11
JUN
Mauro, ex-Ponte, será auxiliar técnico de Fábio Carile na Arábia Saudita

O treinador Fábio Carile, que recentemente se desligou do Corinthians para trabalhar no Al-Wehda, vai levar consigo o orientador técnico Mauro, que muito lucro deu ao Timão com indicações de jogadores quer no interior paulista, quer pelo Brasil afora.

Pra quem não sabe, Mauro nasceu para o futebol nas categorias de base da Ponte no final dos anos 70, e integrou aquele time de juniores bicampeão da Copa São Paulo de Juniores no biênio 1981-82.

Na ocasião, atuava na ponta-esquerda nesse time: Sérgio Guedes; Everaldo, Heraldo, Valdir e Carlinhos; Sílvio, Paulo César e Celso; Roberto, Chicão e Mauro.

Depois, lapidado pelo treinador José Luiz Carbone, criava as principais jogadas ofensivas do time principal pontepretano, para complemento do centroavante Chicão.

Na passagem pelo Palmeiras, Mauro pautou por altos e baixos. O reencontro de seu futebol foi no Corinthians, quando conquistou o Campeonato Brasileiro de 1990 e super Copa do Brasil.

Anos depois de encerrar a carreira de atleta, aceitou convite do Corinthians para trabalhar como orientador técnico.

Nas duas passagens pelo clube, na função, conquistou 14 títulos, durante 13 anos: Libertadores, Mundial, Copa do Brasil, Brasileirão, Série B do Brasileiro e Paulistão.

AUXILIAR TÉCNICO

Agora Mauro vai trabalhar diretamente no gramado, no Oriente Médio.

Será auxiliar técnico de Fábio Carile, e certamente poderá dar enorme contribuição após absorver ensinamentos na carreira de atleta, reservando fartos elogios para o saudoso gaúcho Ênio Andrade.

Por sinal, subscrevo esses elogios. Ênio trabalhava como poucos para melhoria de condição técnica do atleta. No Guarani, aprimorou a batida na bola do meia Neto.

  • João da Teixeira
    12/06/2018 17:46

    Não é que virou namoro o encontro do Trump com Jong-un? A coisa veio bem a calhar devido ao dia dos Namorados aqui no Brasil. O dia oficial dos Namorados pelo mundo é dia 14 de fevereiro, o Valentine's Day, mas aqui o dia 12 de junho foi escolhido devido as fracas vendas do comércio no mês de junho, por isso, a loja Exposição Clipper de S.Paulo resolveu instituir esse dia a partir de 1948 para aquecer as vendas e a coisa pegou. cont.

  • João da Teixeira
    12/06/2018 17:46

    cont. Como as lojas sempre estão querendo mais, inventaram posteriormente a frase "Casados, eternos namorados" para influenciar os maridos a dar presentes a suas mulheres também. Pois é, a propaganda é a alma do negócio do capitalismo, sempre achando uma forma de fazermos gastar cada vez mais o nosso rico dinheirinho. O dia 12 no mês de junho foi escolhido por ser véspera da celebração de Santo Antônio, que já era famoso no Brasil por ser o Santo Casamenteiro, tudo a ver, né?

  • Paulo Sergio
    12/06/2018 17:45

    Pois é Ari, tantos ex-jogadores que atuaram nos times de Campinas e que de olhar sabe se um jogador tem tino pra coisa mas, nunca são aproveitados na própria casa. Seria o velho ditado "Santo de casa não faz milagre" ou incompetência dos dirigentes mesmo?? Tem também a terceira hipótese de não aceitarem o cabresto, né?

  • João da Teixeira
    12/06/2018 17:44

    Mauro foi um mediano ponta esquerda, que acabou tendo oportunidade de jogar em times grandes, caso de Palmeiras e Corinthians, não se destacando como jogador, mas aproveitou bem, politicamente falando, as chances que dirigentes lhe deram, principalmente no Timão. Parecia que iria ser mais um dos ex-jogadores que formaria o Largados F.C., como tantos outros desse mundão, mas não, abraçou a carreira de auxiliar e agora foi coroado em prestar seus serviços ganhando em petrodólar

10
JUN
Primeiro tempo da Áustria é modelo para Ponte e Guarani contra adversários melhores

Habilmente o treinador Tite e comissão técnica da Seleção Brasileira escolheram a dedo o adversário deste último jogo amistoso, visando a Copa do Mundo da Rússia, na manhã/tarde deste domingo.

Sabia-se que a Áustria, seleção escolhida, coloca em prática forte marcação, sem contudo ser viril. Logo, não haveria risco de jogo truncado e violento.

No primeiro tempo, quando cabe análise mais apurada, o time brasileiro teve mais dificuldade, e a vantagem foi de 1 a 0.

Aí o treinador alemão Franco Foda - cujo sobrenome nada tem a ver com palavrão - se entusiasmou e fez mudança para que a equipe austríaca saísse pro jogo, projetando chegar ao empate. Suicídio!

Pagou pra ver a sua defesa escancarada e viu uma goleada por 3 a 0, assim como o placar poderia ter sido mais dilatado não fossem oportunidades desperdiçadas pelos brasileiros.

Todavia, análise mais detalhada sobre essa bem montada Seleção Brasileira deixo pros nossos leitores e catedráticos da bola. Podem esmiuçar à vontade sobre a bola que rola sem sair mais que um palmo do chão.

LIÇÃO AUSTRÍACA

Serve-nos de espelho a postura desse time austríaco durante o primeiro tempo, quando, consciente de sua impotência diante de um adversário superior, mostrou o modelo a ser copiado por clubes de porte médio como Ponte Preta e Guarani.

Nessa circunstância, é válido o equilíbrio defensivo com linha de cinco zagueiros, de forma que restem mínimas brechas de penetração ao adversário.

Em seguida, outra linha de quatro jogadores, igualmente com capacidade de marcação. O único atacante fica como obra do acaso em eventual escapada.

Se é que a maioria dos clubes médios brasileiros adota essa postura defensiva, cabe acrescentar que a boleirada se desfaz da bola quando desarma, sendo que o recomendável seria desarmar e valorizar a bola, como fizeram os austríacos no primeiro tempo.

Evidente que pesa a capacitação do defensor para executar a jogada, mas a treinadorzada brasileira pouco exercita zagueiros para conjugação de desarme e valorização da bola.

Desarmar e, incontinente, erguer a cabeça visando o passe, e assim iniciar a transição. O que se vê é o desperdício em recuos desnecessários de bola, que travam a velocidade e verticalidade do jogo.

Na Áustria não se viu esse odioso negócio do beque-central tocar a bola infrutiferamente ao quarto-zagueiro, e vice-versa.

PENSAR O JOGO

A ordem é condicionar o atleta a pensar o jogo de forma vertical, mesmo enfrentando adversário de preciso posicionamento.

Claro que a capacidade de criação da Áustria praticamente inexiste quando se aproxima da área adversária, mas a amostragem - com base no primeiro tempo - é sobre a possibilidade de se fazer a transição.

Que tal, então, se a treinadorzada de clubes médios brasileiros mirasse nos bons exemplos para tirar vícios da boleirada, e buscar renovação positivamente.

  • João da Teixeira
    13/06/2018 11:16

    Esquece Mar, não tenho aspirações a cangaceiro e muito menos a "Coronel"...

  • mar
    12/06/2018 17:45

    KKKKKK Joao Teixeira , ja sem quem vc é : ZÉ BEBELO do romance de Guimarães Rosa!!!

  • LÉO - PR / para cabeça e tio lei
    11/06/2018 22:59

    muito obrigado de coração mesmo.

  • João da Teixeira
    11/06/2018 21:31

    Como diz a música Sobradinho, "...O sertão vai virar Mar, Dá no coração, O medo que algum dia, o Mar também vire sertão! Vai virar Mar, Dá no coração, O medo que algum dia, O Mar também vire sertão..." Mar, vc. esta fazendo força para virar "sertão", hein? Pode escolher, aquele sertão árido de "O Quinze", de Rachel de Queiróz ou aquele em que o cidadão oscila entre o crer e o não crer na existência do "coisa-ruim" de Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa.

  • Profeta da Tribo
    11/06/2018 13:22

    É claro que todo bugrino quer o acesso. A pressão para isso é grande. Mas sejamos justos com o Bugre, seus jogadores e técnico. As quatro primeiras rodadas foram desastrosas, com 1v 3d. Mas, a partir da quinta, obtivemos 3v 2e 1d. 11 pontos em 18. Campanha de acesso. Se continuarmos no mesmo ritmo, subiremos. Futebol do Guarani é longe de ser brilhante, mas é competitivo. Se melhorarmos um pouco mais, podemos beliscar o acesso, a quarta vaga, como tenho dito.

  • mar
    11/06/2018 13:21

    Caro Ari, voce precisa tomar cuidado se não vai perder a vaga neste seu bloc, para o João da Teixeira! Estou avisando tome muito cuidado.... com certeza não existe mala maior!!!!! PELO AMOR DE DEUS!!! NOS POUPE TEIXEIRA!!!!

  • Profeta da Tribo
    11/06/2018 10:26

    O Brasil tem chances de faturar a Copa. Se não faturar nessa, dê continuidade ao Tite e faturaremos a próxima. Quanto ao Guarani, o ataque está decepcionando. Temos pouca movimentação, pouca criatividade, poucas jogadas de linha de fundo. Se repararem nossos gols, quase todos acontecem por lampejos de alguns jogadores, como o do Ricardinho. Tem que melhorar muito. Tomar o gol aos 50 não seria problema se tivéssemos feito 2x0. Vamos mudar o ângulo de análise.

  • Tony
    11/06/2018 10:25

    Ainda acho que Filipe Luís e o lateral esquerdo para o Brasil. Não erra passe, marca muito e tem preparo físico.

  • João da Teixeira
    11/06/2018 10:23

    Time que toma gol de "pelada", igula oa Neymar fez, para mim não tem defesa. Se o Brasil insiste no jogo vertical, fazia o gol antes daquele gol feito de forma impedida. O primeiro gol do Brasil foi em impedimento do jogador Gabriel e os comentaristas fizeram "vistas grossas" em não apontar. Se fosse o atacante da Áustria que tivesse feito, falariam até hoje de manhã sobre esse gol. Enfim, escolheram a dedo mesmo! Quero ver na Copa se vão alisar esse time de "nariz empinado"

  • João da Teixeira
    11/06/2018 10:22

    A defesa da Ponte, individualmente é melhor que a do time austríaco, que são todos cintura dura. Não sei como ficaram invictos em 11 jogos. O gol que o Neymar Jr. fez, foi um daqueles digno de "pelada" em fim de semana. Como vc. disse, se a Ponte jogasse nesse ferrolho montado pelo treinador alemão Phoda (com F de Franco), estaria invicta há mais de 11 jogos, também não faria gols com os 11 embaixo da trave. Espero que o Brasil não seja igual a decepção dos times de Campinas.

  • João da Teixeira
    11/06/2018 10:21

    Analistas apontam que a reunião será uma oportunidade única para Trump como negociador. Mas como, com essa sua agressividade inerente. A aposta é arriscada, a chance de fracasso do Trump é grande, mesmo estando com "a faca e o queijo na mão", já que os norte coreanos estão desesperados. Um fracasso reforçaria a sensação de que Trump não tem a disciplina para realizar discussões internacionais diplomáticas. Coreia do norte quer garantias de segurança e incentivos econômicos

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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