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Zagueiro Paulo André decolou no Guarani

  • 31/05/2024

No futebol, há situações que, por mais que se busque justificativa plausível, não se encontra.

Não estariam São Paulo e Vasco tão enganados quando não apostaram no futebol do ex-zagueiro Paulo André.

Formado nas categorias de base do Tricolor paulista, lá o atleta não prosperou, assim como no Vasco.

GUARANI

Na chegada ao Guarani em 2003, ele não teve vaga de imediato na equipe principal, pois a formação da dupla de zaga era formada por Paulão e Bruno Quadros.

Assim, sobrou-lhe espaço apenas na equipe B bugrina, montada para a disputa da Copa Estado de São Paulo e dirigida pelo treinador Jair Picerni.

A estreia naquela competição foi com vitória em Itu por 1 a 0, sobre o Ituano, no dia seis de junho daquela temporada.

À época, o compartimento defensivo era formado por Filippi; Patrício, Leonardo, Paulo André e Paulo Henrique.

JOEL SANTANA

Paulo André passou o restante daquele ano na equipe B, só ganhando espaço na equipe principal na temporada seguinte, com o treinador Joel Santana, que havia adotado o estilo três zagueiros: Paulo André, Juninho e Tiago.

Depois, na volta ao tradicional compartimento defensivo com quatro jogadores, já havia sido fixado e tornou-se intocável pela capacidade de antecipação, desarme e valorização na saída de bola de trás.

A trajetória em ascensão resultou em passagem pelo Athletico Paranaense, com reconhecimento do prêmio Bola de Prata da Revista Placar, entre os cinco cinco melhores zagueiros do País.

Dali foi jogar no Le Mans da França, mas atingiu o auge na carreira a partir de 2009 no Corinthians, onde ficou até 2014, com conquistas dos títulos na Libertadores e Mundial de Clubes de 2012.

Ele prosseguiu na carreira até 2019, com passagens pelo Shanghaï Shenhua da China, Cruzeiro, e os três últimos anos novamente no Athletico Paranaense.

INSTITUTO

Paulo André Cren Benini, 40 anos de idade, criou o instituto que leva o seu nome, com atuação nas áreas de esporte e cultura, para contemplar crianças e jovens, com sede em Campinas, cidade que nasceu e defende daqueles que fazem piada contra ela.

Adepto de leitura e culto, lançou o livro ‘O Jogo da Minha Vida’, que conta histórias e reflexões de um atleta.

Na adolescência, praticou tênis e disse que poderia ser mais bem-sucedido na modalidade comparativamente ao futebol, mas reclamou da falta de incentivo financeiro para continuar nela.

À época, também jogava futsal no clube Banco do Brasil, de Campinas.

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Comentário

  • junho 18, 2024
    João da Teixeira

    Já vivendo na fase decadente do futebol no Brasil, tendo referência 2014 e os 7×1 tomado pelo Brasil na Copa, onde o “status” dos jogadores era mais importante do que o próprio futebol, se tornou, mais do que um futebolista, um sindicalista nato, e como todo sindicalista, um “bon vivant”. É a cara da esquerda, socialista, fazer benesses com as coisas dos outros e ser capitalista com os interesses próprios, o “bon vivant”, na verdadeira acepção. Um dia o jornalista Vitor Sérgio Rodrigues escreveu, ao se colocarem como vítimas, eles manipulam a opinião pública a seu favor. Assim, a moral dada a eles é nociva ao próprio “movimento Bom Senso F.C.”, pois tira a visão da realidade no meio esportivo.

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