dominavam o meio, não deixando o Guarani jogar ….esse resguardo é fundamental , dito isto insisti varias vezes pra montar um 4-4-2….o treinador achou outro jeito, mas vi ontem que em alguns lances a lateral direita ficou uma avenida , se algum time ver isto vai tomar bola na costas ….a criação no meio eu troco por tabelas rápidas entre linhas com infiltração de um atacante pela área , além lógico de bolas por cima , mas precisa de um cabeceador lá ….o Luca está demonstrando muita vontade , mas esse tipo de jogo não serve pra ele , porém com tabelas por baixo sim….gostei do que vi , precisa melhorar mais , pra poder dar estabilidade ao time ..,..neste modelo será muito difícil ganhar do Bugre…..esperar pra ver ….

  • abril 13, 2026
    Léo-PR

    Ari jogar com três zagueiros ou três volantes não combina com Guarani, nessas formação vejo excesso de cuidado, se o time sair atrás no placar como fica a parte de criação, vamos aguardar mais um pouco mais ontem ele manteve os três zagueiros mesmo com placar de 2×0 eu acho exagero.

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