SAF para cá, SAF para lá, e você sabe o que eu acho disso?
Se apegam a elas cartolas que não têm a devida competência para gerir assuntos ligados ao futebol.
Imagine que um clube, gerido por gente da bola como o ex-presidente do Guarani Beto Zini, precisa delegar para investidores o controle?
Zini procuraria se cercar de pessoas identificadas ao mundo da bola e montaria um elenco qualitativo.
Faria isso mesmo que tivesse que ‘varrer’ toda essa América do Sul em busca de desconhecidos jogadores aprováveis.
CASO PONTE PRETA
Claro que a situação da Ponte Preta é singular, pois o cartola Marco Eberlin tratou de colocá-la num buraco que parece infindável.
Só com muito dinheiro pode-se ter perspectiva de normalidade, ainda assim depois de vários meses. Entretanto, se atrevidos não provocarem estragos tão significativos na estrutura do clube, dá perfeitamente para tocá-lo, desde que, na direção, estejam pessoas com a devida distinção sobre a qualidade do jogador, seja ele ‘grosso’, seja aproveitável.
A única situação que provoca engano são os tais jogadores ‘mais ou menos’.
Esses, que apresentam um defeito aqui, outro acolá, sujeitos a correções, precisam de um tempo para aprimoramento.
ARTURZINHO DO ASA
Clube que conta com cartola que gosta de assistir jogos de futebol – além de seu clube -, certamente teria observado o ASA de Arapiraca em campo, e constataria que lá joga o lateral-esquerdo chamado Arturzinho, com passagens anteriores por Treze (PR) e Altos (PI).
O atleta sabe atacar com qualidade e não desaponta defensivamente.
Claro que não vamos citar o centroavante Alex Bruno, um tremendo goleador e muito valorizado.
No caso do lateral Arturzinho, pode-se citar que é um dos incontáveis exemplos de bons jogadores supostamente escondidos.
Mas cadê gente da bola, nos clubes de Campinas, para o devido diagnóstico?