MEMÓRIAS DO FUTEBOL
CADÊ VOCÊ?
INFORMACÃO

Tem-se que reconhecer a estratégia do treinador Carlo Ancelotti

  • 25/06/2026

Se até então eu não havia feito uma referência tática do treinador Carlo Ancelotti, da Seleção Brasileira, agora, nesta robusta goleada sobre a Escócia por 3 a 0, cabe sim destacá-lo.

Primeiro porque estudou detalhadamente o adversário, e adotou o modelo de jogo capaz de surpreendê-lo.

Teve a percepção da hesitação e morosidade dos defensores escoceses na saída de bola de trás, e colocou em prática forte marcação sobre o adversário.

Isso implicou em três ‘roubadas’ de bola, que originaram três gols, um deles invalidado injustamente ainda durante o primeiro tempo.

Posicionou o atacante Vini Júnior por dentro, ora como ponta-de-lança, ora como centroavante, e não como atacante de beirada, como estava ocorrendo.

Por que fez isso?

Para que Vini Júnior, ao receber o passe mais perto da área adversária, pudesse concluir as jogadas, em vez do posicionamento pelo lado esquerdo do campo.

Falta ajustar para que não insista com a individualidade, ao se desvencilhar do primeiro marcador.

LIBERDADE PARA BRUNO GUIMARÃES

Sabiamente, Ancelotti deu liberdade para que o volante Bruno Guimarães ocupasse aquele espaço de ala, pelo lado direito, função que deveria ser atribuída a Danilo.

No entanto, ele já não tem a intensidade ofensiva de outrora, e assim pensou-se em outra alternativa.

E deu resultado esta iniciativa, com participação de Bruno Guimarães em lances agudos no ataque, de forma que Danilo pudesse fechar os espaços por dentro, quando o Brasil perdesse o controle da bola.

Assim, Danilo exerceu a função de coadjuvante do volante Casemiro, na marcação.

Esses são alguns aspectos de um comportamento do conjunto, e com completa validade contra um adversário bem inferior, como Escócia.

BURACOS NO MEIO DE CAMPO

Bom, e contra uma seleção que coloca em prática velocidade no arranjo de jogadas ofensivas?

Ficou claro, durante o segundo tempo contra a Escócia, desgastes físicos de jogadores brasileiros como Paquetá, por exemplo.

Consequentemente, isso resulta em mais espaços para o adversário trabalhar a bola, como ocorreu com a Escócia.

Eis a questão: e contra um adversário que saiba tirar proveito disso, e disponha de atacantes talhados em finalizações?

ZAGUEIROS LENTOS

Esse capítulo precisa ser cuidadosamente estudado por Ancelotti, para neutralização do adversário, até porque o Brasil não dispõe de zagueiros rápidos nos confrontos diretos, casos de Marquinhos e Gabriel Magalhães.

Enfim, é o que se tem para o momento.

Vamos aguardar para ver até aonde o Selecionado Brasileiro possa chegar.

Mais postagens

Brasil goleia no primeiro tempo; depois o Haiti iguala no ritmo de jogo

Depende a maneira de se observar esta goleada da Seleção Brasileira sobre o Haiti por 3 a 0, na noite desta sexta-feira, em placar construído

Saiba mais
Page1 Page2

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Facebook-f Twitter Tumblr Instagram

© 2024 FUTEBOL INTERIOR