Aonde vai parar a Ponte Preta, com derrotas & derrotas nesta Série B do Brasileiro?
Na noite deste sábado, mais uma decepção para a sua torcida, com a derrota de virada para o Sport Recife por 3 a 1, no Estádio Moisés Lucarelli.
Assim, ela voltou à zona de rebaixamento, pois o Goiás venceu o Vila Nova por 1 a 0, no clássico goiano, também neste sábado, e pulou para dez pontos, mesmo atuando com um homem a menos na metade do segundo tempo.
SPORT EXPLORA FALHAS
No futebol, na maioria das vezes o clube mais qualificado se prevalece, e não foi diferente com o Sport
Embora cumprisse suspensão imposta pelo STJD da CBF, o treinador pontepretano Rodrigo Santana repassou ao interno Gabriel Remédio a estratégia colocada em prática pelo ASA de Arapiraca, que endureceu para a equipe pernambucana.
Isso ocorreu na última quarta-feira, no conforto entre ambos pela Copa do Nordeste.
A diferença é que o ASA havia mostrado mais mobilidade no meio de campo, e sem aquelas falhas defensivas características da Ponte Preta.
O clube mandante se programou para se resguardar na medida do possível e, de posse de bola, usar velocidade pelos lados do campo.
Foi planejado liberdade para avanços do lateral-esquerdo Keyison, abrindo-se espaço para a escalação de Danilo Barcelos, com postura defensiva.
PONTE CHEGA AO GOL
A estratégia começou a mostrar praticidade com Diego Tavares levando vantagem pelo lado direito e, em um dos cruzamentos dele, a bola se ofereceu para Danilo Barcelos no segundo pau, livre de marcação.
Aí, após o cabeceio, a bola ainda resvalou no lateral-direito Madson, do Sport, antes de entrar no canto direito do goleiro Thiago Couto, aos 22 minutos.
A partir disso, o lado esquerdo da defensiva do Sport recebeu marcação mais cuidadosa e Diego Tavares foi anulado.
E, com mais posse de bola, o Sport passou a ampliar o volume ofensivo, com consequentes desarranjos defensivos do time pontepretano.
FELIPINHO EMPATA
Assim, nas esperadas incursões do lateral-esquerdo Felipinho ao ataque, houve um toque de calcanhar do centroavante Perotti, o suficiente para colocá-lo livre na área, para deslocar a bola do goleiro Diogo Silva: 1 a 1, aos 30 minutos.
Na sequência, em cruzamento casuístico direcionado à área pontepretana, Danilo Barcelos escorregou e a bola tocou no braço dele.
Houve intervenção do VAR e o pênalti foi marcado e convertido por Barletta, com chute fraco, rasteiro no canto esquerdo, aos 49 minutos.
FRACO JUSTEN
Como quem conta com o lateral-direito Justen na equipe favorece o adversário, ele ofereceu espaço pela beirada do campo para Barletta, que cruzou visando a chegada de Perotti, livre de marcação.
Assim ele teve facilidade para concluir e marcar o terceiro gol do time pernambucano, aos 14 minutos do segundo tempo.
EXPULSÃO DE MARCELO AJUL
Mesmo com a expulsão do zagueiro Marcelo Ajul, aos 23 minutos daquela fase, o Sport não correu risco, quando a Ponte Preta insistiu em cruzamentos.
Aos 35 minutos, Rodriguinho, que havia entrado no lugar de Keyison, chegou a marcar o segundo gol pontepretano, mas por intervenção do VAR foi flagrado que a bola já estava de posse do goleiro Thiago Couto quando ele chutou.
Acreditem: aos 30 minutos do segundo tempo entrou em campo Baianinho no ataque do clube campineiro.
Conforme o previsto, não acrescentou absolutamente nada, assim como Élvis, que havia entrado um pouco antes.