12
JUN
Torcedor do Paysandu está na bronca com o time, de acordo com jornal paraense

Sobre a decisão do treinador do Guarani Oswaldo Alvarez, o Vadão, de proceder o retorno à equipe do meia Fumagalli à equipe, transfiro a você, caro parceiro, o espaço para opinar.

Vadão fala em dúvida se escolhe Samudio ou Claudinho para o jogo da noite desta terça-feira em Campinas, contra o Paysandu.

Vou fazer diferente. Trazer aos parceiros a bronca do torcedor do Paysandu, manifestada no jornal Diário, de Belém do Pará, na edição de domingo.

Antonio Brandão chama o Papão de timinho e continua: com o centroavante (afinal quem disse que esse perna de pau tem futebol para jogar em time da Série B). Pô, o Monga na área dá mais trabalho e faz gol. Houve a segunda derrota em casa e do jeito que está desenhado virá muito mais. O time não emplaca. Desses bondes que estão no clube não dá para salvar dois. Ainda sobrevive a garra do Emerson e do Augusto Recife. O resto pode dá descarga. É um alto e baixo constante”.

O leitor não informou o nome do centroavante do Papão que alfinetou.

CHAMUSCA

O leitor que usou o pseudônimo de Rampampelo fez questão de citar três culpados para a derrota do Paysandu diante do Goiás, no Estádio Mangueirão, ênfase para o treinador Marcelo Chamusca.

“O time não tem uma jogada ensaiada, não sabe prender a bola na hora que precisa, etc, etc... Ayrton quer bater todas as faltas e não sabe. Leandro Carvalho dribla muito, mas não sabe passar nem chutar com pé esquerdo e até com o direito erra muito.

Por fim, o leitor paraense Sérgio Guerra criticou o público de 5.495 pagantes e 7.095 no total para o jogo Paysandu e Goiás. “Que vergonha! Deixa de olho gordo e baixa os preços dos ingressos. O PSC não vive mais de bilheteria. Vê se baixa os preços para o público voltar aos jogos”.

  • João da Teixeira
    13/06/2017 08:49

    Na verdade o Payssandu tem como mascote o Papão que tem origem no Bicho Papão, que as criancinhas aprendes logo cedo a ter medo dele. Só faltava o bugre ter medo de Bicho Papão!!! Agora voltando ao assunto de saborear uma papa no frio, tomar uma "canja" no frio também tem tudo a ver...rs, rs, rs...

  • João da Teixeira
    13/06/2017 08:48

    Parece que o problema de dinheiro é Nacional. Lá também o pessoal está sem dinheiro devido aos ladrões corruptos do governo, mas os dirigentes não quer nem saber, aumenta o preço dos ingressos e com isso diminui o público. Se o dinheiro aos clubes não vem mais pelas rendas nos jogos e sim pela TV, porque não reduzir o valor do ingresso? Reduzir num preço tal, de forma que fique mais caro para o público comum do que para o sócio torcedor.

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11
JUN
Vitória sobre Chapecoense não mascara deficiências da Ponte Preta

Colunas Informacão, Anda Campinas, áudio Memórias do Futebol e Cadê Você, lembrando do ex-atacante Marcelo Vitta revelado pelo Guarani, estão atualizadas.

Há males que vem pra bem para a Ponte Preta na vitória sobre a Chapecoense por 3 a 2.

Aqueles dois gols sofridos em dois minutos, a partir dos 26 do segundo tempo, seguidos de pressão que colocou em risco a vitória, é um claro alerta que a então elástica vantagem no placar da Ponte Preta, por três gols de diferença, não refletia com fidelidade o rendimento das equipes em campo.

CHAPE ATACA

Foi um primeiro tempo em que a Chapecoense doou dois gols à Ponte Preta, que nada mais fez ofensivamente além desse aproveitamento de 100% das oportunidades.

Renato Cajá e Emerson Sheik começam jogando contra a Chapecoense
Renato Cajá e Emerson Sheik começam jogando contra a Chapecoense
O time catarinense veio a Campinas, na tarde deste domingo, para propor o jogo, organizado num 4-3-3 adicionado a avanços consecutivos dos laterais Apodi e Reinaldo.

Como o treinador pontepretano Gilson Kleina previu o adversário resguardado, arriscou a escalação com dois meias - Léo Artur e Renato Cajá -, jogadores fragilizados na marcação. Logo, isso provocou sobrecarga aos volantes Naldo e Wendel, e obrigou o atacante Lucca a recuar seguidamente para conter o ímpeto ofensivo do adversário pelo lado esquerdo defensivo da Ponte.

Naquele cenário, os laterais pontepretanos Nino Paraíba e João Lucas ficaram basicamente presos à marcação, num claro indicativo que a Ponte só chegaria ao gol explorando contra-ataques.

Dito e feito. Aos 16 minutos, Lucca ‘roubou’ a bola e a alongou para Renato Cajá, ajudado na jogada pelo escorregão do volante Moisés Gaúcho dos catarinenses. O meia pontepretano caminhou livre e finalizou fora do alcance do goleiro Jandrei.

Calma lá. Afora isso Cajá mostrou que continua fora de ritmo e que precisa melhorar muito para almejar vaga entre os titulares.

SHEIK

Diferentemente de Cajá, Emerson Sheik - na iminência de completar 39 anos de idade - mostra como deve se portar um profissional para se condicionar fisicamente, e assim provar utilidade na equipe.

Não só correu como catimbou e organizou boas jogadas. A melhor delas no drible desconcertante sobre Moisés Gaúcho, e a visão para o lançamento que alcançou Lucca em condições ideais para finalizar e ampliar a vantagem da Ponte aos 25 minutos.

Apesar da vantagem, a intensidade ofensiva da Chapecoense, que chegava seguidamente à área da Ponte, traria situação desconfortante.

Pois o centroavante Welligton Paulista teve o gol a sua frente, após se desvencilhar do goleiro Aranha, mas chutou a bola pra fora.

NALDO

Mesmo sem a devida organização ofensiva e explorando apenas lampejos de Sheik, eis que a Ponte ampliou a vantagem atrás de Naldo, que explorou rebote dos catarinenses: 3 a 0 aos 15 minutos do segundo tempo.

Cajá, que deveria ter ficado no vestiário durante o intervalo, andava em campo. O meia Léo Artur repetiu a partida apenas razoável mostrada diante do Atlético Goianiense.

A Chapecoense não estava entregue. Dois minutos após sofrer o terceiro gol já poderia ter reduzido a vantagem da Ponte se Nino Paraíba não salvasse, quase em cima da risca, chute de Rossi.

Com a entrada do atacante Osman, a pressão dos catarinenses aumentou. Assim, aos 26 minutos foi iniciada uma reação, com gol de Osman, e continuidade com o segundo gol, dois minutos depois, em cabeçada de Rossi, que se infiltrou na zaga pontepretana.

Aí deu pânico no torcedor pontepretano. Ali havia temor que o adversário pudesse destruir uma vitória até então consolidada.

Todavia, já com o volante Jadson em campo e o atacante Neguete na tentativa de puxar contra-ataques, a Ponte soube sustentar a vantagem e deixou o gramado com essa suada vitória.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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