MEMÓRIAS DO FUTEBOL
CADÊ VOCÊ?
INFORMACÃO

Mário Sérgio, nove meses na Ponte Preta em 1983

  • 17/05/2026

Quando a Ponte Preta montou um time de meias notáveis em 1983, naufragou na segunda fase do Campeonato Brasileiro. Por isso participou da competição de janeiro a abril.

Treinadores da época acomodaram na equipe Dicá, Jorge Mendonça e Mário Sérgio, o último estreando na largada daquele campeonato com vitória por 1 a 0 sobre o Campo Grande, dia 23 de janeiro, no Estádio Ítalo Del Cima, no grande Rio de Janeiro, com público de 4.633 pagantes.

Com o vaivém do goleiro Carlos Ganso à Seleção Brasileira, Luiz Henrique era reserva eventual.

Eis os demais boleiros: Edson, Valdir, Polozi e Cláudio Mineiro; Sílvio, Dicá e Jorge Mendonça; Edinho (Luís Sílvio), Chicão e Mário Sérgio.

EM JAÚ

Mantendo a rotina de rotatividade em clubes, Mário Sérgio se desligou da Ponte Preta após a derrota por 1 a 0 para o XV de Jaú, no Estádio Zezinho Magalhães, dia 18 de setembro daquela temporada.

Até então, havia trabalhado com os treinadores Dudu, Nicanor de Carvalho, Tim e Cilinho.

Ele chegou em Campinas como profissional rodado. Sua história no futebol começou Flamengo em 1969, mas foi no Vitória da Bahia que se destacou através de dribles, ginga e lançamentos.

Ele antevia a jogada. Olhada de um lado e lançava para o outro. Logo o apelido de Vesgo.

E assim deixava companheiros na cara do gol nas passagens por Fluminense, Botafogo (RJ), Rosário Central (ARG), São Paulo, Inter (RS), Ponte Preta, Grêmio, Palmeiras, Botafogo de Ribeirão Preto e Bahia, sempre vestindo a camisa 11 e desempenhando a função de um falso ponteiro-esquerdo.

REI DO GATILHO

De três passagens marcantes na carreira, em 1979, no São Paulo, ganhou apelido de ‘rei do gatilho’ quando deu alguns tiros para o alto, para assustar torcedores do São José, no Vale do Paraíba, que se manifestavam na saída da delegação são-paulina.

No Grêmio foi campeão do mundo em 1983. Já no Palmeiras, foi flagrado em exame antidoping, e ficou suspenso durante seis meses.

Depois disso alternou passagens em clubes como treinador e comentarista de futebol em televisão, sendo o canal Fox Sport o último emprego, mantendo o estilo polêmico dos gramados.

Mais postagens

No caso da desmontada Ponte Preta, uma SAF é bem-vinda; para sub-20 não cabe hotel

Essa cartolada da Ponte Preta, que não pauta por transparência, foge de maneira descarada das devidas informações sobre repetidos atrasos de salários dos jogadores. Pois

Saiba mais

Receitas de bilheterias têm sido irrisórias para o Guarani

Semana longa, calendário espaçado de jogos nas Séries B e C do Brasileiro, então o jeito foi procurar assuntos que requeiram um pouco de atenção.

Saiba mais

Que proponham Eberlin e cia. fora da Ponte Preta, mas cadê o caminho para solução?

Está caindo no esquecimento o quanto o diretor de futebol da Ponte Preta pensa mais nele do que no clube. Não nos esqueçamos que há

Saiba mais
Page1 Page2

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Facebook-f Twitter Tumblr Instagram

© 2024 FUTEBOL INTERIOR