08
JAN
Figueirense dá uma mãozinha aos clubes de Campinas

A gente fica veião e não aprende que qualquer prognóstico em jogos da Série B do Campeonato Brasileiro é enorme o risco de bola fora.

Mozart, técnico do CSA
Mozart, técnico do CSA

Do incapaz Figueirense foi prognosticado que não se sustentaria diante do CSA, mesmo na condição de mandante.

Que nada! Ambos ficaram no empate sem gols na noite desta sexta-feira, resultado muito bem recebido por Guarani e Ponte Preta.

Afinal, o CSA sobe para 52 pontos e dista apenas quatro do Guarani e cinco da Ponte Preta.

Assim, quando se presumia que a terceira vaga de acesso já teria dono, que esse dono seria o time alagoano, recomenda-se, por ora, riscar tudo.

Duas vagas continuam abertas, visto que as duas primeiras já ficaram com América Mineiro e Chapecoense.

PARANÁ

E o CSA continua sua trajetória fora de casa, agora para enfrentar o desesperado Paraná, que nesta sexta-feira foi derrotado pelo Náutico por 2 a 1, em Recife.

Um novo empate do CSA será ótimo para os clubes campineiros, desde que façam a sua parte e conquistem vitórias em seus próximos compromissos.

PONTE PRETA

Qualquer outro resultado da Ponte Preta que não seja o de vitória contra o Cuiabá, em Campinas, praticamente vai tirá-la do objetivo de brigar pelo acesso.

Com 47 pontos, se a Ponte empatar vai continua sete pontos atrás do Cuiabá, o que será praticamente impossível a reversão, convencionando-se o cenário seguinte de mais 12 pontos em disputa.

GUARANI

Na hipótese de se confirmarem as suspeitas de surto de covid-19 no elenco bugrino, o time estaria enfraquecido para enfrentar o CRB na próxima segunda-feira, em Alagoas.

Na relação dos suspeitos estão dois goleiros: Gabriel Mesquita e Jefferson Paulista. Neste caso, o treinador Felipe Conceição teria que recorrer ao instável Rafael Pin para a meta.

Outros com risco de testarem positivo são Bruno Silva, Lucas Crispim, Victor Ramon, Waguininho e Wálber, porém o zagueiro já estava excluído do jogo do Nordeste, porque está suspenso.

CADÊ VOCÊ

Personagem da coluna Cadê Você é o ex-pontepretano Wagner, atacante que passou cinco anos em Campinas na década de 80.

Em Memórias do Futebol o áudio relata um pouca há história de Tato, ex-ponteiro-esquerdo do Fluminense.

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07
JAN
Ponte e outros clubes estão em débitos com atletas, mas agora por motivo lógico

Foi alardeado por aí dívida da Ponte Preta com jogadores que integram o seu elenco e funcionários.

Claro que a obrigação de quem deve é pagar, até porque quem trabalha conta mensalmente em receber o dinheiro.

No caso do elenco, foi citado atraso de três meses de direitos de imagens e paralisação do acordo de pagamento de dez parcelas do corte de 25% dos direitos de imagens, situação provocada pela pandemia do coronavírus.

Gente, vamos cair na real. Uma tremenda recessão econômica tem abalado o País, e o futebol foi atingido em cheio sem receitas de bilheterias e freada de empresários em investimentos publicitários.

CORINTHIANS

Grandes clubes do futebol paulista passaram tremenda dificuldade no transcorrer de 2020.

O Corinthians chegou a atrasar três meses de salários aos jogadores, até começar a quitação parcial do débito.

Sebastião Arcanjo
Sebastião Arcanjo

Logo, não cabe esse tremendo barulho porque a Ponte Preta está em atraso com atletas e seus prestadores de serviço, em geral.

Afinal, trazendo o versículo bíblico de João 8:7 metaforicamente para a realidade, 'quem não tem pecado que atire a primeira pedra'.

Ou já se esqueceram que o atacante Eduardo Sasha denunciou o Santos por falta de pagamento de seus salários e direitos de imagem e se desligou do clube para se transferiu ao Atlético Mineiro?



MÁ GESTÃO

Se é compreensível que a atual crise econômica desarrumou qualquer planejamento feito por clubes, isso não isenta dirigentes da Ponte Preta de culpa por má gestão.

Elevaram a folha de pagamento do elenco nas nuvens, em contratações de jogadores extremamente questionáveis.

Pior é que mantiveram por longo período um gerente de futebol do Departamento Profissional que contratou mal, caso do já desligado Gustavo Bueno.

Pela incompetência ao gerir gastos com o futebol, o presidente Sebastião Arcanjo e seus pares de diretoria têm sim que ser responsabilizados.

Pois, agora, que aprendam com os erros para não mais repeti-los.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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