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AGO
Enderson Moreira ajudou o seu Botafogo a 'roubar' a vaga do Guarani, no G4

Ao 'roubar' a vaga do Guarani no G4 desta Série B do Campeonato Brasileiro, na vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba, o Botafogo carioca mostrou o seu cartão de visita para este segundo turno da competição.

E mostrou um futebol competitivo, organizado, e sobretudo com o dedo de seu treinador Enderson Moreira.

Se há treinador que estuda o desenho do jogo antes de a bola rolar, certamente nesta vitória botafoguense Anderson Moreira estudou e engoliu o treinador paraguaio Gustavo Morínigos, que comanda o Coritiba.

O que fez, então?

No início, povoou o meio de campo de seu time com quatro homens, ao determinar que o atacante de beirada Marco Antonio fechasse por dentro.

Como o Coritiba havia mantido o inflexível modelo de dois atacantes de beiradas, ficou com menos gente no meio de campo e por isso levou desvantagem no setor.

O Botafogo ganhou a maioria dos rebotes e teve maior volume de jogo durante o primeiro tempo, o suficiente para criar oportunidade com o meia Chay colocando a bola na cabeça do centroavante Rafael Navarro, que explorou falha de colocação do zagueiro Henrique, do Coritiba, aos 38 minutos: Botafogo 1 a 0.

LUÍS OYAMA

Com a saída do lateral-esquerdo Jonathan Silva no time botafoguense, aos 13 minutos do segundo tempo, alguns poderiam até imaginar que o treinador Enderson Moreira estaria inventando ao recuar do atacante de beirada Warley à posição, e com isso propiciasse a entrada do volante Luís Oyama.

Sábia decisão de Anderson. Oyama não só fez dobra de marcação pelo setor, como explorou o seu vigor físico para ajudar no desarme por dentro e até avançou.

Se o Coritiba entrou no segundo tempo com mais volume de jogo, deixando o Botafogo acuado em seu campo defensivo, eis que a mexida no xadrez de Enderson serviu para restabelecer o equilíbrio na partida.

Parabéns.

Enderson Moreira fez coisas na noite desta sexta-feira, na capital paranaense, que o saudoso Cilinho fazia constantemente.

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27
AGO
Montagem do questionável elenco da Ponte Preta tem tudo a ver com Fábio Moreno

A remontagem da equipe pontepretana, em pleno segundo turno da Série B do Campeonato Brasileiro, é um atestado da incompetência dos dirigentes na montagem do elenco.

E quem abusou do direito de errar em contratações de jogadores?

A coisa vem desde quando passou pelo clube o executivo de futebol Alex Brasil, que não deixou saudade.

E persistiu com o substituto dele, Alarcon Pacheco, que igualmente perdeu o crédito do torcedor.

FÁBIO MORENO

E já não se fala de outro responsável pelas contratações de jogadores que não estão à altura da Ponte Preta, que foi o então treinador Fábio Moreno, remanejado à função de coordenador técnico com a chegada do comandante Gilson Kleina.

Por sinal, última informação que se tinha de Fábio Moreno era de que havia entrado em período de férias, e já faz um tempinho.

Depois disso o assunto foi ignorado, sem se precisar se ainda está no gozo das férias, ou se voltou a trabalhar.

Teria sido demitido e a informação não foi passada?

Seja como for, a coluna sempre apontou que o profissional não estava devidamente preparado para quaisquer das funções no clube.

CONFIANÇA TOMBOU?

Ponte Preta tem lá os seus motivos pra acreditar em não mais correr risco de rebaixamento na competição.

Dos quatro que serão sacrificados, pelo que se observa o Confiança já assinou a sentença.

Nesta quinta-feira acumulou mais uma derrota, agora para o Goiás por 2 a 1, patina nos 13 pontos, e a tentativa de escapamento passa pela conquista de mais 32 pontos nos 17 jogos que ainda vai disputar.

Claro que o Confiança não vai ganhar nove jogos e empatar outros cinco daqueles ainda restantes.

Nesta projeção, seria permitido perder apenas mais três jogos, o que, convenhamos, é impossível.

TELEVISÃO

Quem manda na programação de jogos da Série B do Campeonato Brasileiro é a televisão.

Dê uma espiada na tabela com jogos desta semana. Tem bola rolando todos os dias, de terça a domingo, privilegiando o canal pago.

Logo, na vigência da nova regulamentação para transmissões de jogos pela TV, com autonomia do clube mandante para selar parcerias com veículos, de certo a coisa volte à normalidade.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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