Quando escuto discurso sobre o impasse na Ponte Preta, que alas precisam se reunir na busca de acordo, para pacificação, isso provoca indignação.
Os fatos estão aí e não desmentem jamais, desde o ano passado.
O cartola Marco Eberlin, da Ponte Preta, mostra claramente a sua incompetência, entre outras coisas na ‘coragem’ de ter pago salário de R$ 115 mil para o fraco lateral-direito Maguinho.
Se o amigo Candinho, que presidiu o clube amador Alvorecer fosse vivo, diria a Eberlin – que teve ligação naquela agremiação -, o seguinte: ‘Você está doido!’
Problema da Ponte Preta é que o dirigente não admite entregar o ‘osso’, mesmo mostrando claramente que é um ‘estranho no ninho’ quando o assunto é futebol, e os fatos estão aí com clareza.
A vaidade impede que Eberlin reconheça a sua desastrosa administração e assim não admite deixar o clube numa situação como essa.
SAF REJEITADA
Só que a esperança dele sobre transformação imediata da Ponte Preta em SAF não vingou, e assim não tem mais o que fazer.
Se não admitir a retirada dele do clube, vai ficar culpando associados que recusaram o novo modelo administrativo-financeiro, quando o simples seria cair fora, entregar o mandato a quem tenha mais afinidade para controlar as reais dificuldades para tocar o futebol.
PONTE PRETA FUTEBOL CLUBE
Se ele e os seus parceiros de diretoria optarem pelo confronto, continuarem endurecendo, não admitindo em hipótese alguma deixar o clube, não haverá outro caminho se não rachar de vez o nome Ponte Preta.
A alternativa mais viável seria a criação da Ponte Preta Futebol Clube, e deixar o abacaxi da ‘associação’ para Eberlin.
Só que aí o pontepretano precisará ter paciência no processo de reconstrução a partir da última divisão do futebol de clubes.