Cadê Você?

24
NOV
Paulinho Massariol marcou dois gols pela Ponte Preta em dérbi de 1980

O empate sem gols entre Ponte Preta e Palmeiras, em cinco de junho de 1980, marcou a estreia do centroavante Paulinho Massariol no time pontepretano, na época formado por Robinson; Rudnei, Juninho, Nenê Santana e Odirlei; Zé Mário (Barrinha), Osvaldo e Dicá; Serginho, Paulinho e Abel (Humberto).

Precedido da fama de goleador, artilheiro do Campeonato Brasileiro pelo Vasco em 1978, com 19 gols, muito se esperava de Paulinho na Ponte, mas até na goleada por 5 a 1 sobre a Inter em Limeira - seu segundo jogo - passou em branco.

Como só marcou gol no quarto jogo, no empate em Campinas contra o Taubaté por 2 a 2, o saudoso treinador Zé Duarte tratou de sacá-lo do time, optando por Osvaldo para a vaga.

Paulinho esquentou banco de reservas na Ponte Preta até que Jair Picerni saiu do comando dos juniores para dirigir a equipe profissional.

CHUTE FORTE

Paulinho não era centroavante rápido, mas sabia proteger a bola de adversários. Aí girava e arriscava finalização de média e longa distância. Explorava o chute forte e pontaria aceitável para fazer seus golzinhos.

A passagem pela Ponte ficou marcada pelos dois gols marcados na goleada sobre o Guarani por 3 a 0, no Estádio Moisés Lucarelli.

Seu berço no futebol foi no XV de Piracicaba em 1974, de onde saiu três anos depois para fazer sucesso no Vasco, aproveitando as frequentes idas do titular Roberto Dinamite à Seleção Brasileira.

Quando ambos jogaram juntos, Paulinho não se adaptou à improvisação à ponta-esquerda e pediu ao saudoso treinador Carlos Froner para que aguardasse nova chance na reserva.

“Jogando fora de minha posição sei que estou prejudicando a minha carreira, pois não rendo nem 50% de meu futebol. Um ponta-esquerda precisa ir à linha de fundo e essa não é a minha especialidade”, justificou.

Depois da Ponte, ele passou por Palmeiras e Grêmio. Atuou ainda no futebol mexicano no Estudiantes Tecos, nova passagem pelo XV, e o encerramento da carreira ocorreu no Vila Nova (GO) em 1989.

PAI JOGOU

Natural de Piracicaba, interior de São Paulo, Paulo Luiz Massariol seguiu os passos do saudoso pai Idiarte Massariol ao vestir a camisa do XV local. O pai é recordista em partidas pelo clube: 539.

Em abril próximo Paulinho vai completar 60 anos de idade, está radicado em Piracicaba, e cuida de sua escolinha de futebol, após tentativa de ingresso na função de treinador.

Ainda não existem comentários.

13
NOV
Volante Capitão teve passagem discreta pelo Guarani em 2000

Exatos quatro meses. Esse foi o período em que o volante Capitão vestiu a camisa do Guarani na temporada de 2000. E nas últimas partidas foi reserva.

Mineiro de Conselheiro Pena, Oleúde José Ribeiro conta que o apelido de Capitão advém de tentativa frustrada de seus pais homenagearem a capital mundial do cinema, Hollywood.

Ele passou pelo Guarani quando tinha 34 anos de idade, já sem aquela vitalidade dos tempos de Portuguesa, quando deixava o gramado com a camisa ensopada.

A estreia como atleta bugrino ocorreu em 16 de julho daquele ano no Estádio Brinco de Ouro, ocasião em que o Guarani empatou com o Inter (RS) por 1 a 1, em jogo amistoso, cujo time bugrino era formado por Gléguer; Rafael, Gilmar Lima, Emerson e Gustavo Nery (Luís Fernando Martinez); Otacílio, Capitão, Fumagalli e Luiz Fernando (Marcinho); Douglas (Mauro) e Renato.

A despedida deu-se no dia 16 de novembro, igualmente em Campinas, quando saiu do banco de reservas para substituir o volante Renato - hoje no Santos - na vitória bugrina sobre o time santista por 3 a 2, pela primeira fase da Copa João Havelange, que se prolongou até a temporada seguinte.

PORTUGUESA

Na prática, embora tenha histórico em grandes clubes como São Paulo, Grêmio e Tokyo Verdy do Japão, ele marcou história na Portuguesa pela raça e vigor físico para desarmar adversários.

Participou daquela campanha em que o time ficou vice-campeão brasileiro em 1996, com derrota para o Grêmio no Estádio Olímpico.

Dois anos depois, conquistou o primeiro título da carreira: o Paulistão, pelo São Paulo, atuando como quarto-zagueiro.

Ano seguinte defendeu o Grêmio e fez parte do elenco campeão gaúcho.

Em quase 20 anos de carreira, acusa passagem ainda por Cascavel, Portuguesa Santista, Botafogo (SP), Sport, CSA e Grêmio Mauaense, quando encerrou a carreira aos 38 anos de idade.

Atualmente ele cuida de sua fazenda em Santa Lúcia, pequena cidade do Paraná.

  • Profeta da Tribo
    14/11/2017 18:45

    Capitão, espero que esteja bem aí no estado do Paraná. Alegria e paz para você e seu lar. Quanto ao Guarani, o jogo hoje será difícil. Vamos tentar não tomar gols e, aí, o que vier é lucro. Quanto à AAPP, a frase de Carnielli ficará eternizada: "Eu posso tudo". O homem que arrogou para si onipotência. "Eu posso tudo". "Eu posso tudo". Símbolo maior da arrogância aaptana.

  • Profeta da Tribo
    14/11/2017 18:44

    No teatro do período greco-romano, os atores trabalhavam segurando máscaras na frente de seus rostos, para interpretar os mais diversos personagens. Esses atores eram chamados de hypokritḗs. É dessa palavra grega que surgiu a palavra hipócrita. O hipócrita nada mais é do que alguém mascarado, que finge ser o que não é. A AAPP é a personificação da hipocrisia. Diz ser o time do povo humilde, mas é sustentada por um empresário que arroga onipotência.

  • João da Teixeira 1
    14/11/2017 18:43

    Ari, vc. poderia ter deixado o Capitão lá no Cadê Você e comentado sobre a #VamosChape, que pensei que ela iria dessa para uma pior, mas que nada, vem fazendo bons resultados, inclusive ontem matou a pau o peixe que queria subir o rio, ou melhor a tabela. Esse campeonato vai ser marcado por um dos piores campeonatos brasileiros, mostrando que estamos a caminho da falência no futebol, assim como na política, na saúde, na educação, na auto estima etc. O Felipe Massa esta... cont.

  • João da Teixeira 2
    14/11/2017 18:41

    cont. Ari, o Felipe Massa está errado em dizer que tem vergonha de ser brasileiro, depois do episódio protagonizado pela bandidagem em cima dos estrangeiros da F1? Lógico que não! Ai vem mais um futuro político (Dória), que já esta dando trabalho, dizer que gosta muito do Massa, mas que ele não poderia ter falado assim, que isso foi um caso pontual etc etc etc e que isso acontece até em países evoluídos. Onde vamos parar!

Confiram as Postagens Anteriores:

1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14 
 

Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

Fale comigo