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JUL
Erra quem critica Gilson Kleina por opções defensivas; era o que restava

Pelos comentários dos parceiros na coluna e nas rodinhas de futebol, prevaleceram críticas até ásperas ao comportamento do time da Ponte Preta, mesmo na vitória por 2 a 0 sobre o Atlético Paranaense.

O parceiro Clodoaldo da Vila Itapetininga, recém-chegado à nossa roda, assim opinou: “O time teve 20% de posse de bola 3 chutes a gol contra 19 do adversário. Uma retranca terrível. É chato acompanhar um futebol assim”.

Com base nos números citados, Eric AAPP reclama do treinador Gilson Kleina. “Ele deveria ousar mais, acreditar que tem time pra sair pro jogo em qualquer lugar”.

Evidente que o parceiro RMaia exagera quando inclui Maranhão entre aquilo que chama de cone, como Claudinho e Léo Arthur.

Claro que a proposta original da Ponte era tomar os devidos cuidados defensivos, sem que a orientação fosse ser acuada o tempo todo.

CLAUDINHO E LÉO ARTHUR

Como segurar a bola no campo ofensivo com Claudinho, capaz de perder todas as tentativas de jogadas pessoais?

E não é de hoje. Logo, sequer para a reserva deveria ser relacionado. Ponte com um a menos.

Como esperar sentido de organização de jogadas com o meia Léo Arthur?

Aquele golzinho contra o Coritiba serviu para iludir muita gente, mas aqui não, José. Ponte com dois a menos.

Maranhão é jogador de velocidade e precisa ser abastecido em condições de dar continuidade às jogadas. Como isso não ocorreu, sucumbiu.

E Lucca só não desapareceu por completo porque sabe buscar bola e encontrar espaço pra tentar jogar.

Aí você avalia a prioridade dos laterais Jefferson e Danilo Marcelos de apenas marcar, porque o Atlético parecia um trator pelos lados do campo.

Eu pergunto: quem sobrou pra jogar, pra qualificar o toque de bola no time pontepretano?

Naquele contexto, o time só deu uma respiradinha em parte do segundo tempo com melhora no rendimento do volante Élton e raras tentativas do meia Renato Cajá, ainda fora de forma, porém decisivo naquela circunstância.

GÍLSON KLEINA

Vejo críticas duras ao treinador Gílson Kleina porque se preocupou em fechar espaços com mais volantes e zagueiros, com citações que assim teria atraído o Atlético Paranaense em cima da Ponte.

Calma, gente! Futebol não se tem leitura padronizada. Cada caso é um caso.

De que adiantaria se na saída de Maranhão a opção fosse por um atacante? Quem você colocaria no lugar dele? Quem?

No máximo você indicaria a polivalência de Nino Paraíba, que naquela circunstância, e no frigir dos ovos, seria mais um defensor. No mais seria pura balela.

Quem você colocaria quando Léo Arthur, que foi sacado?

Um meia ofensivo? Um atacante?

Diga quem?

Prudentemente Kleina tentou fechar os espaços das seguidas descidas do lateral Cascardo com a entrada do volante Jadson, que, a bem da verdade, também atacou e sofreu pênalti.

Não recrimine a entrada do zagueiro Kadu naquela circunstância, no lugar de Maranhão. Ou você teria preferência pela entrada de Negueba?

Sabe daquele dito que água mole em pedra dura tanto bate até que fura?

Pois a sorte estava lançada com aquele bombardeio atleticano. E para que a Ponte tivesse um pouco mais de segurança sobre as inevitáveis falhas do zagueiro Rodrigo, nada melhor, naquela ocasião, que o time contar com mais um rebatedor, e seja o que Deus quiser.

Portanto, caro pontepretano, não entre naquele chavão de supostos entendidos do futebol que Kleina trouxe o Atlético pra cima da Ponte.

Com um monte de beques ou opção de atacantes, a Ponte tomaria sufoco de qualquer maneira. Muito mais se a troca fosse de atacante por atacante, que a exemplo de Maranhão continuaria absorvidos pela marcação e não ajudaria defensivamente.

REORGANIZAÇÃO

Considere que a Ponte atravessa fase de tentativa de reorganização com aquilo que tem no elenco. Nesse cenário, a opção de se defender e jogar por uma bola para garantir a vitória foi válida.

Vejam que sou crítico de Kleina pela leitura nem sempre apurada de jogo. Todavia, não há porque contestá-lo nas mexidas, se bem que poderia ter escalado Cajá desde o início pelas circunstâncias da partida. Contestação sim pela insistência com Claudinho e Léo Arthur.

  • Samuel Carvalho
    26/07/2017 22:07

    Ola Ari e amigos leitores! Fazendo um paralelo a essência da materia, gostaria pontuar algumas questões... Primeiro, a torcida da Ponte Preta. É inegável notar a mudança de comportamento (e da maneira de se relacionar com o time) dessa torcida da Ponte do seculo XXI comparada ao do seculo XX. A primeira, construiu um estádio, lotava as arquibancadas - desde da época que a Ponte jogava na Mogiana - e em todo interior do estado e capital.

  • Samuel Carvalho
    26/07/2017 22:06

    E não se engane de pensar que isso ocorria em virtude da Ponte ter um super time... O time, era reflexo da energia da torcida. Com muita entrega e raça e suor. Hoje, vejo uma torcida modinha, que só comparece em jogos de finais, que corneta o time desde do primeiro passe errado, que exige titulos de expressão para que a Ponte Preta justifique que é merecedora de seu apoio. Caso contrario, é abandonada. Esse tipo de torcedor, os "simpatizantes" se multiplicam nas redes sociais.

  • Samuel Carvalho
    26/07/2017 22:06

    Tecem comentários sobre a diretoria, comissão tecnica e jogadores com muita propriedade - cabeça deles claro - pois é gritante ignorância que esta incrustada em suas opiniões. Gostem ou não, essa diretoria da situação tirou a Ponte do ostracismo, profissionalizou o clube em todas as áreas, equilibrou as finanças, implantou um modelo de gestão empresarial. Temos uma das menores folhas salarial da serie A e temos o melhor aproveitamento de orçamento x ponto conquistado.

  • Samuel Carvalho
    26/07/2017 22:05

    Um claro indicador que, no balanço geral, Diretoria, Comissão Técnica e Jogadores fazem um ótimo trabalho desde do retorno da Ponte na Serie A. Tudo isso é simplismente ignorado pela torcida. É mais facil culpar a instituição pelo insucesso do que a si próprio. Sim, a culpa da Ponte não ser ainda maior é da torcida! Temos o programa de socio torcedor mais barato do Brasil e se lotasse o Majestoso todo jogo teriamos mais verba para investir no futebol.

  • Samuel Carvalho
    26/07/2017 22:04

    Antes, quando algum torcedor de outro time vinha zoar um Pontepretano por não ter titulos as resposta do Pontepretano era: "Não precisamos de titulos! Se ganhar perde a graça!"

  • Samuel Carvalho
    26/07/2017 22:04

    Sim, é um exagero, mas exigir um titulo é errado. Temos que exigir Raça, Entrega, Suor, Dedicação dos jogadores. E da diretoria, temos que exigir Transparência, Inovação, Padronização, Investimento na Base! Da comissão, Padrão de jogo, compactação entre as linhas, jogadas ensaiadas, manutenção da posse de bola

  • TIO LEI
    25/07/2017 23:18

    Será que entenderam por que chamo "alguns" pseudo jornalistas de jornaleiros? É por que estes "jornalistas" só sabem receber a "notícia" pronta para estampar aos leitores.

  • luiz felicio
    25/07/2017 18:17

    a solução para alguns problemas de elenco na ponte esta na base é só ter coragem de por pra jogar e deixar de lado alguns refugos que vieram só pra atrapalhar.

  • RMaia
    25/07/2017 18:16

    Ari, quanto a forma física do Cajá caberia a um destemido repórter fazer esta pergunta para o treinador / comissão técnica, mas como a maioria dos ditos setoristas só faz pergunta água de salsicha pra não melindrar o entrevistado, creio eu que não saberemos de verdade o que acontece com o atleta, no meu entender ele tá "dormindo" em cima do contrato. Hoje o Matheus Jesus desceu o porrete na diretoria da Ponte na sua apresentação no Santos.

  • marcelo
    25/07/2017 18:16

    me desculpem, mas....tomar aquele sufoco do atletico, e numa unica jogada ganhar o jogo. valem os 3 pontos, porem, alguem ve futuro? alguem ve perspectiva? dai os estudiosos do esporte, pedem pra torcida comparecer.... sem chance. tecnico retranqueiro...entra com 4 volantes, ainda durante o jogo, tira um meia e coloca um zagueiro boa sorte

  • RMaia
    25/07/2017 18:15

    Ari, se a proposta do Kleina era defender, porque escalar o lateral Danilo Barcelos? O forte dele é o ataque e não a defesa, em pouco tempo o pessoal do Atlético percebeu a sua fragilidade e partiram pra cima. Time que treina mal joga mal, chamei de cone Maranhão, Léo Arthur e Claudinho porque eles não estavam preparados para o esquema defensivo proposto, não conseguiram cadenciar o jogo e muito menos compactar o meio de campo com a defesa e por isso se tornaram inúteis em campo.

  • MARCIAO P/ TIO LEI
    25/07/2017 13:22

    Valeu , Tio Lei, vejo que você é um cara bem inteligente !!! Entendi muito bem tudo que escreveu. Vamos lá , jamais abandonar nossa Macaca querida !!! Um grande abraço a você e a toda nação Pontepretana !!!

  • DE ARI PARA AORIM (1)
    25/07/2017 13:21

    Então, Amorim, o problema é a falta da real informação. Por que o Cajá não entra em forma? É bananeira que já deu cacho aos 32 anos de idade? Por que não consegue se condicionar fisicamente? Problema de relacionamento no grupo ou com o treinador? Não tá nem aí? Tem algum problema particular?...

  • DE ARI PARA AMORIM (2)
    25/07/2017 13:18

    ... Cruz credo, Amorim. São perguntas que a nossa ESPERTÍSSIMA reportagem esportiva não consegue responder, mesmo estando no dia a dia do clube. No meu tempo, ouvinte e leitor saberiam rapidinho de tudo. Assim, a gente fica aqui ‘viajando na maionese’ sem detectar o real motivo de um jogador tão qualificado não entrar em forma

  • Amorim
    25/07/2017 13:11

    Ari você se lembra sobre que escrevi na contratação do R. Cajá ? já estamos entrando em agosto , e vc diz que o Cajá está fora de forma fisica ? quem já chutou uma bola como nos sabe o que estou falando.

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JUL
Aranha foi o senhor da vitória da Ponte e Kleina corrige erros conceituais

Dois registros neste domingo de 23 de julho: a morte do ex-goleiro Waldir Peres e os 13 anos da morte do treinador Zé Duarte. Para esta segunda-feira vou recapitular colunas sobre ambos em Cadê Você e Memórias do Futebol.

Se o treinador da Ponte Preta Gilson Kleina programou mal a Ponte Preta desde os treinos pré-jogo até o primeiro tempo da partida contra o Atlético Paranaense, reconheçamos que se redimiu a partir do intervalo com trocas providenciais, mesmo que extremamente defensivas.

Todavia, para a Ponte sair vencedora desse confronto por 2 a 0, na noite deste domingo na Baixada da Arena, em Curitiba, contou com o goleiro Aranha como verdadeira muralha, praticando notáveis defesas.

Alô parceiros Tio Lei e Rodrigo U., que se dispuseram a comentar tema de coluna anterior, quando dissertei sobre a importância do meia Renato Cajá especificamente para este jogo.

Enquanto democraticamente Rodrigo preferiu postura conservadora sobre time que ganha não se mexe, Tio Lei comungou de minha linha de raciocínio de que a entrada de Cajá poderia permitir que colocasse Maranhão ou Lucca na cara do gol, visto que o modelo tático suicida do Atlético implica, em ocasiões, dos zagueiros Paulo André e Thiago Heleno ficarem de mano com atacantes adversários e, lentos, seriam batidos.

ENFIADA DE CAJÁ

Caçapa cantada e Cajá, que entrou após o intervalo, enfiou uma bola bem ao seu estilo para a corrida de Lucca, que, rápido, deixou Thiago Heleno com o calção sujo no drible. Aí a Ponte foi pra rede: 1 a 0 aos seis minutos.

Imaginem se Kleina tivesse planejado a entrada de Cajá desde o início e trabalhado jogadas para que atacantes da Ponte ficassem de mano com zagueiros do Furacão?

Parece que Kleina não assistiu à partida do Furacão contra o Botafogo, quinta-feira passada, quando o desenho tático ficou bem definido.

Enfim, tem-se que reconhecer os acertos do treinador até quando a Ponte terminou a partida com seis defensores, três meio-campistas e apenas um atacante, caso de Lucca.

Estava claro a partir da segunda metade do segundo tempo que a Ponte não tinha material humano para prender a bola no ataque. Claro também que o Atlético intensificaria a pressão, e que o risco de a instável zaga pontepretana falhar era real.

Assim, Naldo se transformou no terceiro zagueiro e Kadu no quarto, além dos laterais Jefferson e Danilo Barcelos que se limitaram a se defender.

ARANHA

Toda aquela barreira humana para sustentar a vantagem iria por água abaixo se o goleiro Aranha não praticasse quatro defesas de destaque, a começar com Matheus Anjos, seguido por Eduardo Silva e, por fim, mais duas vezes em finalizações de Felipe Gedoz.

Afora isso, Paulo André desperdiçou chance ao chutar fraco para defesa de Aranha e providencial interceptação do lateral Jefferson em lance que o atacante Ribamar estava aproveitando falha clamorosa do zagueiro Rodrigo, na tentativa de antecipação.

Se já está mais de que provado que o atacante Claudinho pouco ou nada acrescenta, por que escalá-lo? Por que insistir com a instabilidade do meia Léo Arthur?

De qualquer forma, Kleina resolveu sacá-los e houve ganho com aqueles que os substituíram, caso de Cajá e Jadson, este com vitalidade para também arriscar jogadas de ataque, uma delas quando sofreu o pênalti aos 49 minutos, convertido por Lucca.

CASCARDO E SIDCLEY

Assim, viu-se ao longo da partida o Atlético atacar sistematicamente com seus laterais Gustavo Cascardo e Sidcley, com volantes de postura avançada, mas falta de criatividade para organizar jogadas de gol. Mesmo assim, as melhores chances foram dele.

Da Ponte que não fez absolutamente nada ofensivamente no primeiro tempo, pelo menos alguns lampejos após o intervalo. Afora os dois gols, em outra jogada lúcida de Cajá, seu companheiro Lucca se equivocou na tentativa de passe para Jadson, quando poderia ter insistido na jogada e completado o lance.

  • MARCIAO
    25/07/2017 02:10

    Claro que queria um time melhor , brigando lá em cima na tabela . Mas sei que não vai acontecer. Falei aquilo (que estava tudo bem ) p/ ver se alguém apontava mais alguns defeitos no nosso time .Nem Libertadores acredito, apenas Sul Americana. Amigo, Amo nossa Macaca !!! Acompanho tudo sobre ela , mas perdi o tesao no tao sonhado titulo .Espero que eu esteja errado. Um Abraço !!! MACACA QUERIDA.

  • TIO LEI (3)
    25/07/2017 02:08

    ...tem que ser responsabilizado sim. Sua submissão, sua passividade faz com que tenhamos jogadores não "meia boca", mas "um quarto de boca", se é que podemos assim dizer. Ora, se não possuímos jogadores certos para as posições certas, se nosso elenco está recheado de jogador cuja qualidade é questionável, então só se pode armar o time é na RETRANCA MESMO. O famoso "jogar por uma bola", e qual torcedor quer ver seu time jogando um campeonato INTEIRO num esquema onde nada muda?

  • TIO LEI (4)
    25/07/2017 02:08

    ...Então. Se por um lado ele peca pela omissão nos bastidores, não se faz ouvir, e aceita passivamente o que o GB lhe dá, por outro, a única alternativa que lhe resta é essa mesmo de jogar na base do NOVE ATRÁS E UM RECUADO. Mas que ao menos, ele coloque em campo ONZE jogadores que estejam dispostos a jogar, e não jogador que se esconde, ou que não consiga dar prosseguimento em uma única jogada. Aí, é como você disse, estamos entrando em campo com 10 ou até 9 jogadores.

  • MARCIAO P/ TIO LEI
    25/07/2017 02:07

    Amigo Tio Lei, eu sei muito bem que os problemas não acabaram. é que sou realista . Sou Pontepretano igual a você a mais de trinta anos, e sei muito bem que nosso objetivo numa Serie A de Brasileiro é e sempre será p/ apenas não cair , manutenção. Não adianta iludir a torcida c/ titulo no Brasileiro que e´balela. Entao , ( falo ate´c/ tristeza ) mas estou sendo verdadeiro, p/ mim tá bom demais ficar no meio da tabela. .

  • DE ARI PARA MOACIR
    24/07/2017 21:13

    Prezado Moacir, o caso Cajá é um enigma. Por que não consegue entrar em forma ou já deu aquilo que tinha que dar na bola? Treina como os demais? Tem algum problema pessoal? Não está se relacionando bem com o grupo e comissão técnica? São perguntas que no meu tempo de repórter tinham respostas. Hoje, a 'reportaiada' já não exerce o papel de agente do torcedor, como antigamente.

  • Moacir para Ari
    24/07/2017 19:44

    Ari, você que é mais vivido no meio boleiro, explica essa. Todos viram Cajá tentar bater o penalti e Rodrigo o impedir. O que eu não tinha visto está no fim dos melhores momentos (aqui na pág no FI). Depois do gol, Cajá deu aquele chute de alegria para estufar as redes e ia para a comemoração do gol. Aí Rodrigo foi até ele para comemorarem juntos e Cajá o afasta aparentemente com raiva e desiste de comemorar. Será que há algo mais? Uma disputa para ser líder do elenco?

  • Eric AAPP
    24/07/2017 19:43

    A Ponte têm a terceira melhor campanha % como mandante, mas a terceira pior campanha % como visitante. Questão de postura, atitude, confiança! Gilson Kleina deveria ousar mais, acreditar que tem time pra sair pro jogo em qualquer lugar. Basta treinar o time pra jogar longe de casa como se fosse no Majestoso (ao menos contra os times médios).

  • TIO LEI (1)
    24/07/2017 19:42

    O que uma ou duas vitorias não fazem, não é mesmo? Passamo o maior sufoco, mas como vencemos, está tudo muito bem, está tudo muito bom. O trabalho esta sendo bem feito, o técnico ENFIM encontrou o time ideal, as contratações ESTÃO CORRESPONDENDO,, ha quem diga que temos time até para "ir pras cabeças" tanto na Sula como no Brasileirão. Nosso(?) diretor, "lamenta" que una de suas "jóias" NÃO PODE SER CONTRATADO, será que ele não sabia de antemão? Isso foi só para "esfriar"...

  • TIO LEI (2)
    24/07/2017 19:41

    ...o assunto, haja visto que conseguimos DUAS VITÓRIAS, uma com goleada, a outra em campo do adversário, temos o artilheiro da competição. O tal de J. Roberto estava treinando no clube já faziam DUAS SEMANAS, foi só engatilharmos essas DUAS VITÓRIAS, para descobrirem que não podiam contrata-lo? Meio surreal isso, não? Teremos que amargar mais uns três resultados negativos, para dizerem que estão se mexendo? Para "aparecer do nada" novos nomes?...

  • TIO LEI (3)
    24/07/2017 19:40

    ...Precisarão de mais três resultados negativos, para dizer que já tem dois ou três nomes que estão sendo monitorados? Torcemos pelas vitórias sim, independente de quem seja o jogador que esteja jogando, Porem existem vitórias que servem apenas para esconder os problemas, jogar a sujeira por debaixo do tapete, e o que é pior, ainda tem torcedor que cai na conversa dessa diretorzada amadora.Como diz meu neto...épácabá memo.

  • João da Teixeira
    24/07/2017 19:39

    No Brasil aparece safado em todas instituições e a CBF não poderia ficar de fora. O MP pegou uma assembleia geral realizada em março/17 na CBF, que trataria de coisas administrativas, por isso os representantes dos times não foram convocados, como previsto na Lei Pelé. Mas entrou na pauta uma mudança no estatuto que afetaria diretamente o processo eleitoral da CBF, diminuindo o poder dos clubes e aumentando o das federações.Os ratos estão loucos para deitar e rolar no esgoto.

  • Tony
    24/07/2017 19:34

    ataque de risos - leo Artur, Claudinho e Maranhão. Ainda tem o Negueba! Fim do mundo....

  • Barba
    24/07/2017 19:34

    Kleyna deve ser louco! entrar com os 2 meninos do Corinthians (Leo Artur e Claudinho) e ainda com o fraco ponta direita ex Flu. Acertou rapido ao mexer nas 3 peças.... Senão perdia o jogo e perdia o emprego....

  • TIO LEI
    24/07/2017 19:33

    Isso não é perseguição, isso é constatação.A menos que eles estejam vivendo uma terrível fase negativa, Claudinho e Leo Artur não reúnem condições para as disputas de uma competição desta envergadura.; Tambem não me agradou o futebol apresentado pelo Maranhão. O tal Luiz Ali se for banco do Maranhão, isso já diz muita coisa de como deve ser seu futebol. Será que GB acredita que esses dois "atacantes" bastam: Ou ele esta esperando por novos resultados negativos para se mexer?

  • João da Teixeira
    24/07/2017 13:52

    Para bom entendedor, pingo é letra. É lógico que o finado Mario Sergio falou de ir embora para o vestiário, se é que falou, como força de expressão. Assim como falei em enchimento, também como força de expressão. Ninguém joga com 3 jogadores em campo, o mínimo é de 8 jogadores. Quem jogou nessa partida e que fez a diferença. Não podemos tapar o sol com a peneira, se não, tomaremos mais uma esfrega, como foi contra o Bahia. O Flu vem aí, não jogue bem para ver o que acontece...

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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