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Guarani arranca empate no derradeiro minuto de partida

  • 19/01/2026

Seria um tremendo castigo se o Guarani saísse derrotado pelo Santos na noite deste domingo, em Campinas.

Na última jogada da partida, aos 51 minutos, em cobrança de escanteio pela esquerda, o garoto da base Kewen cabeceou a bola no canto direito do goleiro Gabriel Brasão e decretou o empate por 1 a 1.

Foi um jogo com participação ativa dos goleiros Brasão e Caíque França, de Santos e Guarani respectivamente, o que evidencia chances de gols criadas de ambos os lados.

GUARANI BEM DIFERENTE

Nada a ver com aquele Guarani que provocou desconfiança em seus torcedores nas duas rodadas anteriores deste Paulistão.

Evidente que a equipe ainda depende de alguns ajustes, mas a melhora de rendimento foi substancial neste domingo.

Já se viu jogadas de velocidade quando a equipe retomava a posse de bola no campo defensivo, e sabiamente o treinador Matheus Costa providenciou duas providenciais mudanças para iniciar o jogo.

Se a lentidão do zagueiro Rafael Donato foi preocupante em jogos anteriores, Maurício Antonio o substituiu com vantagem.

Se Diego Torres não justificava a titularidade, natural que se recorresse ao meia Isaque, com rendimento melhor até sentir cansaço.

E das substituições do Guarani no transcorrer da partida, a entrada de Dentinho, no lugar de Mirandinha, foi vantajosa, visto que levou vantagem sobre os marcadores e exigiu boa defesa de Brasão.

SANTOS COMEÇOU MAL

Como o Santos entrou sonolento na partida, o Guarani começou dando as ‘cartas’ e mostrando mais intensidade ofensiva nos primeiros dez minutos, explorando o lado esquerdo, com descidas do lateral Emerson.

Assim, assustou com chegada do centroavante Maranhão, que finalizou para fora, com menos de um minuto.

Já aos dez, o lateral bugrino Emerson fez o cruzamento para o interior da área, mas a finalização do atacante Mirandinha não teve direção.

Depois disso, o Santos foi se despertando na partida e criou as melhores oportunidades, exigindo duas defesas notáveis do goleiro Caíque França.

Em ambas ocasiões, ele apareceu em finalizações do atacante Barreal, aos 40 e 45 minutos.

Na primeira, encurtou o ângulo e a bola explodiu em suas pernas. Depois, em chute forte no canto esquerdo, quando se esticou e evitou o gol santista.

MARANHÃO E O PÊNALTI

Exatamente como no início da partida, Maranhão desperdiçou chance clara logo após o intervalo, ao chutar a bola nas pernas de Brasão.

Como o Guarani repetia a intensidade do começo do primeiro tempo, uma bola cruzada tocou no braço do zagueiro santista Zé Ivaldo, em pênalti claro logo aos quatro minutos.

Foi quando o ‘fominha’ do Mirandinha se apoderou da bola para a cobrança, permitindo que Brasão praticasse a defesa, no canto direito.

SANTOS NA FRENTE

Como autêntica cópia do primeiro tempo, o Santos só se ajustou depois dos 11 minutos e até chegou ao gol em arremate de Taciano, mas seu companheiro Lautaro estava impedido e o lance foi invalidado.

A insistência dos santistas pelo corredor esquerdo de seu ataque resultou em bola cruzada ao encontro de Barreal, que completou para a rede aos 13 minutos.

O Guarani sentiu o impacto da desvantagem no placar, e só se reencontrou em campo após a entrada do atacante Dentinho, no lugar de Mirandinha.

Todavia, Cachoeira nada acrescentou ao substituir Guilherme Parede.

Como o time bugrino insistiu em busca do gol de empate, foi compensado no final da partida.

PROTESTO DE PONTEPRETANOS

Na postagem anterior, texto sobre torcedores da Ponte Preta, que programaram um protesto contra a diretoria executiva do clube, a partir das 19h desta segunda-feira, em frente ao estádio.

O descontentamento tem sido generalizado pelo fato de o clube não poder inscrever jogadores contratados, por causa de dívidas não quitadas

MEMÓRIAS DO FUTEBOL

Até que seja normalizado o dispositivo habitual para acesso ao áudio do quadro Memórias do Futebol, a opção para ouvi-lo, provisoriamente, continua sendo o botão geral de áudio, localizado logo abaixo de minha foto.

Desta vez, não há um personagem em foco, pois o assunto abordado refere-se aos tempos em que se permitia fogos de artifício nos estádio e os reais motivos da proibição, há quase 50 anos.

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Comentário

  • janeiro 19, 2026
    Carlos Agostinis

    Foi pura falta de competência, no primeiro lance do Maranhão , penar a bola daquele jeito , depois duas incompetências seguidas do Sr Mirandinha , primeiro errou o tapa , quando era pra dominar a bola , segundo não sabe bater pênalti …depois o Maranhão cara a cara com o goleiro chutou a bola no pé dele…..merecia sim ter ganhado o jogo com folga , achei que o teimoso do Matheus hoje resolveu mudar o esquema , ou fez por conta , ou deram carta branca pra ele agora ….sei lá eu ….vermos lá no velo…..que não seja velório….

  • janeiro 19, 2026
    Herald

    Contra o Santos foi a melhor partida do Guarani até o momento. Time mostrou mais determinação, além da evolução física e tática. Num jogo bastante disputado, contra um dos “grandes”, o time teve forças para correr até o final, quando conseguiu o empate. Taticamente, o time esteve mais ajustado em campo e, por várias vezes vimos triangulações e mais rapidez e acerto nas trocas de passes, “furando” a marcação e envolvendo a equipe santista. Também vi evolução no aspecto mental, pois mesmo depois de perder um pênalti e sofrer um gol, a equipe não se deixou abater (coisa que costuma ocorrer com frequencia no Bugre) e continuou “martelando” em busca de um melhor resultado. Esse conjunto de fatores provavelmente contribuiu para a melhora de alguns jogadores no aspecto técnico. E que brilhante estréia – de 7 minutos – do garoto Kewen.

  • janeiro 19, 2026
    Herald - II

    Também devemos dizer que faltou tranquilidade, frieza e técnica ao Maranhão em dois lances frente ao goleiro. Poderia ter colocado o Bugre em vantagem no placar. Faltou também maior atenção na marcação do lado esquerdo do ataque santista, por onde passaram as melhores jogadas do adversário. Há que considerar que o Raphael não é lateral. Portanto, era necessária maior cobertura naquele setor, seja da zaga ou dos volantes. Espero que o time continue melhorando, no futebol jogado e, consequentemente, na tabela de classificação. Os dois próximos jogos, mesmo fora de casa, não são favas contadas, mas são passíveis de vitória. É manter o foco e a seriedade. E parabenizar a torcida, que mesmo diante da péssima posição na tabela e das trapalhadas dos dirigentes do clube, colocou mais de 10.000 bugrinos no Brinco, totalizando até o momento quase 18.000 torcedores em 2 jogos.

  • janeiro 19, 2026
    Léo-PR

    Ari agora esse protesto da torcida da Ponte veio tarde demais, pode pagar a conta livrar da transfer ban registrar os jogadores qualquer coisa que eles ficarem agora não vai resolver, comece o planejamento pra série B, no paulistão a Ponte é o primeiro time rebaixado pra série A2.

  • janeiro 19, 2026
    Léo-PR

    Moita Fernando Fumagalli jogava muito, cobrava pênaltis falta, foi nosso último camisa 10 de verdade, não me lembro bem o ano, numa série C jogando aqui em Londrina ele perdeu um pênalti no mesmo jogo saiu o segundo pênalti ele converteu.

  • janeiro 19, 2026
    Jose Ricardo

    O Guarani não pode depender exclusivamente de contra-ataques puxados por Mirandinha. Encarou o Santos de igual pra igual e poderia ter vencido o jogo, para desespero dos narradores da TV que, pra não variar, claramente torciam para o Santos. Já o Santos tem bom treinador, mas a equipe é bem fraquinha, Neymar dificilmente atuará no paulistinha e o Gabigol pelo visto produzirá muita fumaça e pouco futebol. Nesse paulistinha o Palmeiras é mais do que nunca favorito ao título.

  • janeiro 19, 2026
    O Moita

    Pênalti bem batido, nenhum goleiro no mundo pega! Ou seja, com força e pelo alto, como fazia Fernando Fumagalli (que eu nunca vi perder pênalti). Aliás, quem treina cobranças de pênaltis no Guarani? Com certeza não é o Mirandinha (se é que tem alguém que treina).

    • janeiro 19, 2026
      João da Teixeira

      Mirandinha perdeu aquele gol feito e não quis ficar por baixo, no pênalti, pegou a bola, pôs embaixo do braço, não deu satisfação pra ninguém e saiu pra ser feliz, não foi!

  • janeiro 19, 2026
    O Moita

    Cachoeira??? Kauã Jesus??? Mirandinha batedor de pênalti??? Qual treinador escalaria estes 3? Nenhum!! Exatamente, nenhum – é o que o Guarani tem hoje – ou melhor, não tem! Afinal, porque voltaram atrás da demissão do cagão? Fora!!!

  • janeiro 19, 2026
    Léo-PR

    Ari no futebol normalmente a culpa cai sempre nas costas do treinador, mais não foi culpa do treinador a expulsão de Lucca contra Novorizontino, ontem seu Mirandinha que nunca foi batedor de pênaltis se encarregou e fez merda, mesmo com melhora se o Guarani não tivesse chegado ao empate hoje estaria discutindo porque mantiveram o Mateus Costa, tá muito claro nosso salvador da pátria já se foi, Osvaldo Álvares o Vadão, agora o time começar o paulista sem um lateral direito de origem, apostaram no Cicinho que todos já era sabido que ele não tem mais idade pra fazer a função, mais esse empate significa muito temos ainda Ponte e Botafogo em casa pra cumprir o objetivo de não ser rebaixado no paulistão é só isso nada mais.

  • janeiro 19, 2026
    João da Teixeira

    Caique, o Salvador da Pátria bugrina foi o melhor em campo, seguido de Frazão, Arãon e Kewen, o encantador de bola na área adversária, mas o Santos é um time meia boca, o que fez o bugre melhorar seu futebol em geral. Enquanto isso na Ponte, a dura realidade dos incompetentes marchando pra 2° Divisão do Paulista novamente. Precisa ser muito cara de tacho, não ver a multidão estar descontente…

  • janeiro 19, 2026
    Luiz Otto Heimpel

    O Bugre melhorou em relação aos outros jogos. Nada de fantástico mas mostrou lampejos de melhor futebol.Caique muito bem. A defesa mais segura embora o Rafael improvisado na lateral falhasse no gol do Santos( que foi sem querer do Barreal.) No penal perdido foi mais mérito do goleiro do que falha na cobrança.Enfim, houve melhoria mas ainda falta muito para entusiasmar.

    • janeiro 19, 2026
      João da Teixeira

      Jogou diferente, o bugre foi igual ao Suflair, “Diferente, diferente, Suflair, o chocolate cheio de buracos da Nestlè”…

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