Algumas coincidências sobre episódios marcantes nas principais instituições do País e a Ponte Preta.
Em Brasília, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recusa-se terminantemente a colocar em votação o pedido de impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
As alegações contra Moraes são violações às leis, a principal delas trocas de mensagens comprometedoras com o criminoso Daniel Vorcaro, que vieram a público através do também ministro do STF André Mendonça.
ARMANDO ABDALLA
Já na Ponte Preta, não se justifica em hipótese alguma o presidente do Conselho Deliberativo, José Armando Abdalla Júnior, a recusa de colocar em pauta o pedido de impeachment da dupla Luiz Torrano e Marco Eberlin, presidente e vice respectivamente.
Ambos colocaram o clube no buraco financeiro, para vergonha dos torcedores.
Quanto a Alcolumbre, o direto envolvimento dele nas denúncias configura-se em tentativa de defesa própria, visando ganhar tempo em busca de alguma saída alternativa.
Sim, mas no caso da Ponte Preta, o que justifica esse procedimento omisso de Abdalla em brindar a citada dupla?
CONTRARIAR CONSELHEIROS
Como pode alguém se revestir do cargo que ocupa para contrariar conselheiros, associados e agora torcedores das organizadas Serponte e Jovem?
Não venha com a desculpa que o clube está na iminência da votação de uma SAF, pois o argumento seria facilmente retrucado.
Como se votar uma SAF, sem os devidos detalhes sobre empresa interessada e o projeto devidamente minuciado?
Diante do cenário, cabe sim pressionar Abdalla a colocar o pedido de impeachment de Torrando e Eberlin no Conselho Deliberativo da Ponte Preta.
Pressão sem violência, evidentemente!