Que a Ponte Preta tenha critério na reformulação

Fugindo à regra, nesta segunda-feira duas postagem. Na anterior, citação sobre o livro de autoria do pontepretano Moacir do Valle, que narra momentos do futebol do clube de 1970 a 1980, porém mistura ficção com realidade.

Como de hábito, às segundas-feiras a coluna Cadê Você é atualizada, e cabe abordagem do personagem e ex-atacante pontepretano Régis Pitbull. Vídeo viraliza nas redes sociais mostrando motorista de ônibus dando dinheiro ao ex-jogador, mas ele jura que não é pedinte. E confessa que ainda não escapou do vício do crack.

Ponte Preta atravessa período de turbulência dentro e fora de campo.

É sabido que há uma guerra de poder no clube. Logo, que autoridades competentes investiguem denúncias de corrupção para identificar embasamento.

Exceto raríssimas exceções, em se tratando de cartolas fico sempre com um pé atrás.

Por sinal, não é desprezível a frase feita do ex-treinador do Guarani nos anos 70, Diede Lameiro, quando citava que 'todos os cartolas calçam quarenta'.

RESTRUTURAÇÃO

Já não cabe rediscutir erros no Departamento de Futebol da Ponte Preta ao longo do campeonato, a menos que a pauta sirva de comparativo para não cometê-los novamente.

Imprescindível que seja feita criteriosa peneirada neste quantitativo elenco e dizimá-lo.

Quero crer que dirigentes não cometeram absurdo de pagar salários de R$ 80 e R$ 100 mil para quaisquer dos jogadores do elenco. Se cometeram, tenha a santa paciência! Seria muito dinheiro jogado no ralo.

Quando se faz planilha para reforços, é sabido que dificilmente os boleiros não sejam representados por empresários. Pois então discutam e negociem com aqueles cujos atletas de fato interessem ao clube. Portanto, distanciem dos outros que procuram empurrar jogador 'meia boca' pra cá.

Claro que clube do porte de Ponte Preta não dispõe de sobra financeira para alto investimento. Logo, algumas apostas são inevitáveis, mesmo sujeitas a equívocos.

REFORÇOS

Se é que serve de subsídio para o Departamento de Futebol da Ponte Preta, o goleiro Carlos Eduardo, do Brasil de Pelotas, realizou uma Série B regularíssima.

Significativamente mais útil de que Renato Cajá é o meia Marcelo (foto), do Operário de Ponta Grossa, mesmo time que conta com o funcional volante Índio, comparativamente melhor de que Édson, Washington e Camilo.Apesar dos quilinhos a mais que limitam a sua movimentação, o meia Élvis, do Oeste, sabe jogar, assim como Alê, do Cuiabá, embora cobre-se mais mais rapidez.Pelo menos contra o Guarani o rápido atacante Lucas Braga, do Cuiabá, deixou impressão favorável. Cabe, sim, verificação sobre manutenção da regularidade em outras partidas.

Claro que são apenas sugestões, que obrigatoriamente devem passar pelo crivo de dirigentes, que podem ser bugrinos igualmente.