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NOV
Palmeron quis jogar pra torcida ao antecipar a demissão de Louzer

Três outras colunas no ar. Informacão mostra cachorro da GM de Monte Mor capturando procurado da Justiça. Áudio Memórias do Futebol fala do saudoso lateral-esquerdo Vacaria. Em Anda Campinas, GP Ciclismo de Campinas.

Palmeron Mendes Filho, presidente do Guarani, quis jogar para a torcida fora de hora.

Não se contesta a demissão do treinador Umberto Louzer, até porque o Guarani carece de um profissional mais experiente para comandar o elenco.

Todavia, nada impedia que Louzer permanecesse no comando da equipe até o final da competição, até porque nenhum planejamento será feito de imediato visando a temporada de 2019.

Como parte considerável dos bugrinos está descontente com o trabalho de Louzer, Palmeron transferiu simplesmente a responsabilidade para acalmar o torcedor, quando o prudente seria lembrar o seu projeto de início do Campeonato Brasileiro da Série B, ocasião em que incontáveis vezes citou que o Guarani faria uma campanha de manutenção, e o que viesse seria lucro.

COGESTÃO

Sem que haja definição do parceiro na cogestão para 2019, pressupõe-se que o planejamento esteja na estaca zero. E assim estando, nada oporia Louzer terminar a competição no comando do time.

De modo geral, o saldo dele é positivo no Guarani, pois atingiu o acesso ao Paulistão.

Como principiante na função de treinador, claro que tem muito para amadurecer.

À distância depreende-se que seja um comandante paternalista, pois demora pra sacar do time jogadores que não correspondem.

Também não demonstrou variações de esquemas de jogo, em conformidade com o adversário e necessidade do momento.

Por isso demora para mexer na equipe, e nem sempre troca a peça que deveria trocar.

Considerando-se que o estágio no Guarani serviu-lhe de aprendizagem, que é estudioso e dedicado pra vencer na função, a tendência natural é que progrida nas passagens por outros clubes.

  • Luiz Otto Heimpel
    15/11/2018 19:17

    Como nao da para mandar embora quem foi eleito, a co-gestao ideal deveria deixar esses incompetentes cuidando so do social porque de futebol nao entendem nada.

  • João da Teixeira 1
    15/11/2018 14:09

    Ari, como falei, os bugrinos irão aparecer aqui somente se não subirmos. Pode por a matéria que vc quiser aqui que eles não se arriscam. Tente falar de 1978, talvez eles sejam traídos pela volúpia de quererem sempre ser os melhores e falarem alguma coisa, mas duvido. Então vou falar da juíza, que aparentemente autoritária, mas para tratar com pétalas, tem que ser assim. Só não entendo porque deixam o Fernando Bittar fora desses esclarecimentos. Seria importante ele explicar

  • João da Teixeira 2
    15/11/2018 14:07

    Seria importante o Bittar explicar essa dele ser dono e o Lula lelé e a viúva Marisa, que falava muito, fazer modificações em "sua propriedade". Acho estranho esse "nó cego" não vir esclarecer essa pataquada toda. Numa dessa, o Lula sem triplethorn, sem sítio deverá se tornar um sem teto. Então o melhor lugar para ele, é mesmo o quartinho de Curitiba...

  • Paulo Sergio
    15/11/2018 14:05

    Ari, respeito sua opinião, mas considero Umberto Louser um cara muito competente e um ótimo técnico, sabe muito de bola. Ocorre que como alguns que passaram pela Ponte por exemplo ele foi quase que o tempo todo obrigado a escalar esse ou aquele (coisa dos malditos empresários) só que não podia falar na imprensa, entende? Anota aí, onde ele for se tiver liberdade de trabalhar vai se dar bem!!

  • Paulo Sergio 2
    15/11/2018 14:04

    Tanto é verdade Ari, que Palmeron como você bem citou pra fazer média com a torcida fez o que?? demitiu aquele que foi obrigado a escalar esse o u aquele mesmo sabendo que o cara não é do ramo!

  • João da Teixeira
    15/11/2018 00:18

    Pois é Ari, tirou leite de pedra no começo e não foi reconhecido no final pela torcida de maneira geral, salvo algumas exceções que vieram aqui e reconheceram o trabalho. É por essas e outras que há dirigentes e "dirigentes". Palmeron é "coqueiro" que já deu "cacho"...

  • TIO LEI
    15/11/2018 00:17

    Alô rapaziada! Lembrem de que dia 15/11 #DIADOMANTOAAPP.

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13
NOV
Mesmo recuada, estratégia da Ponte foi correta na vitória sobre o Coritiba

Torcedor pontepretano está pouco ligando pela falta de um futebol técnico na vitória por 2 a 0 sobre o Coritiba, na noite desta terça-feira em Campinas. Interessa-lhe que o time chega à última rodada mais vivo de que nunca, dependendo de uma vitória sobre o Avaí para conquistar o acesso neste Campeonato Brasileiro da Série B.

Críticos de futebol até contestam o comportamento do time pontepretano, que admitiu um falso domínio do Coritiba, e deu preferência para jogar atrás da linha da bola, a partir do momento que abriu o placar aos quatro minutos, numa arrancada do lateral-direito Ruam. Aí, no cruzamento, o lateral coritibano Leandro Silva marcou gol contra.

Neste cenário, é preciso ser interpretado a acertada proposta que o treinador pontepretano Gilson Kleina colocou em prática.

O compartimento defensivo do Coritiba é extremamente lento, portanto um convite para que se seja explorado no contra-ataque quando desprotegido. E isso ocorreu no lance que originou o segundo gol, quando num toque objetivo o meia Matheus Vargas colocou o atacante Júnior Santos em condições de finalizar com sucesso, aos 38 minutos.

ADVERSÁRIO LENTO

Taticamente foi acertado o estilo adotado por Kleina, pois sabia-se de antemão que o time coritibano é lento, sem criatividade, alguns jogadores mal condicionados fisicamente, e que a bola seria rodada sem objetividade.

A rigor, mesmo em desvantagem no placar, durante o primeiro tempo, o Coritiba recuou excessivamente a bola, evitando jogadas de confronto direto e estilo vertical.

Logo, bastaria o sistema de marcação da Ponte não falhar para não correr risco, o que de fato ocorreu exceto em dois lances.

Primeiro em furada geral quando a bola se ofereceu ao volante Simião, dentro da área, e o chute foi na lua.

Depois quando Barcelos perdeu disputa pelo alto do lateral Leandro Silva, mas a cabeçada foi pra fora.

Afora isso, a Ponte soube se defender e criou magnífica troca de passes até que Roberto, na tentativa de finalização, foi travado aos 47 minutos do segundo tempo.

A inexpressividade do Coritiba ficou ainda mais evidente quando o imprudente volante João Vitor, da Ponte Preta, foi expulso por jogada violenta sobre Matheus Bueno, aos 13 minutos do segundo tempo.

Nem parecia que a Ponte passou a atuar com um homem a menos, pois o Coritiba não trabalhava a bola em velocidade.

Portanto, estratégia acertada de Kleina para que a Ponte não corresse risco, e tivesse chance de ampliar a vantagem, como de fato ocorreu.

CONTRA O AVAÍ

Certamente mesma estratégia será adotada diante do Avaí, principalmente se o adversário estiver na dependência de vitória.

O Fortaleza soube suportar a pressão do time catarinense no sábado passado. Resta saber se a Ponte também conseguirá.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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