A vantagem de assistir jogos aos montes me possibilita avaliar quem é quem para a próxima Série C do Brasileiro.
De certo os incrédulos até suspeitaram dos rasgados elogios reiteradamente feitos ao Maringá, pela aplicação tática da equipe e força física invejável para ser tão competitivo.
E agora José?
Falar o que após essa goleada por 3 a 0 aplicada sobre o Athletico Paranaense, no ‘fortim’ do adversá rio?
Pois foi jogo que valia vaga à finalíssima do Campeonato Paranaense, e ela ficou com o Maringá, que vai decidir contra o Operá rio.
O Maringá, que em quatro anos disputa o título estadual pela terceira vez, já avançou em duas rodadas na atual Copa do Brasil, passando por Juventude e União do Tocantins.
GUARANI
Tenho alertado principalmente aos homens do futebol do Guarani para que prestem atenção naquilo que virá pela frente, logo na estreia do clube na Série C do Brasileiro.
Se olharam e tiveram a percepção da alta incidência de desarme do Maringá , ótimo.
Se conferiram que diante de qualquer adversário o time joga no ‘mano a mano’, ou ‘pau a pau’ – como se diz na gíria do futebol – é bom sentido.
Se constataram que o time tem muita velocidade para puxar contra-ataques, de certo vão procurar medidas alternativas para se precaver.
No primeiro tempo diante do Athletico Paranaense, foi jogo disputado lá e cá.
Como o Maringá marcou gol quase no final daquele período, em cabeçada certeira do centroavante Maranhão, evidente que o time não iria se expor após o intervalo, até porque o mandante adiantaria as suas linhas e passaria a oferecer a opção de contra-ataques.
E desse jeito o Maringá marcou mais dois gols, assim como poderia até ampliar a vantagem.
MAURICIO SOUZA
Tá longe ainda o jogo: dia 12 ou 13 de abril, mas o que se espera é que o treinador bugrino Maurício Souza esteja ciente de tudo isso.
Não só ele, como a Ponte Preta também, pois com essa aceleração, de certo o Maringá entra na competição com claras chances de acesso à Série B.
Isso se continuar assim, mas futebol é dinâmico. Aquilo que se enxerga hoje nem sempre se confere amanhã.
SÓCRATES
Aí o parceiro e radialista Carlos Batista levanta o assunto negociação frustrada da vinda do saudoso meia Sócrates à Ponte Preta, no programa de esportes da Rádio Bandeirantes–Campinas, e havia ficado a dúvida sobre a data do ocorrido.
O comentarista Waldemir Gomes, o Tigrão, acertou na ‘lata’ sobre quem presidia o clube à época, caso do saudoso Carlos Vacchiano.
Aí enviei mensagem de imediato ao Batista, sobre o dia oito de agosto de 1985.
Ficou fácil a lembrança, pois enquanto o saudoso Sidney Virginelli, o Sidão – diretor da Torcida Jovem – carregava Sócrates nos ombros, na mesma noite nascia minha filha Ariane.