Saí de uma papelaria, após recolher cópias de documentos na manhã desta sexta-feira, eis que cruzo com um velhinho, como eu, com bengala de apoio à perna direita.
Para variar, faço a brincadeira: ‘nós, ‘veios’, temos que cuidar das pernas’.
A resposta dele, na base da brincadeira foi curta e grossa: “A gente, no time desta Seleção Brasileira, fica do mesmo tamanho”.
EMPATE NOS ACRÉSCIMOS
Ele ainda perdeu tempo para acompanhar o empate por 1 a 1 com a Austrália, na manhã desta sexta-feira, naquele país.
Eu, que acordei por volta das 8h30, nem me importei que a televisão não estava sintonizada na TV Globo, o que ocorreu apenas durante os acréscimos desta partida.
Aí me assustei!
‘Perdendo para Austrália”, falei com os meus botões.
Eu vi o gol de empate no último minuto da partida, para a Seleção Brasileira, ocasião que a televisão flagrou o treinador Carlo Ancelotti cumprimentando parceiros de comissão técnica, como se estivesse aliviado por ter escapado da derrota.
Se com o empate ele já seria cobrado na entrevista pós-jogo, imagine com derrota?
DORIVAL E DINIZ
Rifaram os treinadores Dorival Júnior e Fernando Diniz, como se eles fossem os culpados pela ‘travada’ na Seleção Brasileira.
Acharam que buscando um estrangeiro, como Ancelotti, seria colocado ordem na casa.
Pois o tempo está passando e a constatação, senhor Samir Xaud, presidente da CBF, é que está sendo jogado dinheiro na lata do lixo.
Com esse salário milionário acima de R$ 5 milhões ao treinador italiano, o tempo está mostrando que o problema da Seleção Brasileira é jogador.
Hoje, já não se produz tantos talentos como antigamente.