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Menina vascaína vai da glória ao desastre!

  • 22/10/2026

Quando dizem que futebol é um troço que mexe com a alma das pessoas, não exageram.

No jogo em que o Vasco foi derrotado pelo Boca Juniors da Argentina por 3 a 1, na noite de terça-feira, no Rio de Janeiro, a televisão flagrou o choro de emoção de uma criança menor de 12 anos de idade.

Ela não continha a emoção com o gol que supostamente serviria de alívio momentâneo ao Vasco.

Afinal, a derrota por 2 a 1, naquela altura, implicaria na definição do classificado à final da Copa Sul-Americana em cobranças de pênaltis, no Estádio do Maracanã.

Coitada daquela menina, que jamais supunha que o regularíssimo goleiro Léo Jardim, do Vasco, fosse sofrer um ‘frangaço’, e assim o Boca Juniors chegasse no 3 a 1.

PROFUNDA DECEPÇÃO

Assim, aquele choro de alegria dela foi transformado em profunda decepção, com a inesperada eliminação de seu clube na citada competição.

Essas imprevisibilidades do futebol levam as pessoas a dois extremos: da incontida alegria à frustração.

E não diga o que as pessoas não devam ser tão emotivas por causa do futebol, porque ele mexe com a alma.

Ele é o agente do descontrole.

Faz as pessoas viajarem do ‘céu ao inferno’ em questão de minutos.

Enquanto tudo fica circunscrito à alegria e dor, digamos que esteja dentro do controlado.

Pior é quando a situação acaba extrapolando à violência, com pancadaria e até morte.

Por causa de quem?

Do futebol, troço que extrapola todos os limites imaginários do ser humano.

Não deveria ser assim, mas é.

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