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Depois do recorde negativo, pontepretano viu mais uma derrota

  • 11/09/2026

Vigésima primeira partida sem vitória da Ponte Preta.

Ou melhor: mais uma derrota, agora para o Sport por w a w, na noite desta quinta-feira, em Recife, pela Série B do Brasileiro.

Citar que a Ponte Preta, que só chegou à meta adversária três vezes, foi muito pouco.

Em uma ocasião, cabeçada de Miguel e defesa do goleiro Thiago Couto, do Sport, e mais duas bolas no travessão.

De um time que permite ao adversário sair à frente do placar, com gol contra de seu zagueiro Diego Leão, desatento no rebote da bola que tocou no travessão, e acabou tocando no seu rosto dele antes de ir para as redes, aos 25 minutos do primeiro tempo.

Do fraco zagueiro Lucas Cunha, que atingiu o tornozelo de Biel, do Sport, em lance que poderia ter sido evitado aos 33 minutos do primeiro tempo, dentro da área.

Seria típico para receber o segundo cartão amarelo, mas escapou pela benevolência da arbitragem, visto que já havia sido amarelado por reclamação.

Pênalti marcado com a ajuda do VAR e convertido através da cobrança de Barletta, no canto direito.

Quase no final do primeiro tempo, Danilo Barcelos cobrou falta no travessão, e no rebote o zagueiro Diego Leão cabeceoiu para o gol, mas estava impedido e o lance foi invalidado.

NEM DÁ PARA COMENTAR

Como trata-se de uma desproporção cobrar a molecada e até mesmo os esforçados e limitados atletas profissionais, deixo por sua conta quaisquer outras avaliações.

Pior é que tudo acaba encarado com a maior normalidade.

Quem provocou esse estrago, ao colocar o clube sem rumo, se transformou em diretor de futebol, caso de Marco Eberlin.

Enquanto ele não larga o ‘osso’, como se tudo fizesse parte da normalidade, o pontepretano sofre.

O dirigente interpreta que já pegou o clube com dívidas e procura transferir responsabilidades.

SALÁRIO DE R$ 115 MIL PARA MAGUINHO

Então explique em detalhes a desproporção de pagamentos salariais a atletas durante o ano passado.

Quem, como Eberlin, que atuou no futebol amador de Campinas como dirigente, viu laterais-direitos em condições semelhantes a Maguinho, que na temporada passada recebia o desproporcional salário de R$ 115 mil, na Ponte Preta.

E outros jogadores daquele elenco: quanto recebiam?

Isso deveria ser devidamente esclarecido.

Na presidência, ele sabia perfeitamente da incontornável situação financeira.

Então, por que quis continuar, agora na condição de vice?

Questões pessoais para não abrir espaços a grupos de oposição?

TRANSFER BAN E SAF

Aí ficou a história de SAF, e que agora o clube pode receber jogadores do Boa Vista, do Rio de Janeiro, sem custo.

Segundo foi informado, teria sido resolvida a situação do transfer ban, de dívidas pendentes na CBF e FIFA, com pagamento de cerca de R$ 2,2 milhões.

Até quando vão suportar Eberlin no comando do futebol da Ponte Preta, sabendo-se que tem gente disposta a assumir o clube do jeito que está, e dar solução aos desmandos?

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