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Do fraco Castanhal, o mínimo que se espera é que o Guarani vença naturalmente

  • 20/02/2026

Bastaram alguns minutos para conferir a pobreza de futebol do Comercial de Ribeirão Preto, na derrota em seus domínios para o Taquaritinga, por 1 a 0, para ficar espantado.

A perplexidade foi observar um treinador experiente como Roberval Davino entrar naquela enrascada, que implicou em sua demissão.

E tratava-se de jogo da quarta divisão do futebol paulista, onde o Comercial divide com o Nacional (SP) a última colocação com apenas um ponto.

E por que esse preâmbulo?

FUTEBOL POBRE DO CASTANHOL

Pra avisar você, torcedor bugrino, que o Castanhal, adversário de seu clube na Copa do Brasil, se difere do Comercial apenas porque os seus jogadores são mais competitivos, correm mais.

As fragilidades do Castanhal você vai conferir contra o seu Guarani no jogo da próxima quarta-feira, no Pará, a partir das 15h30, com transmissão pelo canal ESPN.

Logo, qualquer outro resultado que não seja uma confortável vitória, a bomba tem que estourar nas costas de alguém.

Essa equipe do Castanhal mais parece um ‘catado’ de última hora do que qualquer outra coisa.

É um time condicionado à correria, exceto o centroavante Jorginho, que lembra o boleiro da posição, no passado, que voltava andando quando a sua equipe perdia a posse de bola.

Nem precisei assistir mais do que meio tempo desta partida, na vitória por 1 a 0 sobre o Capitão Poço, na manhã de quinta-feira, pelas quartas de final do Campeonato Paraense.

Por sinal, como pode um jogo que valia vaga à semifinal do Campeonato Paraense ser realizado a partir das 10h de quinta-feira?

AMONTOADO DE JOGADORES

A constatação clara foi o Castanhal não povoar coordenadamente o meio de campo, e coloca um amontoado de atleta na sua área para interceptar cruzamentos.

É um time que exagera em picotar o jogo, o que vai exigir arbitragem enérgica.

O único jogador com alguns recursos técnicos é o meia Romarinho, mas ele carece de companheiros habilitados para sequência das jogadas.

Um buraco que o Guarani deve explorar é em cima do limitado lateral-esquerdo Hércules, que perdeu várias jogadas na corrida, fato que recomenda a escalação do atacante bugrino Mirandinha em cima dele.

Se da imprensa de Campinas, a minha experiência de décadas passadas recomendou que antecipasse essas informações para você, torcedor bugrino, o mínimo que se espera é que a comissão técnica bugrina tenha a mesma visão do que a minha.

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