07
MAI
Como reage o bugrino após o dérbi? Apoia o time, ou desaparece contra o Criciúma?

De repente alguém abriu a discussão se de fato o público pagante do dérbi foi superior 18 mil torcedores, conforme anunciado. Aí as colocações dos parceiros foram bem diversificadas.

Ainda navegando sobre o assunto público, eis a questão: como vai reagir o bugrino após a derrota no dérbi de sábado?

Mostrará que ainda anda de braços dados com a equipe?

Vai incorporar a composição do saudoso Oswaldo Guilherme, autor do hino do clube, quando recomendava ‘na vitória ou na derrota, hoje e sempre Guarani?

Três dias depois, teria passado aquela amargura? Evidente que a dor machucou profundamente o bugrino, ávido pela forra sobre o rival?

2013

Quando o Guarani perdeu para a Ponte Preta por 3 a 1, no dia 26 de janeiro de 2013, no Estádio Brinco de Ouro, na terceira rodada do Campeonato Paulista, o público pagante à época foi de 7.020 torcedores.

Cinco dias depois, outra vez em seus domínios, o Guarani conseguiu sensibilizar apenas 1.258 testemunhas para o jogo contra o Bragantino.

Pior ainda: outra derrota por 3 a 1.

A rigor, naquela competição o Bugre só foi vencer na quinta rodada: 3 a 1 sobre o São Caetano, em Campinas.

E agora, qual será a resposta de público do bugrino?

Eis aí o enigma para esse jogo contra o lanterna Criciúma, na noite desta terça-feira, novamente no Brinco de Ouro, pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Ainda não existem comentários.

07
MAI
Dérbi é página virada para o Guarani; hora de reviravolta

No áudio Memórias do Futebol, o assunto é sobre o tetracampeão mundial Bebeto, hoje político. Cachorro cego é o tema do Informacão.

Uns e outros, que ainda se agarram a lendas, dirão que o clube derrotado em dérbi campineiro tem consequências e dificuldades para se reafirmar. Balela! Mentira cabeluda.

Isso prevaleceu quando atleta tinha raízes na cidade. Descia a Rua Barão de Jaguara e tinha contados diretos com torcedores. Era cobrado diretamente. Sentia a cidade.

Hoje, quiçá o atleta passeia em shopping e sequer confere a predominância de mendicância na área central de Campinas. Sabe que a sua passagem por aqui tem data e horário marcados para acabar. Já incorporou a vida de cigano.

Logo, a derrota do Guarani no dérbi de sábado, em seu estádio, faz parte do passado.

EXTRAIR CONCEITOS

Dele, resta extrair conceitos de que o nível do Campeonato Paulista da Série A2 é bem diferente do Campeonato Brasileiro da Série B. A percepção lógica, agora, é de buraco mais embaixo.

Quando o Guarani é flagrantemente superior ao adversário, é admissível exposição ofensiva, colocar cegamente a tese de propor o jogo.

Quando as forças de nivelam, ou observa-se que seja inferior, o treinador Umberto Louzer precisa rever conceitos, se precaver, e se nortear pelo princípio que ‘uma boa defesa pode resultar em bom ataque’.

Na composição de meio de campo, acreditar que a marcação limitada a dois volantes pode ser perigosa à proteção ao quarteto defensivo.

Quando não se opta por três volantes, recuos de meias para compactação do setor são imprescindíveis, e essa cobrança precisa recair sobre Rondinelly e Bruno Nazário.

E também não adianta apenas cercar e ocupar espaço. A reposição se completa quando exercem a capacidade mínima de desarme.

ERIK E MARCÍLIO

Tal postura de recuo também se cobra de Erik, atacante de beirada nem sempre visto no acompanhamento das descidas do lateral pontepretano Igor.

Se o lateral-esquerdo Marcílio repetir erros crassos de marcação, o planejamento para o setor precisa ser revisto.

Se no Paulista da Série A2 foi possível controlar a marcação apenas contra razoáveis atacantes de beirada, na Série B são incontáveis os clubes que dispõem de rápidos atacantes para a especialidade, e podem ocasionar tanto ou mais trabalho provocado por André Luís, da Ponte Preta.

REAÇÃO JÁ

Por sorte o Guarani sabe aquilo que precisa ser arrumado, e humildemente o treinador Louzer reconhece isso.

Neste cenário cabe à nação bugrina, em geral, incorporar o contexto da música do saudoso Noite Ilustrada, de levantar a cabeça e dar a volta por cima.

Eis aí a oportunidade de ouro de recuperação diante do lanterna Criciúma, já nesta terça-feira, em Campinas.

Por fim, que reclassifiquem a capacidade do Estádio Brinco de Ouro. Se hoje ele comporta cerca de 20 mil pessoas, alguém explica como a televisão focalizou vários espaços vazios nas arquibancadas, contrastando com o público anunciado de pouco mais de 18 mil pagantes no dérbi?

  • Paulo Sergio
    07/05/2018 14:33

    Prezado Ari, eu pensava que ja tinha visto de tudo em futebol, engano meu pois essa de aumentar VERGONHOSAMENTE público e renda foi demais, aliás o gfc tem feito isso não é de hoje acho que desde quando a pesquisa COMPROVOU serem 3%. Assisti o jogo e digo sem medo de errar, não tinha mais que 10 ou 11 mil e olhe lá!! Não adianta, 3% será sempre 3%. kkkkkkkkkkk

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:33

    Vendo com mais detalhes os gols perdidos pela Ponte, observo que não houve mérito nenhum do goleiro bugrino, saiu somente com as "asas abertas" e o Felipe Cardoso fez questão de jogar a bola em cima dele. Sem contar que vinham com ele mais dois atacantes pontepretanos atrás da linha do bola, ou seja, sem impedimento e ele não rolou para eles, fez o mais difícil, conseguiu perder o gol. A Ponte está se esmerando e contratar jogador com "feeling" de perder gols fáceis...

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:32

    E vamos combinar, o Felippe Cardoso teve muita sorte, sorte da Ponte não precisar dos gols perdidos por ele, principalmente o lance dos 48' do 2º t., onde ele teve uma chance de matar a partida, ao lado de dois companheiros, todos na cara do gol, mas finalizou em cima do Brígido e perdeu a chance Para a sorte dele, não foi necessário esse gol, caso contrário, iria ter mais uma "morte" no sábado. Falando em morte, lamentável o que ocorreu antes do jogo. Fanáticos estúpidos...

  • Barba
    07/05/2018 14:31

    Desculpe-me Ari, mas não é página virada não. Será lembrado até o próximo em Agosto. Sempre foi assim na Cidade. A Ponte tem jogo dificilimo na 5a feira, mas com a grarra demonstrada, pode surpreender sim.

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:29

    Para vcs. verem que nada mudou após ganhar do arqui-rival da cidade, é que a Ponte vai pegar o Vila Nova e é capaz de levar uma "sapatada" e sair com 2 quentes e 3 fervendo de lá, tal é a ruindade do time. Vão pensar que o Gfc foi um "sparring" a altura e que a vitória mostrou que a Ponte melhorou. Melhorou o "escambau". Orinho, explica para seus parceiros de time, aquilo que vc. falou para o "Pintinho". Fala para eles que o "buraco é mais embaixo", é o "cú da cobra"...

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:28

    Alguém falou aqui que o Gfc nasceu homenageando José de Alencar e Carlos Gomes, certo? A Ponte homenageou a Estrada de Ferro com sua ponte pintada de preto, que alavancava o progresso da região. Essa Ponte era somente um pequeno detalhe, mas tão importante qto a máquina que arrastava o comboio. Justa homenagem feita até por um bairro importante da cidade. Alguém também falou dessa sua história insignificante, insignificante segundo esse alguém. Não poderia ser insignificante

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:27

    cont. e aquele time time de mistos endinheirados da cidade, foi obrigado a parar de ficar se arrastando por décadas atrás dos times grandes de São Paulo, como figura participativa do Paulista e correr atrás, novamente, do lídimo time da cidade de "história insignificante". Resumindo, insignificante é só uma questão de referência, principalmente para quem não tem essa referência cultural...

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:26

    cont. Como disse, não poderia ser insignificante, nasceu 11anos antes e talvez por ser o time de futebol mais importante da cidade, obrigou a um grupo a fundar, em um dia 1º de abril (Dia da Mentira), um time de futebol para tentar a se ombrear com esse time que já existia, fundado 11 anos antes. pois é, só por esse fato, sua história não pode ser insignificante, vcs. concordam? Outro fato é que em 1970 a Ponte "abriu uma porta", na sala de jantar dos times grandes cont.

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:25

    Resumindo tudo o que foi dito aqui após o derby de sábado: A Ponte não melhorou nada, ou melhor, pouca coisa, tanto que o bugre não foi referência em nada, por sinal o bugre foi uma "galinha morta" (tudo a ver) na verdadeira acepção do termo. Se tem alguém que não sabe, pode ser: 1."Qualquer coisa muito fácil de enfrentar" e ou 2. "Mercadoria de preço baixíssimo". Enfim, a Ponte que se cuide contra o Vila e o bugre que durma de calça jeans contra o Criciúma, se não toma pau.

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:25

    Ari, vc. me fez lembrar a música Folhetim de Chico, qdo vc. escreveu "Derby, é página virada para o Guarani", lembrei da letra, "...Mas na manhã seguinte, não conta até vinte, te afasta de mim, pois já não vales nada, és página virada, descartada do meu folhetim". Ari, seria bom se fosse assim, como na música, onde a prostituta descarta o cliente como se não tivesse ocorrido nada, mas sabemos que não é bem assim, a cloaca do Guarani vai doer e arder muito ainda!... cont.

  • João da Teixeira
    07/05/2018 14:24

    cont. ...mas o mais importante, logo, logo já estará pronto para outra lá em cima!

  • Sobrinho do Tio Lei
    07/05/2018 14:23

    Viu diferença de ser campeão da A2 e campeão do interior ????

  • Eugenio
    07/05/2018 14:22

    Algumas constatacoes ref derbi, realmente temos um time fraco, nivel de A2 e nao de Serie B, a aapp nos lembrou disso de maneira enfatica jogando muito melhor e com espirito de derbi, o q nos faltou. Foi penalti, nao marcado, no primeiro tempo e 3x2 ficou barato. Ainda estamos muito aquem da aapp. Urgente trocar algumas pecas, Erik, Marcilio banco agora. A zaga é uma piada, com qquer dos 4 zagueiros q temos. O Louzer tem q tentar os novos, Guilherme, Anselmo, etc. Vai ser uma longa Serie B.

  • Eugenio
    07/05/2018 14:21

    18.000 é a capacidade permitida pela policia e nao a capacidade total do estadio.

  • Barba
    07/05/2018 14:20

    Voltando a falar de time grande, agora a Ponte tem 2 super laterais - Igor e Orinho. Arrumou a defesa, e ainda tem um ataque que dá nó em qualquer defesa! Vai macaca!!!

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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