Estava preparado para a terceira postagem consecutiva sobre a Ponte Preta, que vai jogar na noite desta quarta-feira em Goiânia, contra o Atlético Goianiense, em jogo da Copa do Brasil que vale R$ 2 milhões.
Como um fato sobrepõe ao outro, e sobre a Ponte Preta a posição da coluna ficou bem clara em postagens anteriores, o espaço, então, está aberto ao Guarani.
A informação veiculada nesta terça-feira pelo repórter Lucas Rossafa, na Rádio Jovem Pan News-Campinas, é mais um indicativo do despreparo do presidente do Guarani, Rômulo Amado.
Lucas Rossafa se compara aos repórteres de Campinas das décadas de 80 e 90 do século passado, que tinham boas fontes de informações e não esperavam que tudo caísse no colo.
CONTRATAÇÃO MILIONÁRIA
Ele revelou com exclusividade, na emissora que trabalha, que em novembro passado o Guarani manifestou interesse pela contratação do centroavante italiano Mario Balofelle, que já disputou Copa do Mundo e foi integrante de grandes clubes europeus.
Rossafa citou que a proposta ao jogador foi feita por Farnei Coelho e Elano, que recentemente se desligaram dos cargos de executivo e coordenador de futebol, respectivamente.
Foi oferecido ao atleta um contrato de quatro meses, com salário de R$ 375 mil, livre de impostos e proporcionalidade de 13 salário e FGTS, com argumento que isso seria bancado por dois patrocinadores encaminhados.
Alerte para mais esses detalhes: prêmio exclusivo ao atleta de R$ 250 mil se o Guarani garantisse classificação às quartas-de-final do Paulistão, e o mesmo valor se o clube passasse à semifinal.
PRÊMIO POR CADA GOL
Além disso, mais R$ 500 mil se o Guarani chegasse à condição de finalista.
Acreditem: a cada gol ou assistência, o atleta receberia gratificação de R$ 50 mil.
Não fosse a credibilidade de Lucas Rossafa, diria que essa história teria sido uma grande brincadeira.
Imaginem se a transação fosse concretizada?
Incrível o incompetente cartola Rômulo Amaro não imaginar o reboliço que seria provocado no elenco, com um cara de fora ganhando fortuna e a ‘boleirada’ daqui ‘lambendo o beiço ‘?
Brincadeira, né!
Vai vendo, torcedor bugrino!.