17
MAR
Federação tem opção de janelas na primeira quinzena de abril para jogos atrasados

Será que esta ameaça da FPF (Federação Paulista de Futebol) de buscar respaldo na Justiça, para manutenção de jogos do Paulistão, vai resultar em algo prático?

Até a noite desta quarta-feira nada.

Muito menos pode se prever a possibilidade de remanejamento dos jogos para o Distrito Federal e em Estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O custo para a tal logística é alto.

Quem pagaria a conta? A FPF bancaria despesas aéreas, transporte terrestre e hotel?

Clubes estão caçando cão a grito.

Além de não terem receitas de bilheteria, arcam com despesas de ambulância, brigada de incêndio, controle de doping, quadro móvel dos clubes, segurança privada e alimentação de pessoal.

Observem que para entrar em campo contra o São Bento, sábado passado, o Guarani teve uma despesa pouco superior a R$ 9.900. E seria bem maior se tivesse que pagar taxa de arbitragem e VAR, assumidos pela FPF

JANELAS EM ABRIL

Já que governo do Estado de São Paulo e Ministério Público estadual ignoraram protocolo de saúde executado pelos clubes no Paulistão, havia restado a expectativa de transferência de jogos para o Sul de Minas Gerais, mas o colapso na Saúde daquele Estado também implicou em fechamento geral.

Diante do cenário, o jeito é a FPF admitir a paralisação até o dia 30 deste mês e programar essas rodadas em atraso para os dias 7 e 14 de abril, quando não há jogos previstos no Paulistão.

Sim, alguns clubes podem ter agenda conflitando com a Copa do Brasil, mas aí cabe à CBF fazer remanejamento, ou então se programar aperto no calendário, com intervalo inferior a 66 horas de uma partida para outra.

CADÊ VOCÊ E MEMÓRIAS

Colunas que contam histórias do passado estão atualizadas em áudio.

Histórias sobre o saudoso Manoel Peçanha, o Lelé, são mostradas quer em Memória do Futebol, quer em Cadê Você, esta com versão doméstica sobre passagem dele pela Ponte Preta e cidade de Campinas

Ainda em Memórias do Futebol, abordagem sobre os 51 anos de idade do zagueiro Júnior Baiano e as suas histórias, com várias encrencas.

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15
MAR
Novo executivo de futebol da Ponte está aí. E agora?

Jornalistas ou radialistas que tentam persuadir interlocutores sobre a validade ou não da paralisação do futebol no Estado de São Paulo, tenho repetido que torcedores já formalizaram as suas respectivas opiniões, e de nós aguardam recentes informações de clubes e conteúdos que os fazem repensar sobre bola rolando.

Dito isso, passemos para a próxima.

A propósito do comentário postado pelo parceiro Tio Lei sobre Alarcon Pecheco, executivo de futebol que chegou à Ponte Preta para substituir Alex Brasil, inicialmente gostaria de saber qual a real atribuição de um profissional desta área?

Seria alguém com jogo de cintura, para ser ativo e evitar dribles de empresários do ramo?

Ter alcance internacional para negociações de jogadores da casa?

Discernimento para avaliar o jogador grosso daquele que conhece a 'mortadela', pra não incorrer em erros crassos de contratações?

Um sujeito que não se deixa enganar quando a bola rola, e questiona duramente treinadores quando necessário?

ELOGIOS

Leio e ouço rasgados elogios ao profissional Alarcon Pacheco da 'thiurminha' daqui, como se conhecesse a fundo o trabalho dele.

Como já disse 'centas' vezes que não opino por 'ouvi dizê', irremediavelmente tenho que ser 'mureta' e dar o tempo ao tempo pra evitar análise precipitada sobre o profissional.

Até recentemente ele esteve no Vitória (BA), que participou do último Campeonato Brasileiro da Série B.

Aí resta saber se teve participação decisiva na montagem do elenco, que realizou campanha com risco de rebaixamento?

Se sim, claro que o cartão de visita não seria recomendável.

CARNEIRO CENTRALIZADOR

Como é sabido, Paulo Carneiro, presidente daquele clube baiano, é centralizador.

Logo, há subserviência daqueles que estão ao seu redor.

Aí não se sabe até aonde Pacheco teve liberdade absoluta para colocar os seus conceitos em prática.

Cá pra nós: nas publicações digitais só se vê a foto do executivo com rosto escondido, num baita 'ray ban'. E que pose hein!

CURRÍCULO

Gente, o futebol atravessa novos tempos. E, por mais paradoxo que pareça, nem sempre nos demos conta disso.

Tio Lei, sabe como a Ponte Preta se programou para contratação do executivo de futebol?

Informa-me o jornalista Elias Aredes Júnior que os pleiteantes à vaga enviaram currículos.

Sim, currículos.

Aí, após devidamente examinados, o escolhido se submeteu à entrevista.

Como teria sido sabatinado o candidato?

Eis aí um jeito moderno de se fazer futebol, como se clube fosse departamento especializado de estabelecimento comercial ou industrial.

Durma-se com um barulho desse!

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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