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Por que esse espaço exagerado para as categorias sub-12 e sub-15?

  • 09/11/2025

No transcorrer da semana pautei assuntos polêmicos que poderiam gerar comentários de um lado ou de outro, mas a constatação foi parceiros que geralmente se posicionam no link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ igualmente de férias, como atletas da Série C do Brasileiro.

Já que se mostraram alheios aos assuntos de relevância, então elenquemos um tema que tem causado estranheza no noticiário esportivo: exagerado espaço destinado às categorias de base.

Como federações promovem competições a partir do sub-12 – englobando sub-15 -, será que isso provoca interesse dos torcedores?

Será que o assunto tem relevância a ponto de torcedores identificarem os nomes dos garotos?

Nada a ver. Ainda bem que não sou editor de veículos de comunicação, pois não abriria tanto espaço pra molecadinha, como transmissões ao vivo de jogos.

SÉCULO PASSADO

Isso contrasta com décadas dos anos 60 e 70 do século passado, quando havia foco apenas na categoria juvenil, aquela que precedia o profissional e participava de jogos nas partidas preliminares.

Bons tempos em que torcedores chegavam mais cedo aos estádios para diagnosticarem as chamadas ‘promessas’.

JUNIORES

Naquela época não havia a categoria juniores, que foi desmembrada no final dos anos 70, onde se encaixavam atletas de 17 a 20 anos, enquanto juvenis compreendiam a faixa dos 14 aos 17 anos.

Época que também foram selecionadas as faixas infantil e, precedendo-a, aquela designada dente de leite.

TUDO MUDA

São novos tempos com profunda mudança no noticiário esportivo.

Aquela facilidade de acesso do repórter às diversas dependências de clubes é coisa do passado,

Hoje, o repórter assume a subserviência imposta pelos tais assessores de imprensa, com proibição de acesso aos treinos e liberdade para entrevistas com treinadores e jogadores.

O homem da comunicação apenas libera notas diárias sobre atividades e intermedia aqueles que são requisitados para as entrevistas coletivas.

Enfim, são novos tempos que provocam estranheza àqueles que conviveram com outra realidade.

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Comentário

  • novembro 9, 2025
    ANTONIO CARLOS

    É interesse desde cedo observar os talentos, buscando vinculá-los, empresáriá-los, agenciá-los… .

    O business se interessa, e nesse sentido os torneios, a propaganda, é um meio de “atração”. Bom para a família e para o empresário, como aconteceu com o Messi, Neymar filho, Neymar pai… .

    Os clubes de origem é que a meu ver estão enfraquecidos, o Guarani acaba de perder um jovem sub-15.

  • novembro 9, 2025
    João da Teixeira

    E falando sobre a polêmica de se reformar estádios, o RBB entrou nessa, mas precisava melhorar o Marcelo Stefano, me recuso a falar sobre a troca de nomes, onde hoje tem o nome de um político que foi igualmente polêmico enquanto vivo. Como dizia, o estádio do RBB precisava dessa reforma ou construção. Construir um novo estádio dentro dos padrões FIFA era mistér, para um time com pretenções futuras de time grande. Ter 20.000 lugares está bom demais, para um time com pouca torcida hoje, mas que já pensa na ampliação para um crescimento futuro de time e torcida. Construir ou reformar sim, mas sem deixar o time de lado, às traças, enquanto investe no estádio. Ontem o RBB deu um passo enorme pra continuar na Série A do Brasileiro, ao ganhar do São Paulo na Vila Belmiro, mando do tricolor, 0x1.

  • novembro 9, 2025
    João da Teixeira

    Espaço pra quem sumiu do mercado, raros são garotos que optam por jogarem bola atualmente. Será que estão abrindo espaço pra ver se, mostrando na mídia ou em campeonatos, assanham a garotada a participar mais do futebol? Aparentemente não tem lógica abrir espaço nessas categorias. Bom tempo mesmo aquelas épocas de preliminares, onde se via quem seria os nossos futuros profissionais. Hoje, se algum menino estiver se sobressaindo, há muito tempo já tem um empresário por trás.

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