15
SET
Cássio toma o maior frango de sua carreira

1 - Acontece

1A - Veja apenas o primeiro vídeo, abaixo, que é o assunto em questão

https://www.youtube.com/watch?v=fpfAi4UrbSc

2 - Como pode jogadores do nível do meia Jadson e atacante Vágner Love terem desempenho de jogadores de Série B do Brasileiro, atuando com a poderosa camisa do Corinthians, na derrota para o Fluminense?

3 - Equipes do Z4 do Campeonato Brasileiro da Série B receberam um parceirão, que tomba a cada rodada: Figueirense, hoje penúltimo colocado com os mesmos 22 pontos do Guarani. O 'Figueira' ganhou dois pontos dos 15 últimos disputados. Candidatíssimo ao rebaixamento.

4 - Rápida passagem por um campo de várzea, de Campinas, e a constatação é de que o nível técnico nunca foi tão ruim. Lamentável.

5 - Coluna Cadê Você está atualizada com o ex-meia Fifi, ídolo do Guarani na década de 50. Nos tempos dele o atleta era massageado com óleo elétrico, que provocava brilho nas pernas com a intensidade do sol.

6 - Coluna Memórias do Futebol tem como protagonista o ex-meia argentino Conca, driblador e exemplo para bater na bola. Ele fez sucesso no Fluminense campeão brasileiro de 2010.

  • Jose Ricardo
    18/09/2019 00:19

    Hoje a Justiça disponibilizou a planilha que a Caixa utilizou pra dar entrada no processo pelo calote do Corinthians. O presidente Andres pinochio Sanchez disse que o Clube tinha pago 180 milhões e tinha só duas parcelas em atraso. Na verdade pagou 14,3 milhões de amortização e 19 milhões de juros, totalizando 33 milhões. Deve 7 parcelas e não 2 o que totaliza 39 milhões. A Caixa emprestou 400 milhões e hoje cobra multa de 48 milhões, o que eleva a dívida para 536 milhões.

  • DE ARI PARA RUZ
    16/09/2019 17:16

    Rrrrr. Não, Ruz. Várzea mesmo

  • Ruz
    16/09/2019 17:13

    Quando você diz que visitou os campos de várzea, quiz dizer que visitou o Moisés Lucarelli e o Brinco de Ouro ?

  • Ruz
    16/09/2019 17:13

    O Wagner Love até vai, agora o Jadson é fim de carreira, vai ser comentarista que ganha mais kkkk

14
SET
Ajustes no time do Guarani abrem nova perspectiva

Na mais ajustada partida neste Brasileiro da Série B, o Guarani arrancou vitória por 1 a 0 sobre o Vitória, o que dá indício de reação para fugir das últimas posições.

Analistas que ainda insistem no velho 'achômetro', com previsão de que o time bugrino optaria por se defender e jogar por uma bola caíram do cavalo, o que recomenda sepultar essa narrativa pré-jogo.

Apesar de suas inegáveis limitações, o Guarani entrou em campo propenso a jogar de igual por igual, até porque o raciocínio lógico era de que adversário não provocaria temor.

Thiago Carpini
Thiago Carpini

Claro que quando o Vitória tentava se organizar ofensivamente, o Guarani mostrava-se aplicado na marcação, de forma a reduzir espaços para não ser surpreendido.

TRABALHOU A BOLA
E com a bola, surpreendentemente soube trabalhá-la, de forma que pudesse chegar ao ataque, e assim fosse explorada a qualidade do atacante Dadá.

Todavia, a fixação de Lucas Crispin, no trabalho com a bola e combatividade na marcação, resultaram em outro 'norte' para o time bugrino.

Foi dele o passe para ultrapassagem do lateral-esquerdo Tallyson, cruzamento, e gol do centroavante Michel Douglas, aos 24 minutos, antecipando-se ao goleiro Martín Rodriguez.

SUBSTITUIÇÕES

A vantagem no placar não significou acomodação do time bugrino, que manteve a estratégia até o final do primeiro tempo.

No Vitória, jogadores que podem render mais como o meia Felipe Gedoz e Wesley foram absorvidos pela marcação, enquanto pouco pode-se esperar do lento centroavante Anselmo Ramon.

Se Gedoz, preso do lado esquerdo pouco rendia, a opção de jogar por dentro, após o intervalo, em nada acrescentou.

O Vitória passou a ter mais volume ofensivo no segundo tempo porque obviamente seria mais atrevido, e os jogadores bugrinos Crispim e Artur Rezende cansaram, sem se registrar no elenco peças para reposição, embora apenas Crispin tenha saído.

Assim, no abafa, alçando bolas, e algumas delas espirrradas, o Vitória ameaçou, mas Anselmo Ramon e Wesley perderam chances.

Se houve melhora na distribuição da equipe bugrina em campo, se enfim o time aprendeu a catimbar com cera para ganhar preciosos minutos, é inegável que na bola aérea defensiva continua falhando, desta feita sem aproveitamento do adversário.

  • MARCELO GIMENEZ
    17/09/2019 18:09

    A vitória na Bahia foi muito importante, mas devemos lembrar que o adversário também é muito ruim. Temos que ter os pés no chão, para sairmos dessa situação temos que melhorar muito no aspecto tático e técnico, mas já é um alento, a equipe não se intimidou, foi jogar de igual pra igual e teve muita determinação. Vamos torcer e crer!

  • Tonhão
    15/09/2019 12:08

    Até o Michel Douglas, que nem pegava na bola, já mostrou evolução. Isso tem o dedo do treinador Carpini. Agora que a torcida deve voltar a apoiar o time, que não seja surpreendido como aconteceu contra o Oeste

  • Anderson
    15/09/2019 12:07

    Além do Lucas Crispim ter ajudado a equipe, o lateral Thalyson tem melhorado quando vai ao ataque. Se o Guarani continuar jogando assim, vai escapar do rebaixamento

  • Tito
    15/09/2019 11:58

    Técnico pode não ganhar jogo, mas o Carpini está tirando água de pedra neste elenco limitadíssimo tecnicamente do Guarani. Boa surpresa tem sido a volta do Lucas Crispim, que tem dado opção no ataque. Parabéns Carpini, hj o Guarani joga o arroz com arroz, porque graças a Deus o Feijão foi sacado do time.

  • Fernando
    14/09/2019 23:56

    Assisti ao jogo, e claro entendendo a condição atual do Bugre, para mim foi a melhor partida que vi jogar neste campeonato que de fato o sub solo é o limite quanto a técnica. Se fizer outras partidas com essa disposição, talvez tenhamos condições de evitar a queda.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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