MEMÓRIAS DO FUTEBOL
CADÊ VOCÊ?
INFORMACÃO

E o Castanhal, hein? E o Alberto Valentim do América Mineiro, hein?

  • 13/03/2026

Não foi à toa que na estreia do Guarani na Copa do Brasil escrevi aqui, com todas as letras, a obrigatoriedade dele vencer o fraco Castanhal, mesmo com a partida programada para o interior paraense.

Ora, como havia assistido dois jogos dele, não tinha a menor dúvida que seria jogo vencível para os bugrinos.

Na prática, sofreu gol do Castanhal, empatou aquele jogo por 1 a 1 no tempo normal, e perdeu na definição através das cobranças de pênaltis.

VOLTA REDONDA ENSINA

Se é que alguém ainda viu méritos para o Castanhal passar à terceira fase da competição, o Nova Iguaçu se encarregou de dar o resposta que, diante de um adversário fraco – como esse – não se vence e sim goleia.

E se impôs por 4 a 0, no Norte do País.

E agora, José?

As várias opçoes de canais para transmissões ao vivo de jogos permitem que integrantes da imprensa acompanhem essa ‘infinidade’ de jogos e tenham informações e conceitos paralelos aos clubes de Campinas.

Logo, nada mais lógico do que repassar as informações aos nossos leitores.

EXPLIQUE AÍ VALENTIM!

Gente, qual será a desculpa que o treinador Alberto Valentim vai dar aos torcedores do América Mineiro na derrota para o Barra de Santa Catarina, em cobranças de pênaltis, após empate sem gols no tempo normal?

Como ele vai justificar a contratação de um lateral-direito limitadíssimo como Maguinho, que abusa do recuo de bola e quase nada acrescenta ofensivamente?

Sei não sobre a sobrevivência desse ‘Coelho’ na Série B do Brasileiro desta temporada.

Será que mais uma vez o clube vai ‘flertar’ com o rebaixamento?

BARRA É CORRERIA

Como o Barra garantiu acesso à Série C, ano passado, o bugrino quer saber a quantas anda o futebol dele e dos seus próximos adversários?

Sobre o Barra, por ora cabe apenas a informação de muita correria dos seus jogadores, que tornam a equipe competitiva.

Todavia, o que a boleirada comete erros até em passes curtos não está no ‘gibi’.

Portanto, caso o seu treinador interino Rafael Picinin não consiga dar uma ajustada para valorização da posse de bola, a projeção será de clube pautado apenas para o cumprimento de tabela.

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Comentário

  • março 14, 2026
    ANTONIO CARLOS

    Permita-me observar:

    O nobre articulista, pelo que percebi, coloca em dúvida a performance do America/MG na Série B em função do técnico Alberto Valentim, não dos jogadores que fazem parte do elenco.

    Dessa forma, então, corrobora o que temos colocado: o time pode ser ruim, ou ir mal, apesar dos jogadores que compõem o elenco.

    Assim, seus comentários sobre a fragilidade do time da Ponte “peca”, a meu ver, por nunca ressaltar a responsabilidade do estilo de jogo que há anos é “imposto” para o time.

    Isso é muito triste e, não atacando a causa primária, não possibilita avaliar corretamente a qualidade, ou a falta de, dos atletas que compõem o elenco.

    • março 14, 2026
      Ariovaldo Izaq

      Sim, entendo que o senhor sempre cobra um esquema ofensivo, mas nem sempre isso é possível. Quando se constata defesa instável e volantes sem a devida pegada, tem sim que haver certos cuidados defensivos. Se tudo ficar escancarado é um risco. Quando a Ponte Preta contar com equipe equilibrada e ataque eficiente, lógico que deve ser mais ousada

      • março 14, 2026
        ANTONIO CARLOS

        Ari, saiba que sou, mesmo tendo sabido há pouco tempo, seu fã desde a minha infância, pois lia muito as colunas esportivas do finado Diário do Povo com os quadrinhos dos mascotes, que recentemente escreveu era você o autor.

        Isto posto, mantenho minha opinião que a causa dessa instabilidade e desequilíbrio que citou se deve ao esquema “imposto” ao time.

        Começando pela manifestação dos responsáveis:

        Na Série B que caímos, o Filipe Moreira assumiu ecoando o discurso do “chefe”: “a Ponte precisa jogar atrás por ter orçamento menor”, ou “vai jogar em casa contra o campeão do Nordeste”, ou “vai pegar time que está na Série B mas é de Série A” etc., etc.

        Naquele jogo contra o Ceará, em casa, logo no início do Campeonato, entrou com um sistema ofensivo, com três atacantes, Eliel na ponta esquerda, o time “massacrando” o Ceará que jogava inclusive desfalcado. Com 15 minutos, o Eliel machuca, o Gui Pira entrando manteria o mesmo esquema; preferiu colocar Leo Naldi, que você elogiou recentemente jogando pelo meio no Novorizontino, na direita, totalmente fora de posição, que você também citou dizendo que na Ponte jogava erradamente dessa forma – quando o problema era a escolha técnica por esse posicionamento.

        Resultado: a Ponte que estava bem, passou os restantes 75 minutos de jogo tocando lentamente a bola de um lado para o outro, final 0 a 0, na entrevista louvou-se o empate em casa contra o Ceará desfalcado por “termos jogado contra o campeão do Nordeste – ou time de Série A”, não sei ao certo.

        Outro exemplo: contra o CRB em Maceió, time iniciou jogando com os “cuidados defensivos” que você citou, técnico Alberto Valentim, tomou “um baile” do CRB saiu no lucro perdendo de 1 a 0. No segundo tempo, mudou para um esquema ofensivo, aí quem deu o baile foi a Ponte, venceu o jogo por 2 a 1… .

        Quando se esperava que mantivesse o esquema ofensivo, voltou ao “com cuidados defensivos”, deu no que deu.

        Não tem como avaliar se o jogador é capaz ou não de sair jogando, se ele é instruído a não fazer; também, a defesa é instável por conta do esquema com cuidados defensivos, não o contrário como mostrou o exemplo, um entre muitos, do jogo contra o CRB.

        E, repito, o mais triste é a mente por trás disso não ser questionada quando diz que a Ponte tem que jogar assim, que o Palmeiras joga assim, que a Ponte de 77 a 82 jogava assim.

        Não é nem nunca foi. O time de sempre joga:

        – marcando baixo;
        – quando pega a bola, nenhum dos volantes ou outro jogador se projeta ao ataque, chega sempre com muito poucos
        – Os volantes marcam “em linha” e não protegem a defesa, fica um “buraco”, mal posicionados chegam atrasados ou perdem as divididas
        – o time não joga pelo meio, só pelos lados
        – quando sai jogando é o mesmíssimo problema, toca lentamente no estilo imposto “qualidade e segurança” e deixa um “vazio” no meio-campo entre a defesa e o ataque.

        Nossa torcida não merece isso, não merece ver o time jogando só atrás, ou por uma bola.

        Minha esperança é que a imprensa campineira observe isso, juntando-se a nós.

  • março 14, 2026
    João da Teixeira

    Ari, vc acha que o Barra foi campeão catarinense no susto?

    • março 14, 2026
      Ariovaldo Izaq

      Eu disse time competitivo, mas erros primário nos passes. Isso pode ser corrigido

  • março 14, 2026
    João da Teixeira

    Mas Ari, o Barra é Campeão Catarinense 2026, como vc detona os times assim, tanto o Barra como o Coelho, que perdeu a classificação só nos pênaltis. O Nova Iguaçú deve ser melhor que o bugre, pelos 0x4 imposto no Castanhal.

  • março 14, 2026
    Léo-PR

    Ari esse time do Barra vem se estruturando a cada ano, logo vai chegar a série B, eu não vi jogar mais será que o título catarinense encima da Chapecoense foi por acaso acho que esse time vai ser um concorrente a uma vaga.

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