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Guarani fica a duas posições para entrar na zona de rebaixamento

O Guarani perdeu três posições na noite desta sexta-feira, caindo para o 15º lugar com as vitórias de Paysandu, CRB e Goiás. Todavia, não há risco de entrar na zona de rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro mesmo que seja derrotado pelo Oeste na tarde deste sábado, visto que há confronto direto entre Luverdense e Figueirense, equipes situadas abaixo dele na classificação.

Como as contas sobre o Guarani se restringem à parte de baixo da tabela de classificação, convém então você, bugrino, conjecturar, observando que o seu time soma 34 pontos e nove vitórias.

Como dizia o saudoso repórter Renato Silva, o Bico Fino, ‘azedou a boca da potranca’ com a vitória do Paysandu sobre o Boa Esporte por 2 a 1, em Minas Gerais, com o time paraense pulando para 36 pontos e ultrapassando os bugrinos.

Já era esperada a vitória do CRB sobre o lanterna ABC. Com a vantagem por 1 a 0, o time alagoano, agora com 35 pontos, olha o Guarani no retrovisor.

Como o Goiás passou pelo Náutico por 2 a 0, com o atacante de beirada Carlos Eduardo autor de um golaço, no finalzinho do primeiro tempo, em Goiânia, o reflexo foi a subida da equipe para 34 pontos, agora em posição mais confortável.

GUARANI

Esse cenário obriga o Guarani a não voltar de mãos abanando de Barueri, na tarde deste sábado, contra o ascendente Oeste.

A vitória seria o ideal, mas o empate não será desprezível de acordo com as circunstâncias.

Neste time bugrino ainda se cobra rendimento de acordo com as possibilidades dos atacantes Paulinho e Rafael Silva, além de regularidade do meia Bruno Nazário.

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05
OUT
Elogiem o goleiro da Bolívia, mas ele precisa se posicionar melhor em cobranças de falta

Neymar duas vezes e Gabriel Jesus exigiram defesas difíceis do goleiro Carlos Lampe da Bolívia no empate sem gols da Seleção Brasileira na altitude de La Paz.

Bom, aí questionarão por que clubes brasileiros carecentes de goleiros não sondam a contratação do dito cujo?

Calma. Uma defesa em finalização de Neymar foi no puro susto, quando a bola bateu no rosto dele. Outra, sim, mostrou elasticidade.

Convenhamos que Gabriel Jesus recuou a bola pro goleiro, correto?

Méritos também na bola desviada pelo meio-campista Paulinho, do Brasil.

CARLOS LAMPE pegou bola até de olhos fechados
CARLOS LAMPE pegou bola até de olhos fechados
Sim, então recordemos jogada de Neymar bem ao seu estilo partindo com a bola sobre adversários, driblando-os e sofrendo falta a centímetros da entrada da área, na metade do segundo tempo. Lembra-se?

De certo você vai recordar que a bola encobriu o travessão e quase surpreendeu o time adversário.

POSICIONAMENTO

Talvez tenha passado despercebido de você como o goleirão Lampe se posicionou no lance.

Ficou quase colado no poste esquerdo e deixou escancarado o resto do retângulo que guarnece, numa típica postura dos ‘arqueiros’ à moda antiga.

Nesse caso, quando a bola tem direção do goleiro, ele defende. Quando encobre a barreira, não chega nunca na bola. Geralmente ele dobra o joelho e fica torcendo com olhar preocupado.

Por que esse comparativo? Porque habitualmente cartolas se deixam enganar por um ou outro lance de jogadores quando assumem postura de contratá-lo.

No caso específico de Lampe, apesar de ter garantido o empate de seu time em alguns lances, aquela postura de oferecer o meio do gol e todo cantão para Neymar naquela cobrança de falta já seria motivo mais de que suficiente para não me equivocar se tivesse que indicá-lo para contratação.

PREDOMÍNIO

Feita essa abordagem diferenciada, caiamos na mesmice da maioria de predomínio absoluto da Seleção Brasileira diante de um adversário nitidamente fraco.

Destoante no time canarinho apenas Phelipe Coutinho. E surpreendentemente, visto que havia se destacado em jogos anteriores.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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