MEMÓRIAS DO FUTEBOL
CADÊ VOCÊ?
INFORMACÃO

Dalmo, inventor da paradinha nos pênaltis, começou no Guarani

  • 17/03/2025

Há quase 81 anos estreava na equipe do Guarani o então zagueiro Dalmo Gaspar, que ficou no clube até janeiro de 1957, quando se transferiu ao Santos.

Falecido em 2015, aos 82 anos de idade, ele é assunto da pauta para se dirimir dúvida sobre a origem da paradinha em cobranças de pênaltis no futebol brasileiro.

PEPE

Se muitos ainda atribuem à iniciativa ao saudoso ‘rei’ Pelé, o ex-ponteiro-esquerdo Pepe corrige, ao citar que o inventor foi o lateral-esquerdo Dalmo, quando foram parceiros no Santos a partir de 1957, inclusive até hoje lembrado por ter marcado o gol decisivo do título Mundial Interclubes dos santistas sobre o Milan (ITA), por 1 a 0, no Estádio do Maracanã, em 1963, em cobrança de pênalti, visto que o lesionado Pelé desfalcou a equipe naquela ocasião, num time que teve essa formação: Gylmar; Ismael, Mauro, Haroldo e Dalmo; Lima e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Almir e Pepe.

ESTREIA NO GUARANI

Dalmo estreou no Guarani na vitória por 2 a 0 sobre o XV de Jaú, no Estádio Brinco de Ouro, em outubro de 1954, atuando como zagueiro central.

Na ocasião, a equipe bugrina já contava com nomes relevantes como o saudoso meia Fifi e centroavante Piolim.

Três anos depois, seguiu carreira naquele glorioso time santista, ocasião que foi escalado em todas as posições do sistema defensivo, mas a identificação foi na lateral-esquerda.

Em julho de 1965, na derrota do Guarani para o América por 3 a 2, em São Jose do Rio Preto, Dalmo havia voltado a vestir a camisa bugrina, em passagem prolongada no clube até outubro do ano seguinte, na derrota por 2 a 0 para o Corinthians, em Campinas.

Na ocasião, o quarteto defensivo do Guarani contava com essa formação: Deleu, Paulo Davoli, Eraldo e Dalmo.

PAULISTA DE JUNDIAÍ

O final da carreira de Dalmo foi em 1967, como zagueiro central do Paulista de Jundiaí, cidade que nasceu e se aposentou como funcionário público.

Depois, integrou a equipe de esportes da Rádio Cidade Jundiaí – AM 730, como comentarista, e só se distanciou da terrinha quando projetou que pudesse seguir a carreira de treinador, e um dos clubes que dirigiu foi o Catanduvense, mas, com percepção que não prosperaria na função, tratou de abandoná-la.

CHUTEIRA DE BORRACHA

Ele mesmo informou ter sido o primeiro jogador brasileiro a utilizar chuteira de borracha no País. O presente foi dado por Pelé em uma das excursões do Santos ao exterior.

Mais postagens

Vitória do México em jogo bem aquém para abertura da Copa do Mundo

Na postagem anterior o assunto ainda é sobre Ponte Preta, com abordagem do desligamento do treinador interino Edson Boaro do clube. Na largada da Copa

Saiba mais

De um dia para o outro Édson Boaro preferiu mudar de decisão

Que o treinador Édson Boaro tem toda razão de se desligar da Ponte Preta, após ficar 15 meses sem receber salários, é fato. Por sinal,

Saiba mais

Zanardi chega na Ponte Preta; e que não feche os olhos como Édson Boaro

Sabiamente o Departamento de Futebol da Ponte Preta soube jogar um balde de água fria no aquecido clima no clube, com mais um tropeço em

Saiba mais

Além da pobreza técnica, Ponte Preta é mal escalada na derrota para o Cuiabá

Essa derrota da Ponte Preta para o Cuiabá por 2 a 1, em Campinas, na noite desta terça-feira, escancara uma verdade nua e crua: é

Saiba mais
Page1 Page2

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Facebook-f Twitter Tumblr Instagram

© 2024 FUTEBOL INTERIOR