24
AGO
Guarani vai saber explorar a instabilidade do zagueiro Filemon, do Operário?

Já foi citado aqui 'centas' vezes que projeções pré-jogos se transformaram em coisa fora de moda, principalmente pelo Campeonato Brasileiro da Série B, pautados pelo equilíbrio.

Aquilo que chamavam de fator campo e torcida praticamente inexiste, considerando-se que raramente vê-se por aí gramados em precárias condições.

Com portões dos estádios fechados - consequentemente sem torcidas - quem grita mais nos bancos de reservas não influencia a arbitragem.

Também não nos esqueçamos que até na Série B já tem o VAR, o que impede que esse ou aquele tenha vantagem estrondosa de arbitragem.

Portanto, não me atrevo a arriscar palpite para o jogo em que o Guarani recepciona o Operário paranaense, a partir das 19h, desta terça-feira.

5 A 2

Durante o primeiro turno o Guarani aplicou goleada sobre o Operário por 5 a 2, em Curitiba, ocasião em que o zagueiro Rodolfo Filemon se transformou em 'avenida' a ser explorada.

E não foi apenas aquela vez, o que recomenda estratégia para se tirar proveito disso.

Não se espantem, também, se o lateral-esquerdo Fabiano, do Operário, recuar perto dos cem por cento das vezes que pegar na bola.

Quem merece atenção nesse time é Djalma Silva, que de lateral-esquerdo avançado foi transformado em atacante de beirada que requer atenção.

MATHEUS ANJO

Ponte Preta traz o meia Matheus Anjos, que já mostrou qualidade nas passagens pelo futebol paranaense e Botafogo de Ribeirão Preto.

Vai vingar aqui?

Boa pergunta. Pelo menos chega num momento em que a equipe busca se estabilizar na competição.

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22
AGO
Ponte Preta é premiada pela objetividade nos 3 a 0

Objetividade é preponderante no futebol moderno. A Ponte Preta aproveitou falha defensiva do Brusque, contou mais uma vez com a individualidade de seu atacante Moisés, erro da arbitragem ao marcar pênalti em lance faltoso fora da área e defesas precisas de seu goleiro Ivan. Isso explica porque alcançou goleada por 3 a 0 na noite deste domingo, em Campinas, subiu para 22 pontos e ocupa a 15ª colocação.

Se o atacante Rodrigão é cabeceador, deixá-lo subir livre, como ocorreu em cobrança de escanteio aos 26 minutos, teria que ser fatal, como foi: 1 a 0.

Antes disso, em vacilo da bola área defensiva do Brusque, o zagueiro Claylton, da Ponte, acertou cabeceio com bola no poste direito do goleiro Zé Carlos.

Aí o Brusque quis sair pro jogo e ofereceu o contra-ataque à Ponte Preta, que tem adotado um aceitável cinturão de marcação defensivo, que impede criatividade de seu adversário.

Assim, a velocidade de Moisés foi determinante para que fizesse jogada de fundo pelo lado esquerdo, aos 37 minutos, em lance que só não resultou em gol dele, na finalização, porque o lateral-esquerdo Airton salvou quase em cima da risca fatal. Todavia, o meia pontepretano Fessin, atento ao rebote, concluiu a jogada com sucesso: 2 a 0.

BRUSQUE PRESSIONOU

Claro que para o segundo tempo já se esperava mais intesidade ofensiva do Brusque, mas isso não justifica a Ponte ter ficado muito encolhida e perdendo a maioria dos rebotes.

Foi por isso que o goleiro Ivan praticou defesa com grau de dificuldade em chute de volante Rodolfo, apesar da média distância.

Em seguida, voltou a salvar o seu time em finalização de Diego Mathias, no desdobramento de cabeçada de Garcez, com bola na trave. E, por fim, defendeu com o pé chute do atacante Thiago Alagoano à queima-roupa, aos 38 minutos, pouco antes do contra-ataque pontepretano puxado pelo atacante Iago, que sofreu falta do zagueiro Éverton Alemão pouco antes da entrada da área, mas o árbitro baiano Diego Pombo Lopes marcou pênalti, convertido por Moisés.

Mesmo sem o meia Alex Ruan e o atacante Edu, suspensos e destaques do time, o Brusque teve maior volume de jogo durante o segundo tempo, sem que isso fosse revertido em gols.

À Ponte Preta, reconhecimento pelo espírito guerreiro dos jogadores e a certeza que distanciando-se da zona da degola terá mais tranquilidade para continuar desenvolvendo o trabalho de recuperação durante o segundo turno.

BEBETO DE OLIVEIRA

Morreu em Campinas o ex-preparador físico Bebeto de Oliveira, aos 79 anos de idade. Ele foi atleta de Guarani, Ponte Preta e Ferroviária, e teve trajetória de sucesso como fisicultor em grandes clubes e até na Seleção Brasileira.

Logo, o histórico dele no futebol é destacado no espaço da coluna Cadê Você.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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