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Condicionamento físico do meia Élvis precisa ser analisado

  • 24/04/2024

No dia dois de janeiro passado, quando o pontepretano ainda curtia a virada do ano e se desligava das coisas do futebol, publiquei texto com pergunta curta e grossa sobre o meia Élvis: será que alguém vai conseguir convencê-lo da necessidade de perder peso?

Esse deveria ser assunto obrigatório quando da discussão da renovação de contrato dele, pois sai de um clube e entra em outro sem que atinja a plenitude do peso.

Citei, quando da renovação de contrato, que deveria prevalecer cláusula com definição de um salário fixo e complementação de receita através de produtividade, por participações em jogos.

Logo, se convencionaria que, estando em forma, teria presença garantida na escalação da equipe, até porque ninguém jamais pode discutir a qualidade técnica dele.

Como o momento do futebol é outro, em que o atleta precisa ser participativo fisicamente nos jogos, convenhamos que não dá para encarar como normalidade Élvis andando literalmente em campo.

E AÍ BRIGATTI?

Difícil entender que o treinador João Brigatti – um tempão na estrada do futebol, desde os seus tempos de atleta – pense diferente da gente sobre o assunto.

Ora, então por que não assume a situação de comandante para a devida tomada de decisão: deixar o atleta de fora até que se recondicione minimamente para ser mais participativo nos jogos.

Partindo-se do pressuposto que Brigatti esteja enxergando o óbvio, não quero crer que alguma intromissão interna no clube tenha atuado para que o atleta seja escalado, sem o comprometimento de se condicionar minimamente.

EXAGERO

Décadas passadas, quando fui repórter setoristas de clubes de futebol, os motivos eram diversos para jogadores não controlarem o peso.

Flagrei um deles consumindo abusivamente três pastéis seguidos em feira ao redor do Estádio Brinco de Ouro, depois do treino matinal do Guarani, e antes do almoço.

Ora, como controlar o peso?

Consumo exagerado de refrigerante e cerveja foi motivo para a constatação de quilinhos a mais de boleiro na pesagem obrigatória à época, logo pela manhã.

Sabe-se lá quais os motivos que implicam em ganho de peso para o meia Élvis, mas desde que acompanho a carreira dele, a partir de 2019, no Oeste, já havia uma ‘briga’ com a balança.

E assim continuou no Cuiabá, Goiás e Ponte Preta, após a chegada em 2022.

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Comentário

  • abril 24, 2024
    Barba

    Elvis é craque e pode resolver saindo do banco. Pra domingo o meio de campo ideal seria: Emerson Santos, Dudu Vieira, Emerson e Dodô. E na frente Jeh e Gabriel Novaes dariam samba. Alem de um banco de qualidade.

  • abril 24, 2024
    Jose Ricardo

    Ari só penso em duas situações: Ou é relaxo do jogador somada a complacência de diversas comissões técnicas ou ele tem algum problema de natureza médica assim como a atleta de vôlei Suelen, líbero do Praia Clube. Suelen sempre teve problema com peso. Um dia a fisiologista do clube deu uma entrevista e falou que ela tinha um problema médico de natureza endocrinológica que aumentava a absorção de calorias e ganho de massa, portanto mesmo a carga de exercícios sendo maior que as demais atletas, a queima de calorias dela era menor, compreensível. Mas o que acontece com Élvis? É relaxo/complacência ou problema médico?

  • abril 24, 2024
    João da Teixeira

    Enquanto o Galo mineiro fez 3 no Peñarol e depois deu susto em sua torcida, tomando 2 gols em sequência na Libertadores, o Cúrinthians continua aprontando pra sua torcida no Brasileirão estando com 1 ponto no Z4 e tbem perdendo na Sulamericana por 1×0 do Argentinos Jr. De qquer jeito, não tem jeito…

  • abril 24, 2024
    João da Teixeira

    Pois é Ari, em terra de cego, quem tem um olho é rei, e como rei, faz o que quer… A explicação dos dirigentes é essa para mantê-lo como titular, mesmo jogando na maioria do tempo com 10 em campo…

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