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FEB
Que várzea no futebol alagoano!

Meia Rodriguinho, do Bahia
Meia Rodriguinho, do Bahia

Abaixo é feito um retrato sobre a penúltima rodada do Brasileirão, após a surpreendente goleada do Bahia sobre o Fortaleza por 4 a 0, na capital cearense, na noite deste sábado, resultado que inapelavelmente manda à Série B ou o Vasco, ou o Goiás.

Antes da citada conjectura, veja a postura varzeana de clube alagoano na largada daquele campeonato estadual.

OLHE A HISTÓRIA...
Acreditem: o Corupire não compareceu ao jogo contra o CRB, no Estádio Gerson Amaral, marcado para este sábado, no litoral sul daquele Estado, porque contava apenas com seis jogadores disponíveis para a competição.

Assim, provocou perda de pontos por WO (não comparecimento de clubes ao local de jogo), com atribuição de derrota por 3 a 0.

Vejam que o treinador Elenilson Santos, do Corupire, se insurgiu contra o clube com a contratação do gerente de futebol Gerson Amaral, com quem tivera desavença, e simplesmente abandonou o barco.

Incontinenti, recebeu apoio de nove jogadores que também se desligaram do clube.

Dirigentes do Corupire ainda tentaram o adiamento do jogo, mas em vão, por discordância da Federação Alagoana de Futebol.

BAHIA

Ao subir para 41 pontos e 11 vitórias, o Bahia passa a depender basicamente de suas forças para escapar, desde que vença o Santos, em Salvador, na rodada derradeira.

Esse tropeço do Fortaleza pode lhe custar caro, pois despede-se do Brasileirão contra o Fluminense, no Rio de Janeiro.

Portanto, se patinar nos 41 pontos e dez vitória, aumenta o risco de 'dançar

LUXEMBURGO

De certo o treinador Vanderlei Luxemburgo procurou sarna pra se coçar na tentativa de tirar o Vasco da zona do desespero.

Com 37 pontos, se perder para o Corinthians neste domingo a viola vai ficar em cacos, pois mesmo que chegue aos 40 pontos, em vitória sobre o Goiás, semana que vem, seria superado por Bahia e Fortaleza.

Mesma situação desesperada é do Goiás, hoje com 36 pontos.

Ele terá que vencer os jogos contra o Bragantino, na noite deste domingo em Goiânia, assim como diante do Vasco.

Resta saber se, neste afunilamento do Campeonato Brasileiro da Série A, estariam pontepretanos e bugrinos com preferências sobre quem seria mais recomendável cair à Série B, ou tanta faz como fez?

Botafogo e Coritiba já foram pro espaço, mas já iniciaram o processo de reformulação, inclusive o clube carioca contratou o treinador Marcelo Chamusca.

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19
FEB
Um outro Guarani começa a ser montado

Éder Sciola
Éder Sciola

Quando o Guarani cogitou a contratação de Éder Sciola, início do ano passado, até carimbei a postura dos dirigentes, naturalmente com base naquele lateral-direito de frequentes transições ao ataque, relativa segurança na marcação e estatura para o cabeceio defensivo e ofensivo mostrados com a camisa do Paraná Clube.

Na ocasião Sciola preteriu o Guarani e, profissional que é, fez contrato com quem lhe ofereceu melhor condição financeira, caso do Oeste.

Eis a questão: o pessoal do Departamento de Futebol do Guarani acompanhou a trajetória de Sciola no Oeste?

Se sim, percebeu que até na reserva ficou naquele que foi o primeiro time rebaixado à Série C do Brasileiro de 2021?

Aos 35 anos de idade, Sciola teria lenha pra queimar, uma espécie de vaivém que se cobra de quem atua na sua posição?

O último histórico dele não recomendaria a contratação, mas já que a duração inicial será até o final do Paulistão, quem sabe ele surpreende?

AIRTON

A chegada do zagueiro Airton, ex-Avaí e Ponte Preta, deixa quase tudo do mesmo tamanho em relação ao antecessor Didi.

São jogadores razoáveis para um clube cujos recursos financeiros são calculados para fazer investimentos, como o Guarani.

E o volante Rodrigo Andrade, que esteve no CSA?

Sei lá eu. Assisti à vários jogos do time alagoano e confesso que não despertou atenção nem pro bem, nem pro mal.

HOMEM-GOL

Parceiros bugrinos habitualmente frequentadores dos comentários cobram o chamado dez - meia-de-armação - e centroavante.

De fato o Guarani teve carência do chamado homem-gol, embora Júnior Todinho, em lampejos individuais, andou encontrando o caminho do gol.

Na comparação lógica, agora a equipe é inferior àquela da última Série B, mas lembrem-se do bordão de que 'futebol é jogado e lambari pescado'.

Quem poderia supor que aquele mesmo time bugrino fadado ao rebaixamento nas mãos do treinador Ricardo Catalá fosse outro com a chegada de Felipe Conceição?

De repente, essa formação que o torcedor bugrino não leva fé pode dar liga e tudo mudar. Por que não?

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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