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Quando a Inglaterra chutou de fora da área venceu; Haaland decepcionou

  • 12/07/2026

Esta classificação da Inglaterra à etapa semifinal da Copa do Mundo, com vitória por 2 a 1 sobre a Noruega, na prorrogação, nos remete a dois capítulos.

Se a Espanha, na vitória sobre a Bélgica, na sexta-feira, arriscou apenas três chutes de fora da área, parece que isso se transformou em modismo entre os europeus.

É que Inglaterra e Noruega também mostraram-se avessos a esse expediente.

Quis o destino que na primeira tentativa de arremate deste tipo do selecionado inglês, aos dois minutos do primeiro tempo da prorrogação, Rogers arriscou e contou com a falha do goleiro Nyland, em bola defensável.

No reboque, Bellinghan aproveitou e marcou. Depois disso, ele se encorajou para um chute de fora da área, sem consequência.

CAPÍTULO HAALAND

Que o centroavante Haaland, da Noruega, já deu mostras de excelência no cabeceio, é fato.

Neste jogo com a Inglaterra, por duas vezes exigiu defesas do goleiro Pickford.

Agora, quem prestou bastante atenção na movimentação dele em campo, constatou que lembrou aquele centroavante da década de 60 do século passado, que se movimentava o mínimo possível no gramado.

Nada a ver com a modernidade do futebol, quando o atacante se desloca para receber a bola, provoca tabelas e cria situações de perigo.

A turma da estatística pode comprovar que ele literalmente andou em campo.

A movimentação do norueguês se resumiu no máximo a três quilômetros, em quase 130 minutos de jogo, considerando-se acréscimos e a prorrogação.

Trocado em miúdos, desta vez a Noruega jogou apenas com dez homens, sem que alguém fosse expulso.

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Comentário

  • julho 12, 2026
    João da Teixeira

    No jogo de 1966, os ingleses falaram que o volante e capitão Rattín da seleção argentina, além de amarrotar com as mãos a bandeirinha inglesa do pau de escanteio, cuspiu nela, fato não comprovado pelas imagens, o que levou o Sir Alf Ramsey a chamar os argentinos de animais. Só confusão.

  • julho 12, 2026
    João da Teixeira

    Argentina x Inglaterra, um jogo com contexto político mal resolvido. Na guerra do Atlântico Sul pelas ilhas Falklands, em 1982, deu Inglaterra, mas as Malvinas é nossa gritaram os argentinos e assim nada foi resolvido, mesmo com a população da ilha em questão optar em plebiscito pela Inglaterra, afinal os aegentinos reivindicam sua posse desde 1833 qdo os ingleses expulsaram o governo argentino da ilha. Em 1982 a Argentina fez outra tentativa de assumir os destinos dessa ilha e perdeu a batalha, mas não a guerra. A coisa extrapolou para o futebol, qdo na Copa de 1966 houve o 1° episódio com vitória inglesa por 1×0 com gol de Hurst, e nesse jogo o capitão da seleção argentina Rattín foi expulso, mas não queria sair de campo por problemas de comunicação entre o juiz alemão e o jogador que amarrotou com as mãos a bandeirinha inglesa do pau de escanteio e sentou no tapete vermelho colocado para a Rainha Elizabeth II. Tudo isso gerou o 1° mal estar, sendo que o técnico inglês Alf Ramsey chamou os argentinos de animais. Por conseguinte, a FIFA criou os cartões amarelos e vermelhos usados até hoje para resolver o problema de comunicação entre jogadores e arbitragem. Alem desse jogo, houve vários jogos entre as duas seleções, em 1962, 3×1 para a Inglaterra, depois em 1966, o 1×0, depois outro em 1986, tbem um jogo polêmico devido o gol de mão de Maradona, 2×1 para a Argentina. Em 1998, ocorreu o empate em 2×2 e nos pênaltis a Argentina desclassificou a Inglaterra por 4×3. Em 2002 ocorreu o último jogo e a Inglaterra ganhou de 1×0 ainda na fase de grupos. Esse jogo de 4° feira p.f. promete, na semifinal de 2026, a guerra não acabou.

  • julho 12, 2026
    João da Teixeira

    A Inglaterra tem um futebol mais organizado, com jogadores mais habilidosos e um conjunto mais interativo entre os compartimentos de defesa, meio campo e ataque, mas não deve fazer frente para a Argentina, que além de todos os atributos ingleses, tem a garra portenha e o Messi para desequilibrar. Ontem o ferrolho suíço aguentou o qto pode, mas no final da prorrogação deu Argentina, que tbem deve fazer frente para o conjunto francês, mas com muito mais equilíbrio, porém a diferença está em que a França está melhor que 2022 e a Argentina envelheceu mais de 2022 para cá. É a final esperada desde o começo da Copa.

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