MEMÓRIAS DO FUTEBOL
CADÊ VOCÊ?
INFORMACÃO

Macedo fez até gol em dérbi na passagem pela Ponte Preta

  • 08/05/2024

Entre 2000 e 2003, o atacante Natanael dos Santos Macedo – hoje com 54 anos de idade – passou pela Ponte Preta, identificado no futebol pelo sobrenome.

E não apenas sentiu ‘cheiro’ do dérbi campineiro como deixou a sua marca com gol no empate por 1 a 1, no Estádio Moisés Lucarelli, no dia 21 de outubro de 2001, com público de 17.125 pagantes.

Na ocasião, o time pontepretano, comandado pelo saudoso treinador Oswaldo Alvarez, o Vadão, contou com essa formação: Alexandre Negri, Carlos Alexandre (Marco Aurélio), Rodrigo, Alex e Elivélton; Fabinho (André Santos), Mineiro, Piá (Marquinhos) e Dionísio; Macedo e Washington.

Do histórico de 108 jogos pela Ponte Preta, Macedo marcou 32 gols, ocasião que retornou ao Rio Branco de Americana, onde começou a sua história no futebol em 1990.

Ainda jogou no Fortaleza, Joinville, Taubaté, Atlético Sorocaba, Comercial de Ribeirão Preto, Itabaiana, Operário e União Mogi (SP) em 2009.

CONTA ZERADA

Incontinenti, ao se fixar na cidade Americana (SP), a conta bancária estava quase zerada, e precisou até contar com a ‘graninha’ proposta por clubes amadores – que girava entre R$ 100 a R$ 300 -, na disputa de jogos varzeanos, para ajudar no sustento.

Foi reflexo de torrar o dinheirão ganhado no período áureo da carreira nos anos 90 do século passado, na gastança com carrões, bebidas, baladas e mulherada.

SÃO PAULO

Se a trajetória de Macedo na última década da carreira foi de decadência, isso constrata com período de aplausos no São Paulo, com conquista até de título Mundial de Clubes.

Antes disso, pela Libertadores de 1992, na decisão contra o Newell’s Old Boys, da Argentina, no Estádio do Morumbi, Macedo entrou no segundo tempo e sofreu pênalti convertido por Raí. O resultado de 1 a 0 levou a decisão aos pênaltis, e o São Paulo conquistou o título.

Foi o período do Macedo veloz e homem gol. A recompensa foram duas convocações à Seleção Brasileira.

ESPANHA

Em 1993, ele se transferiu por empréstimo ao Cádiz, da Espanha, porém ao não se adaptar forçou o retorno ao Brasil e deu sequência na carreira com camisas de Cruzeiro, Santos e Grêmio.

No Cruzeiro, ingenuamente emprestou o seu carro para então juvenil Ronaldo Fenômeno, ainda sem habilitação.

Consequência: o inexperiente motorista colidiu o veículo com outro e, sem que Ronaldo tivesse dinheiro para ressarci-lo do prejuízo, ficou tudo por isso mesmo.

Mais postagens

Apreensão do Flamengo e grandes clubes com o fim das bets

Se essa MP (Medida Provisória) editada pelo presidente Lula, de acabar com as bets, não for revogada durante 60 dias, ou com prorrogação totalizando 120

Saiba mais

Clubes de futebol são dependentes das bets: e agora sem elas?

Que ‘encrencaiada’ foi provocada pelo presidente do Brasil Lula, na questão das bets. Em dezembro de 2023, ele assinou a MP (Medida Provisória), posteriormente sancionada,

Saiba mais

Um empate da Seleção Brasileira com Austrália dentro da normalidade

Saí de uma papelaria, após recolher cópias de documentos na manhã desta sexta-feira, eis que cruzo com um velhinho, como eu, com bengala de apoio

Saiba mais

Torcedor volta as atenções ao seu clube; Seleção Brasileira está num terceiro plano

Quem diria que fosse chegar o dia do apaixonado por futebol, e consequentemente da Seleção Brasileira, não estivesse nem aí em jogo dela contra a

Saiba mais
Page1 Page2

Comentário

  • maio 16, 2024
    João da Teixeira

    Esse time da Ponte, que na época era um time razoável, hoje seria um senhor time, com Alexandre Negri, Carlos Alexandre (Marco Aurélio), Rodrigo, Alex e Elivélton; Fabinho (André Santos), Mineiro, Piá (Marquinhos) e Dionísio; Macedo e Washington. Mineiro, Dionísio e Washington Coração Valente, dispensavam comentários…

  • maio 16, 2024
    João da Teixeira

    O grande problema de muitos jogadores é não ter educação financeira nos tempos de “vacas gordas”, e orientação de familiares e pessoas pra não ficar em situação difícil no final da vida. Um sofrimento atroz por não ter tido esse cuidado financeiro. Muitos “amigos” com dinheiro, pouquíssimos sem, talvez nenhum. Macedo foi craque de bola, fazia a diferença e sabia como pouco enfrentar os goleiros nas inúmeras oportunidades que se apresentava. Era um Cano melhorado, pois além de goleador, era veloz e driblava muito bem.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Facebook-f Twitter Tumblr Instagram

© 2024 FUTEBOL INTERIOR