27
JUN
Guarani colhe frutos da aplicação defensiva contra o Tombense

Esta vitória do Guarani sobre o Tombense por 2 a 1, na manhã deste sábado em Minas Gerais - a primeira nesta Série C do Campeonato Brasileiro -, tem que ser analisada por dois ângulos.

Três pontos colocam o Guarani próximo do bloco de cima da competição, desanuviam o ambiente, resultam em retomada de confiança dos jogadores e dão tranquilidade ao treinador Paulo Roberto.

Apesar do Bugre vencer, restou a certeza de que ainda precisa melhorar muito para entrar de fato na briga por vaga de acesso à Série B do Brasileiro, e isso foi reconhecido pelo treinador em entrevista à Rádio Bandeirantes-Campinas pós-jogo.

Em qualquer equipe que depende de ajustes é imprescindível que se comece a arrumar a cozinha, a fechar os espaços do adversário. E isso o Guarani soube colocar em prática durante o primeiro tempo, quando a postura tática com três volantes implicou em forte bloqueio à frente de sua zaga, e quase nada permitindo ao Tombense.

Além disso, os laterais Oziel e Bruno Pacheco priorizaram a marcação. Só avançaram na ‘boa’.

Assim, restava ao Guarani apostar no erro do adversário para chegar ao gol. E isso aconteceu quando Adeílson, do Tombense, marcou contra a sua meta após cobrança de escanteio aos 24 minutos.

LENON MARCA

Era natural se prever a proposta do Tombense de pressionar desde o início do segundo tempo em busca do empate, mas o Guarani continuava aplicado na marcação e, de quebra, chegou ao segundo gol através do volante Lenon, aos 20 minutos.

O problema para o Guarani sustentar o placar com tranquilidade é que os volantes - que correram demais - começaram a cansar e o Tombense passou a ganhar a maioria dos rebotes, recomeçar seguidamente as jogadas, e ameaçar.

Assim, chegou ao gol através de Adeílson aos 30 minutos, após o atacante Valdo Bacabal ter feito muito bem a ‘parede’.

Daí pra frente foi pressão absoluta do Tombense, mas o Guarani soube suportá-la.

FUTEBOL SOLIDÁRIO

Claro que nas partidas subsequentes do Guarani o treinador Paulo Roberto tem que colocar em prática o seu conceito de futebol solidário em que todos marcam para recuperar a posse de bola e, a partir daí, valorizá-la.

Evidente que ao optar pela aplicação deste conceito, de certo o treinador bugrino não deve encontrar espaço para o travado meia Fumagalli, facilmente absorvido pela marcação e, logicamente, sem capacidade de marcar. E numa arrumação de time, o peso da escalação de Fumagalli não deve ser pautada apenas pelas bolas paradas.

  • João da Teixeira
    29/06/2015 18:53

    A coisa para o GFC está tão ruim que, qdo. ganha e tem chance de uma exposição maior na mídia pela vitória conquistada fora de casa na série C, vem a Ponte e ganha na série A, chuta o balde esmeraldino e joga o bugre para escanteio novamente...lá se foi a exposição para o beleléu...que sina!!!

  • João da Teixeira
    29/06/2015 18:53

    A sequência de jogos vai ser favorável ao bugre que pega o Madureira em casa e não se quer outra coisa se não a vitória. Depois vai pegar a Portuguesa fora e o Caxias em casa, dois freguesão, sendo que o Caxias é um dos favoritos para cair para a série D. Agora não quer dizer com isso que estará fácil para subir. Ainda tem muita lágrima para rolar...

  • João da Teixeira
    29/06/2015 18:52

    Sabe quando o treinador do bugre vai tirar o Fumagalli? Never! A "terra bugrina" é muito árida, o Paulo Roberto jamais vai se arriscar em tirar o cone pensante do time. Só se arriscará se aparecer alguém que faça pelo menos 50% do que o Fuma faz com a bola no pé, aliada à mobilidade que se exige de meio de campo moderno. Aí sim ele poderá tirar o Fuma e colocá-lo nos 20 minutos finais de cada partida e olhe lá!

  • nivaldo
    29/06/2015 18:50

    nao precisar ficar falando...eu entendi....voces realmente veem os jogos pela tv, assim, como torcida mista que sao....conseguem, ver, cruzeiro, santos, vasco, etc..... ir no campo que bom......nao vao mesmo......rs

  • marcelo
    29/06/2015 18:50

    VALEU, BUGRAO!!!!! QUANTO AO ANTA MOR (TIO LEI), NAO QUEREMOS EXCLUSIVIDADE, SO NOS POUPE DE TANTA IMBECILIDADE...... ATE GOSTARIA DE ALGUM DIA, LER ALGO INTERESSANTE, QUE ESCREVES, MAS....SEM CHANCE....

  • eduardo para jegue loucao
    28/06/2015 20:22

    caro colega jegue loucao...........voce e demais ignorante............passa as barreiras da burrice insanidade e demencia..........lamento profundamente da sua igonrancia absurda...........sorte pra vc colega

  • TIO LEI - exlusivamente para "ele".
    28/06/2015 20:20

    Então. Se você não entendeu a "deixa" que o Ari te deu, eu vou explicar...Pra ver jogo da NOSSA PONTE PRETA, você sabe, temos os canais Premiere, SporTV e Globo...já se você não sabia, ALGUNS jogos daquele time da TERCEIRA DIVISÃO, você vai poder assistir, acessando a TV Interativa do Nordeste através de seu computador. É só chamar alguém que saiba mexer no computador, e pedir para lhe ensinar como se faz isso...Entendeu ? Ainda não, né? Mas o BUUUUMMMM você sabe o que é, né?

  • DE ARI PARA EDUARDO - E ENTÃO?
    28/06/2015 13:04

    E então Eduardo, você não conseguiu acessar a TV Interativa do Nordeste em seu computador para assistir à vitória do Guarani sobre o Tombense? O seu comentário cutucando a rival Ponte Preta está na ponta da agulha, só aguardando você primeiramente falar do Guarani como é a regra da coluna. E então?

  • TIO LEI
    28/06/2015 12:59

    Ari...Como "ele" vai comentar sobre o jogo, se ele igual à todos os PONTE PRETANOS, só ficou sabendo do resultado? Já é mais que certo, "ele" só ASSISTE JOGO DE PROFISSIONAIS, por exemplo, hoje, se não assistir pela telinha, com certeza irá fazer valer seus direito de TC10 , e dará "uma passadinha" lá pelas bandas do MOISÉS LUCARELLI. Aproveitando o gancho...Hoje é o tipo do jogo que não se pode ir com muita sede ao pote, pois são 2 equipes que se equivalem tecnicamente.

  • DE ARI PARA DENÍLTON (1)
    28/06/2015 12:57

    Prezado Denílton, discordo da extrema valorização de Fumagalli nas jogadas citadas. Por sinal, o jogador mais uma vez andou em campo porque já não tem pernas para o futebol profissional. Infelizmente vocês ainda se apegam no Fumagalli de anos anteriores em que de fato fazia a diferença. No lance que originou o primeiro gol do Guarani, o jogador Enílson, do time mineiro, marcou contra as suas próprias redes...

  • DE ARI PARA DENILTON (2)
    28/06/2015 12:54

    (cont.) Naquele lance, a bola estava praticamente nas mãos do goleiro adversário após cobrança de escanteio. No segundo gol, após cobrança de falta, a bola foi rebatida pela zaga do Tombense, teve jogador bugrino 'brigando' pela sobra - parece-me Clementino - e aí sobrou espirrada para Lenon finalizar com sucesso. Diga com toda franqueza: onde entra Fumagalli na história? Valorize Lenon que além da marcação foi ao ataque finalizar.

  • Denilton GFC
    28/06/2015 12:53

    Caro Ari: Assisti o jogo e no meu ponto de vista com a BOLEIRADA do GFC atual tem que jogar por bola parada. Dois cruzamento do Fumagalli e GOL. Bom série C é isto aí. Porém TREINADOR tem que ter um jogador de velocidade pela lateral, pois os laterais ficaram presos. Falta jogada ensaiada de GOL. Resumindo: É NECESSÁRIO MUITO TRABALHO E SORTE.

  • DENILTON GFC II
    28/06/2015 12:24

    Bom FIM de SEMANA NAÇÃO BUGRINA. Agora estamos voltando aos VELHOS TEMPOS: VITÓRIA do BUGRÃO EXPORTAÇÃO e DERROTA da caquinha em casa. Campinas estaria voltando a sua normalidade (interrogação)??????????

  • RMaia
    28/06/2015 09:51

    O tempo de parada e novo técnico deram um gás ao pessoal, mas vamos ver a sequência de jogos, o fato é que os 3 pontos foram importantes ontem. Basta agora que fatores extracampo não atrapalhem.

  • DELLEY
    28/06/2015 09:49

    NOSSA GANHARAM DA TOMBENSE SIM EU DISE TOMBEMSE QUE MARAVILHA QUE BELEZA VAMOS LOTAR BRINCO CONTRA O MADUREIRA SIM EU DISE MADUREIRA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK É RUMO A SERIE[ D ]

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27
JUN
Pensando bem, Guto Ferreira foi sábio ao escalar Borges contra o Fluminense

Ao treinador de futebol não basta apenas profundo conhecimento da matéria para fazer a ‘química’ exigida e o seu time convencer em campo.

Treinador de futebol tem que necessariamente absorver a psicologia daqueles que integram quadros da política partidária nacional e ‘dançar conforme a música’.

Sem o devido jogo de cintura, o profissional corre risco de ser atropelado voluntariamente na ‘próxima curva’.

Por que eu digo isso? Porque nós - que raciocinamos com o princípio da lógica - havíamos contestado a escalação do atacante Borges no time da Ponte Preta contra o Fluminense, com a inegável justificativa de que o atleta não fazia por merecer camisa no time pontepretano.

Nós, do outro lado do balcão, esquecemos que o comandante de um time de futebol precisa ter sangue de político para o indispensável jogo de cintura.

Vamos fazer um exercício de elucubração, correto?

Era natural uma derrota da Ponte para o Fluminense? Claro que sim, como também podia ter surpreendido.

BIRO-BIRO

Sem o atacante Biro-Biro, quais as opções que o treinador da Ponte Preta, Guto Ferreira, dispunha para montar o ataque? Roni ou Borges, correto?

O treinador pode ter raciocinado que se Roni teve todas as oportunidades imagináveis e não soube aproveitá-las, por que não escalar Borges?

No ‘terreno’ do achismo, com Borges em campo no mínimo ficaria do mesmo tamanho, correto?

É aí que entra a parte psicológica do comandante. Cedendo aos reclamos do atleta pela camisa titular, implicitamente Guto Ferreira o colocou em ‘saia justa’. Transferiu ao jogador responsabilidade de rendimento.

Na prática Borges foi um fiasco contra o Fluminense e Guto Ferreira saiu fortalecido no elenco pontepretano e com a torcida. Assim, a ‘chiadeira’ do atacante caiu na vala comum.

Em descrédito com a torcida, Borges terá que trabalhar redobrado para provar que ainda é útil ao time neste Campeonato Brasileiro.

Ninguém está afirmando categoricamente que Guto Ferreira desenvolveu esta linha de raciocínio, e muito menos ele a admitiria, mesmo que a tivesse desenvolvido.

Está implícito, todavia, que agiu com sabedoria ao escalar Borges contra o Fluminense. E nós, distantes das quatro paredes, cobrávamos racionalidade num troço por vezes extremamente subjetivo.

  • DE ARI PARA MOACIR E TIO LEI
    27/06/2015 13:12

    Parceiros, o termo queimar o atacante Borges é muito forte. Provavelmente tenha sido uma estratégia pra baixar a bola do jogador que reiteradas vezes reivindicava camisa no time pontepretano, sem merecimento. Por que a opção de escalá-lo diante do Fluminense? Era jogo em que qualquer resultado estaria dentro do contexto. Diante do Atlético Paranaense, em casa, três pontos são imprescindíveis. Portanto...

  • TIO LEI
    27/06/2015 13:11

    É uma tese. Porem, se analisarmos por este ângulo, fico mais com o pensamento do MOACIR. Havia maneiras melhores e mais "diretas" de queimá-lo, por exemplo, coloca-lo novamente como titular neste domingo.

  • Moacir
    27/06/2015 12:13

    Certo, Ari. Se foi para queimá-lo, não foi inteligente. O cara se queima mais quando joga em casa. O Flu não vinha bem. Podia jogar com a pressão sobre eles e fazer o que poucos farão: ganhar lá. Os 3 ptos, ou 1 que fosse, para mantê-los atrás, eram importantes. Quer queimar mesmo? Coloca o cara num jogo em Campinas, onde a torcida pega no pé. Aí tira no segundo tempo. Queimaria mais. Me incomoda quão poucas chances que Guto dá ao Leandrinho. É menino, mas é raro!

  • João da Teixeira
    27/06/2015 12:12

    Não sei se o Guto pensou em tudo isso que vc. disse, mas pode ser uma das hipóteses. A verdade é que, com aquele saco de 50 kg. de batata amarrado em sua cintura, Borges terá muito pouca chance com a atual marcação. Infelizmente os times brasileiros aderiram ao estilo europeu, forte marcação e pouca inspiração nas táticas de ataque. Ficamos previsíveis, tanto que o Paraguai pode nos surpreender, coisa que no passado, sabíamos que iríamos ganhar, só não sabia de quanto.

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Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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