20
SET
Esdrúxula expulsão do zagueiro Dedé é o assunto nas rodinhas de desportistas

Por mais que sejamos regionais, que os nossos assuntos se restringem a Ponte Preta e Guarani, o tema predominante nas rodinhas do futebol, nesta quinta-feira, se prende à injusta expulsão do zagueiro Dedé do Cruzeiro, na derrota para o Boca Juniors por 2 a 0, na noite desta quarta-feira em Buenos Aires, Argentina, pela Libertadores.

O choque de Dedé com o goleiro Andrada do Boca, em disputa pelo alto, foi de lance típico de jogo, aos 29 minutos do segundo tempo, no Estádio Bamboneira.

Jamais houve intenção do zagueiro em acertar cabeçada para atingir a boca do adversário, que sangrou muito.

Enquanto Andrada era atingido, o VAR foi acionado pelo árbitro de vídeo Mario Diaz, ocasião em que o árbitro central, Eber Aquino, interpretou o lance como violento e mostrou cartão vermelho para Dedé.

SEGUNDO GOL

Aquilo que já era ruim para o Cruzeiro ficou ainda pior.

Como o time havia avançado as suas linhas em busca do empate, seu treinador Mano Menezes não optou pela recomposição da defesa, e havia decidido inicialmente recuar o volante Henrique à zaga.

Foi quando em bola alçada à área cruzeirense o lateral-direito Edilson rebateu mal, a sobra ficou com o meia argentino Perez que finalizou de primeira e ampliou a vantagem dos argentinos.

O primeiro gol do Boca, aos 35 minutos do primeiro tempo, foi fruto de jogada que o time já vinha executando pelo lado direito de seu ataque, ao explorar a instabilidade do lateral Egídio na marcação.

JOGADAS ENSAIADAS

O diferencial do Boca ao explorar aquelas jogadas foi a preferência pelos cruzamentos rasteiros de fundo de campo, com três ou quatro jogadores posicionadores dentro da área e dois logo atrás.

Três alternativas foram pensadas nesta jogada: antecipar aos defensores do Cruzeiro para a complementação, jogadores fazerem a chamada ‘parede’ com a finalidade para ajeitar a bola a quem estivesse logo atrás, ou explorar rebote dos cruzeirenses para finalização.

Desta feita, prevaleceu a privilegiada visão de jogo de Perez, que deixou Zárate na cara do gol, na abertura do placar aos 35 minutos do primeiro tempo.

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18
SET
Guarani precisa convergir esforços exclusivamente para acesso ao Brasileirão

Nos bastidores do Guarani o cenário é de briga de foice no escuro de aliados rompidos desde o final do ano passado, casos do ex-presidente Horley Senna e o atual presidente Palmeron Mendes Filho.

Como são maiores de idade e vacinados, o que se espera é que a divergência não implique em prejuízo ao Guarani. A instituição é maior de que os homens que por ela passam.

E o assunto em efervescência nos bastidores bugrino é a tal gestão compartilhada no futebol, que Palmeron quer acelerar, mas há uma corrente no clube que sugere que o assunto entre em pauta apenas após o encerramento do Campeonato Brasileiro da Série B.

NOVEMBRO

Como setembro avança e o calendário da competição nacional vai se arrastar até o dia 24 de novembro, parece racional se ter paciência e esperar um pouco mais para tomada de decisão, e se definir quer pela empresa Magnum, quer a Elenko Sports como parceira.

Todas atenções e esforços dos bugrinos precisam obrigatoriamente estar canalizados na possibilidade de acesso ao Brasileirão.

É isso aí.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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