12
SET
Técnico do Furacão conhece a 'mortadela'

Tiago Nunes, eis aí um treinador ousado e competente, que do limão sabe fazer uma boa limonada neste time do Atlético Paranaense.

Deram-lhe um time apenas razoável, mas a sabedoria para organizá-lo e enxergar o jogo da bola nas mexidas o credenciam sim à conquistar o título da Copa do Brasil, após a vitória por 1 a 0 sobre o Inter (RS), em Curitiba.

Claro que o jogo da volta, em Porto Alegre, serão outros quinhentos. Todavia, o Colorado terá que melhorar, e muito, pra reverter a situação.

Tiago Nunes não mostrou ousadia por acaso. Estudou detalhadamente o time do Inter. Observou que não conta com jogador de velocidade para explorar contra-ataques, e que, diante do cenário, poderia se expor até construir o placar, aos 12 minutos do segundo tempo, com Bruno Guimarães.

TIME OFENSIVO

Seus laterais Khellven e Mário Azevedo se transformam em ponteiros à moda antiga, quer levando a bola ao fundo, quer fazendo a diagonal.

Com a bola o time se distribuiu em três atacantes, com Nikão e Roni se revezando nas beiradas e Marco Ruben centralizado. E todos contando com frequentes chegadas ao ataque do meia Léo Citadini.

Quem levava a bola? Zagueiros jogaram adiantados. Léo Pereira avançava com a bola até a intermediária adversária e explorava o bom passe. Meio-campistas Wellington e Bruno Guimarães levavam a bola

Logo, o Furacão conseguia colocar intensidade no jogo, sem que isso se transformasse em criatividade para furar o rigoroso bloqueio defensivo do Inter, tanto que até ser vazado o goleiro Marcelo Lomba não havia praticado uma defesa sequer.

CHUTÕES DO INTER

Curioso como o Inter chega à final da competição sem capacidade de valorizar a saída de bola, após interceptação de jogadas adversárias. Pressionados, seus jogadores rifavam a bola, possibilitando que o Furacão sempre ficasse com a sobra.

O Inter só saiu da toca - e ainda assim com cautela - a partir da segunda metade do segundo tempo, quando buracos defensivos do Furacão até possibilitaram que chegasse ao empate, não fosse a sonolência do centroavante Paolo Guerreiro e a falta de companhia qualificada em seu ataque.

Diante do exposto está tudo aberto para a grande decisão de quarta-feira da semana que vem.

  • Ruz
    13/09/2019 00:58

    Achei o jogo em certos momentos trucado .

10
SET
Saudoso Rípole inspira contrato de risco para Cajá

O texto abaixo discorre sobre Renato Cajá, mas no pé da coluna, conforme projeto de implementação de áudio, a discussão é sobre o processo que pode 'impichar' todo Conselho de Administração do Guarani, e as suas devidas consequências.

Na sua cabeça certamente o meia Renato Cajá já teria se aposentado do futebol, após discretíssima passagem pelo Goiás.

De certo você jamais havia suposto que ele havia proposto mais um recomeço, e escolhido o Juventude (RS), na Série C do Campeonato Brasileiro, que garantiu acesso à 'B".

TRES DOS QUATRO GOLS
Aí ele marcou três dos quatro gols da goleada do time gaúcho sobre os maranhenses do Imperatriz, o fato ganhou repercussão, e pela enésima vez a Ponte Preta voltou a sondá-lo.

Vazou a informação de que a proposta seria contrato de risco. Como assim? Se sequer confirmam a informação, claro que ninguém divulgaria detalhes.

Saudoso presidente do XV de Piracicaba da década de 70, Romeu Ítalo Rípoli, deu a primeira pista para se cobrar permanente rendimento do atleta, pagando salário baixo e bicho alto.

Claro que a ideia pode ser melhorada, e no caso específico de Cajá a sugestão seria estabelecer três níveis de rendimento em acerto de contrato.

Na pior das hipóteses ele teria garantido salário mensal de R$ 10 mil, convencionado-se participação em apenas metade dos jogos do mês, e com rendimento insuficiente do esperado.

Caso consiga ter desenvolvimento apenas razoável, e participando da maioria dos jogos, o valor fixo em carteira seria dobrado, como prêmio pelo reconhecimento.

VALOR ACRESCIDO

Todavia, se voltar a ser Cajá sem qualquer suspeita, justo seria o valor excedente ser acrescido em R$ 40, o que equivaleria a R$ 50 mil.

E quem avaliaria isso? Simples. Uma junta de três pessoas com pleno discernimento sobre futebol - jornalistas e profissionais aposentado do meio - poderiam avaliá-lo.

De certo os cartolas devem torcer o nariz para sugestão como esta. E não se sabe se o atleta também toparia.

De qualquer forma a ideia está lançada, e pode ser implementada a qualquer outro jogador.

  • Barba
    13/09/2019 00:58

    Cajá pra que? Diretoria não quer subir. Só pressão para disfarçar

  • FABIO SANCHES
    12/09/2019 12:04

    Caja ja voltou, com 1 perna é melhor que muitos...choram as viuvas do VARGAS....imagina elas no Derby... CAJA e mais 10

  • Tito
    12/09/2019 12:03

    Caro Ari, difiícil, para não dizer impossível é a gente achar uma pessoa conhecedora de futebol entre esses oportunistas que almejam a presidência do Guarani. O Clube precisa de pelo menos dois especialistas: um em futebol e outro em administração, pq já estamos cansados de ver advogadinhos querendo pagar de administrador, o resultado é esse aí, FRACASSO!

  • mauricio
    11/09/2019 18:14

    PRIMEIRO muito bom sua volta Ari ,,Ponte esta literalmente perdida esta em setembro é quer arrumar o time ,Caja é retrocesso nao temos dinheiro e vai terminar com o que tem se der sorte e ganhar os jogos em casa tem muita chance o resto é mi mi mi ..

  • Jose Ricardo
    11/09/2019 10:36

    Esqueçam Cajá. Tem coisa melhor no mercado como o meia do Náutico Jean Carlos, mas é praxe do GB monitorar, monitorar, monitorar o mercado e contratar chinelinho, mas chinelinho por chinelinho a Ponte já tem o Longuine.

Confiram as Postagens Anteriores:

1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14 
 

Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

Fale comigo