Na postagem anterior o assunto ainda é sobre Ponte Preta, com abordagem do desligamento do treinador interino Edson Boaro do clube.
Na largada da Copa do Mundo de 2026, a vitória do México por 2 a 0 sobre a África do Sul, na tarde desta quinta-feira, você vai ver por aí analistas que procuram até se aprofundar nos aspectos táticos de um jogo bem quem do esperado.
Para simplificar, a equipe do Palmeiras, do treinador Abel Ferreira, venceria o México, quanto mais a África do Sul, que sofreu gol logo aos oito minutos.
O primeiro gol ocorreu em erro na saída de bola de Sithole, ocasião que o mexicano Fidalgo serviu Quiñones, para finalização com sucesso.
E você acha que a marcação de linha alta dos mexicanos, desarmando as jogadas, teria servido de aprendizagem para os africanos?
Claro que não!
Assim, Fidalgo teve chance de gol em nova ‘roubada’ de bola na marcação sob pressão, aos 48 minutos, mas o chute fraco não deu em nada.
PRIMEIRA EXPULSÃO
Logo aos quatro minutos do segundo tempo, o volante Sithole foi expulso, ao cometer falta sobre Gutiérrez.
Apesar disso, o México chegou à marcação do segundo gol apenas aos 21 minutos.
Bola cruzada da direita foi ao encontro de Raúl Jimenez, livre de marcação dentro da área, no segundo pau, para escorar de cabeça.
Depois disso, o México procurou administrar a vantagem, sem levar perigo à meta adversária.
MAIS DUAS EXPULSÕES
Aos 37 minutos, a falta dura cometida pelo africano Zwane sobre Alvarado provocou a segunda expulsão do jogo.
Depois, aos 46 minutos, em contra-ataque veloz através da África do Sul, o jogador Montes, do México, último homem de sua seleção na jogada, cometeu falta para matar a jogada e acabou recebendo o cartão vermelho.
QUE MAIS SOBRE O JOGO?
Quem viu o árbitro brasileiro Ilton Pereira Sampaio conversando até demais com jogadores de outros idiomas pode ter se surpreendido.
A dúvida foi desfeita na primeira expulsão, quando o áudio dele, em inglês, foi veiculado pela sonorização do estádio.
Na prática, Ilton domina os idiomas espanhol e inglês, cumprindo exigência da FIFA desde 2013.
Parece que atletas dos dois clubes combinaram adotar o corte de cabelo estilo ‘fuzileiro’, transformado em modismo atualmente no Brasil, e usado por militares no período da ditadura aqui, nos anos de 60 a 80 do século passado.