O bugrino quer saber quem vai mostrar imagens da estreia de seu clube na Copa do Brasil, contra o Castanhal, a partir das 15h30 desta quarta-feira, no Pará.
Pra dar a informação completa, cabe reproduzir texto do site do GE, com narração de João Wanderley, comentários de Nicksson Melo e reportagem através de Noriel Magalhães.
Sem delongas, tem que ser citada a obrigação de uma vitória do Guarani em qualquer circunstância.
Mesmo não tendo mostrado rendimento de pleno convencimento até aqui, convenhamos que a sua equipe é bem superior ao adversário.
Alguns dirão que o período chuvoso e gramado pesado no estado paraense pode prejudicar o rendimento do Guarani.
Desculpa que não cola.
Em qualquer circunstância, o Guarani terá que fazer uma força tremenda para não sair vencedor, pois claramente há uma disparidade técnica entre elencos.
ADVERSÁRIO É SÓ CORRERIA
O Castanhal se vale apenas da correria de seus jogadores, alguma técnica de seu meia Romarinho e reflexo de seu goleiro Tom, o que convenhamos é muito pouco para objetivar sequência na competição.
Na derrota para o Paysandu por 1 a 0, no domingo, a proposta do Castanhal foi se retrancar durante todo o primeiro tempo, com tentativa de organizar contra-ataques.
Com a desvantagem no placar até o intervalo, ele saiu um pouco mais ao ataque, com gramado pesado, devido à chuva, porém sem criar chance.
A exceção foi uma bola mal recuada por um defensor do Paysandu, o que exigiu precisa defesa do goleiro Gabriel Mesquita.
O Castanhal mais parece um amontoado de jogadores do que coordenação tática.
GUARANI E A MARCAÇÃO ALTA
Se o Guarani adotar marcação alta na saída de bola do Castanhal, vai exigir que os defensores dele provoquem chutões, como ocorreu diante do Paysandu.
Aí, o desenho tático será o time bugrino ganhando o que se convenciona chamar de segunda bola, ao explorar o distanciamento dos atletas do setor do adversário.
A partir disso, que o Guarani evolua rapidamente sentido à área contrária.
Cabe repetir que a hipótese de um inesperado tropeço seria inadmissível.
Neste caso, tem-se que constatar responsáveis diretos e que sejam tomadas as devidas providências.