Pergunta do pontepretano: qual o peso das perdas dos jogadores que se desligaram do clube, no final do ano passado?
Provavelmente aquele que mais fará falta é o zagueiro Wanderson, que se desligou do clube e ainda entrou com processo na Justiça.
Lateral-esquerdo Artur atingiu estágio decadente. Não repetiu a condição física do passado, quando aparecia de forma contínua ao ataque.
Que os volantes Luiz Felipe e Léo Oliveira terminaram bem a Série C, é fato.
Não nos esqueçamos que antes da chegada do treinador Marcelo Fernandes eram colocados como opções de banco, quer de Dudu, quer de Lucas Cândido.
SERGINHO E JONAS TORÓ
O meia Serginho alternou bastante, enquanto o atacante Jonas Toró tinha pouco espaço entre os titulares com o então treinador Alberto Valentim, mas efetivado, posteriormente, convenceu.
Vejam que igualmente Toró não havia conseguido corresponder no Botafogo de Ribeirão Preto, antes de vir a Campinas.
Pelo que se observa, a estratégia técnica-tática de Marcelo Fernandes foi decisiva para ganho no condicionamento dos citados atletas.
Logo, isso não representa certeza se terão o mesmo aproveitamento em outro clube.
DIEGO TAVARES
Talvez teria sido o caso de se tentar a manutenção do atacante de beirada Diego Tavares, entretanto com melhor aproveitamento improvisado como lateral direito.
Neste caso, seria explorada a velocidade dele para transição ao ataque, e a certeza que, pela facilidade de recomposição, certamente daria conta de recado na marcação.
Sobre aqueles jogadores que estão chegando, vamos esperar mais um pouco, pois sequer haviam sido registrados na Federação Paulista de Futebol até a semana passada.