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JUL
Ponte encara Sol de América mano a mano e se prevalece no Paraguai

Prevaleceu a melhor condição técnica da Ponte Preta sobre o Sol de América do Paraguai, na vitória por 3 a 1 pela Sul-Americana, na noite desta quarta-feira.

Desta vez a orientação do treinador Gílson Kleina, da Ponte Preta, foi correta ao soltar o time pra jogar de igual por igual, mesmo sabendo que o time paraguaio sairia pro jogo em busca da vitória.

Quando se avalia melhor qualidade de um time, não há motivo para se resguardar e optar exclusivamente pelo contra-ataque.

E porque quis atacar desde o início, a Ponte chegou ao gol aos oito minutos, paradoxalmente com dois volantes na área adversária para conclusão de cruzamento do atacante Sheik. Élton tocou e Jadson completou.

EMPATE

Apesar do natural volume de jogo do Sol de América em busca do empate, o embaraço defensivo dos pontepretanos consistia na insistência de jogadas em cima de Jefferson, novamente improvisado na lateral-esquerda.

Ora Jefferson levava desvantagem no confronto direto com o atacante Martin Guiménez, ora com Javier Rojas que caía por ali.

A vulnerabilidade do setor foi corrigida no segundo tempo com aproximação do volante Naldo para a cobertura, e aí a Ponte correu pouco risco defensivo naquele período.

Já no primeiro tempo, aos trancos e barrancos, o Sol da América empatou aos onze minutos através de Javier Toledo e o goleiro Aranha praticou defesa difícil em chute de Aldo Vera.

TOQUE DE BOLA E GOL

Tocando a bola e encontrando espaços na defensiva adversária, a Ponte já poderia ter desempatado a partida se Emerson Sheik não perdesse gol que habitualmente não perde, ao bater de primeira na bola em cruzamento de Jadson.

Como o gol pontepretano estava maduro, ocorreu em troca de passes nas imediações da área adversária através de Sheik, Élton e a certeira finalização de Lucca, aos 46 minutos.

Já não havia risco de perda de classificação para a Ponte, que ficou consolidada quando ingenuamente Nicolás Arrechea foi pra disputa de bola com Sheik de braços abertos e cometeu pênalti, convertido por Lucca aos oito minutos do segundo tempo.

ÉLTON

Como o jogo continuou lá e cá, faltou ao volante Élton dar uma cavadinha quando ficou cara a cara com o goleiro Agostin. Chutou a bola no peito dele e desperdiçou chance cristalina, enquanto o Sol de América só ameaçou em duas falhas defensivas da Ponte.

Primeiro quando Nino Paraíba se precipitou ao cometeu pênalti sobre Tomás Rojas, que Aranha defendeu. Depois quando Vigo aproveitou descuido do zagueiro Rodrigo pra chutar rente a trave.

Apesar da marcação afrouxada do adversário, o meia pontepretano Renato Cajá foi mais participativo, faltando, ainda, obstinação pra jogadas mais agudas na área adversária.

Outra vez atuação soberba de Sheik, barrado apenas na violência pelos adversários.

  • Mar
    29/07/2017 15:01

    Joao Teixeira , a maior mala do site Futebol Interior... vai para rodoviaria pegar mala Joao!!! rsss

  • Eric AAPP (para o João da Teixeira)
    28/07/2017 19:17

    Entende-se claramente sua posição, e cansaço após tantas decepções. Mas parece que passou de "torcedor" para "estrangulador" com tanto pessimismo e críticas destrutivas. Cornetar é uma opção válida aos que escolheram isso, claro, mas então acho que perdem o direito de vir comemorar os sucessos. Não adianta argumentar que os sucessos advém das críticas dos corneteiros, pois essas só tiram a auto confiança dos jogadores.

  • Paulo Sergio
    28/07/2017 19:16

    KKKKKKK...Caro João da Teixeira, acho que você tá perturbado, procure um pai de santo e tira esse encosto que está em você, meu amigo. Cada hora você fala uma coisa!! Agora tá falando até em deixar de torcer pra Ponte!! João, eu estou no segundo casamento, quando o primeiro não deu mais, a fila andou, foi melhor pra mim e melhor pra ex então na fique sofrendo com a Ponte não, troque de time e seja feliz, entendeu?

  • João da Teixeira
    28/07/2017 10:28

    Pessoal, tenho pelo menos 50 anos de torcer para a Ponte. Até os 12 anos, não é que torcia para o Santos, eu era Pelezista. Então meus amigos, estou de saco cheio de torcer por torcer para a Ponte. Para mim ou ela se firma como time de cidade grande, interessado em ganhar alguma coisa ou vai levar minha crítica sim. Como falei, se vcs. estão contentes com o que estão vendo, então continuem com os seus próximos anos de vida nesse marasmo futebolístico... cont.

  • João da Teixeira
    28/07/2017 10:28

    cont. Já falei aqui que não escrevo para agradar gregos ou troianos, escrevo o que enxergo e tem gente aqui que não sabe que time torço, porque vez por outra elogios times, teoricamente adversários. Se vcs. só querem ouvir coisas boas, vão nas reuniões do CD da Ponte. Só vão ouvir coisas boas, já que lá é uma "igrejinha" de aficionados como vcs., amém! Vou conturbar mais ainda! Do jeito que vai indo, não vai ter derby. Vcs. entenderam o porquê das críticas?

  • João da Teixeira
    28/07/2017 10:28

    Vamos falar do último jog que acredito que vcs. assistiram, não foi Premiere. É normal uma defesa responsável tomar aquele gol do Sol. Vcs. viram o lance? É normal o Aranha ser exigido daquele maneira por um ataque de risos do Sol? É normal o Nino Paraíba fazer aquele penal no atacante do Sol com o outro zagueiro da Ponte na cobertura? É normal o ataque pontepretano ser tão disperso? Respondam essas perguntas e tentem ficar felizes com o NOSSO time! Vcs. entenderam ou desenho?

  • João da Teixeira
    28/07/2017 10:27

    Elton foi o melhor em campo, mas perdeu um gol cara a cara, com tempo de pensar o que iria fazer no momento. Chance de fazer até o que o Ari falou no post, dar uma cavadinha. Ele perdeu, ele perdeu, conseguiu perder. Só por isso não posso dizer que foi o melhor em campo. Ele foi igual ao "moleque", no jogo em Pernambuco, na última rodada da Série B, onde a Ponte poderia ter sido campeã e acabou enfiando no rabo a oportunidade. Entenderam ou desenho?

  • João da Teixeira
    28/07/2017 10:27

    É por essas e outras que vou cobrar de quem fica o dia inteiro com a bola nos pés e não consegue enfrentar um goleiro, bater uma falta, cruzar uma bola, bater um escanteio etc. São coisas básicas para um profissional. Não são profissionais? Veja Cristiano Ronaldo, ele é tão bom assim só por causa do dom? Podem ter certeza que ele treina e muito, por isso ganha bem e ganhou bolas de ouro. Continuem batendo palmas para esses jogadores meia boca que vcs. idolatram...

  • Mar
    27/07/2017 23:41

    João Teixeira , vai pegar as notícia da revista Veja e nos sobre políticas. ..deixa a Ponte um pouco de lado.

  • João da Teixeira
    27/07/2017 22:09

    Não entendo nada de futebol, nem de tática, so quero que o meu time jogue futebol. Vcs viram futebol ontem na Ponte? A referência vai ser o Flu sim. Babaca são vcs batendo palmas sem ver futebol bem jogado. Quem é Sol de América? Vamos pegar o Sport e o Arsenal Sarandi é pouco melhor que o Sol. E aí? Foi melhor ou pior ser o Sport? Ruim porque era Argentino? Sport vai ser complicado...

  • Cabeça
    27/07/2017 22:08

    Elton foi o melhor em campo

  • JP
    27/07/2017 22:08

    Concordo com o colega "mar". Quando a Ponte ganha, parte da torcida e imprensa , falam que foi o adversário que perdeu! Aquele ditado do copo sempre meio vazio, e nunca meio cheio! Agora, o cara ter a coragem cornetar a atuação do Helton ontem, de duas uma: Ou não sabe absolutamente nada de futebol, ou é idiota mesmo...

  • Paulo Sergio
    27/07/2017 22:07

    Uma coisa é criticar em cima de fatos como por exemplo faz Tio Lei e outros aqui, com coerência, lógica e inteligência ou seja, a chamada crítica construtiva, querendo o melhor para o time. Outra coisa é CORNETAR, TROMBETAR como faz João da Teixeira, pra ele nunca nada tá bom, e se não tem motivo ele arruma, corneta até o Guarani, JAMAIS enxerga algo bom no seu time, aliás ninguém sabe para que time esse cara torce!! Desculpe João, mas você é de lascar, viu!!

  • DE ARI PARA SAMUEL (1)
    27/07/2017 22:06

    Prezado Samuel, pertinente a sua observação com avanços por vezes desnecessários de volantes, principalmente Élton que tinha atribuição de marcar pelo lado esquerdo. Ele deveria ter percepção que precisaria ser coadjuvante do lateral Jefferson na marcação, quando o time paraguaio insistiu em jogadas por ali...

  • DE ARI PARA SAMUEL (2)
    27/07/2017 22:03

    ... No intervalo, foi necessário o treinador Gílson Kleina posicionar Naldo para a tal cobertura e o setor ficou ajustado. Aí houve risco de se cobrir um santo e descobrir outro. E se o adversário tivesse mais qualidade para trabalhar a bola por dentro, com Naldo deslocado no lado esquerdo? Élton precisa dimensionar melhor as subidas ao ataque.

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JUL
Convém lembrar que além de treinador, Vadão exerce papel de psicólogo no Guarani

Crítico de futebol se atém basicamente aos aspectos técnicos e táticos para avaliações de jogadores e membros de comissões técnicas. Logo, se espanta quando depara com posições diametralmente opostas de treinadores reconhecidamente capazes.

Desconsideramos que treinadores acrescentam como ferramenta de trabalho a psicologia. Quem vê o histórico do treinador Oswaldo Alvarez, o Vadão, do Guarani, por vezes se esquece que absorveu muito da sabedoria do psicólogo João Serapião e a incorpora em sua metodologia de trabalho.

Para que o atleta titular compre a ideia de que é valorizado no dia a dia, lhe dá todas as oportunidades possíveis e imagináveis, até o dia em que discretamente o retira da equipe, sem que isso provoque abatimento. Assim, o atleta trabalha com naturalidade aguardando a reconvocação pra jogar.

Se quisesse, já poderia ter sacado o goleiro Leandro Santos, mas deu-lhe moral em momentos difíceis e a recuperação foi sintomática. Quem pena com isso é o reserva Wagner, mais qualificado, todavia igualmente preparado para aguardar a vez sem alarde.

JUSSANI

Claro que Vadão detecta, como nós, limitações no zagueiro Jussani, mas anima-se com a liderança dele em campo e obstinação pelo trabalho.

Aí, sutilmente mudou o companheiro de Jussani na zaga. Em vez do vulnerável Genílson - que demorou pra sair - optou por Willian Rocha e Éwerton Páscoa, com melhor rendimento.

Evidente que não contava com o retorno tão rápido de Genílson à equipe, por lesões dos titulares. Aí, não há psicologia que dê jeito. Só entregando pra Deus.

Não se pode afirmar que o lateral-esquerdo Salomão estivesse comprometendo, mas não tem poder de fogo pra atacar e ainda é inexperiente.

Sem alarde, Vadão trabalhou o retorno de Gílton à posição, e crê que a sequência de jogos possa evidenciar evolução.

BRUNO NAZÁRIO

Profissional rodado no futebol, e sobretudo mestrado em educação física, é óbvio que Vadão sabe que no futebol competitivo da atualidade já não há espaço pra jogador perna travada como o meia Fumagalli.

Sabe, mas a psicologia lhe ensinou o risco de remar contra a maré. Como afastar atleta ainda idolatrado pela torcida e com respaldo significativo na mídia local?

Logo, dá uma disfarçada escalando-o preferencialmente nos jogos em Campinas, quando saca-o antes da metade do segundo tempo.

A psicologia ensinou-lhe a driblar murmurinhos. Assim, enquanto o Guarani se mantiver em privilegiada situação no G4, nada será alterado.

Como Vadão não abre mão de time competitivo, com sabedoria convence o jovem meia Bruno Nazário pra fazer o vaivém incessante e ajudar na marcação. Tudo porque Fumagalli não tem perna pra se revezar com ele na recomposição.

Eis aí um dos motivos da perda de qualidade ofensiva da equipe. Nazário se desgasta na marcação porque não há Cristo que consiga fazer esse vaivém.

LUIZ FERNANDO E SAMUDIO

A ascendência absoluta de Vadão sequer dá brecha para ‘incendiozinho’ de descontentes.

Difícil imaginar que o meia Luiz Fernando intimamente não ficou desgostoso ao ser sacado do time após elogiada atuação contra o América Mineiro.

Importa é que estava com a cabeça feita pra não estrilar. Tem que se curvar à cadeira cativa do titular Fumagalli, mesmo com a constatação de que ele anda em campo.

Aí nem precisam lembrar o psicólogo Vadão sobre o cuidado para não desmotivar Luiz Fernando, fato natural quando claramente um jogador é injustiçado.

Só alguém com psicologia do futebol como Vadão pra projetar que era possível recuperar o aparentemente irrecuperável paraguaio Braiam Samudio.

Evidente que Vadão continuará sendo avaliado como técnico, mas não custa nada de vez em quando lembrarmos que também faz a vez de psicólogo. Logo, pode até ter algum desconto em certas situações.

  • Jose Roberto
    27/07/2017 15:54

    O escritor João da Teixeira, não assiste aos jogos do Guarani, qdo. passa sómente no Premiere, já percebi pelo seus comentarios. Emite opinião pelo que houve no radinho. Richarlison jogou muito bem, no último jogo CRB, anulando a principal jogada, que era com Ratinho pelo lado direito. João se atualize assistindo jogos e, não dando pitacos sem assisti-los. Limite-se ao seu time, que jogou contra um time ridículo, num estadio inferior ao do Mogiana.

  • João da Teixeira
    26/07/2017 22:12

    José Arnaldo no programa de esportes da Band do meio dia e meia, lembrou com propriedade que o Internacional RS vem vindo aí. Parece que aquela emperrada, aquela patinada e outros que tais, foram somente acidentes de percurso. O Inter vem aí e o bicho vai pegar. bom, como eu esperava, seriam 3 vagas em disputa, já que acredito que uma delas tem dono. E olha que tem todo o 2º turno pela frente. Londrina, sábado, é jogo de 6 pontos. Por sinal, a maioria dos jogos são de 6 pontos.

  • João da Teixeira
    26/07/2017 22:12

    Veja a tabela da série B, até o Paysandu com 20 pontos, que está na beira da degola, tem chances de se classificar no G4. É só ele aprumar. Querer é poder, não é? Do 4º colocado com 27 ao 10º com 23 pontos, mostram bem como estão as coisas. Até o final do campeonato a coisa promete ser um pega para capar desgraçado, uma briga de foice no escuro, alguém duvida? O bugre tem o Londrina aqui, depois o Luverdense, mamão com açúcar, mesmo sendo fora e o Saci Pererê de 2 pernas aqui

  • João da Teixeira 1
    26/07/2017 22:11

    Hoje, se a Ponte fizer chover, bye, bye, Sol de América. O problema é que a Ponte não faz chover há muito tempo. Está mais para a Ponte tomar uma insolação do que desaparecer com o Sol. O máximo que ela poderá fazer, é tapar o Sol com a peneira e olhe lá. Falando em Sol de América, que estádio horrível tem esse time. O campo do Mogiana dá de mil a zero nele. Pior que a Commebol não fala nada. Se fosse time do Brasil, teria que jogar em outro campo, mas como são da mesma língua,

  • João da Teixeira 2
    26/07/2017 22:11

    ..., mas como são da mesma língua, a Commebol aceita tudo, em se tratando de times dos países de língua espanhola. Gozado é que a CBF, como representante do futebol brasileiro, não fala nada, não exige nada. A CBF é ZEEEEERO! Fomos obrigados a jogar a Sulamericana com o Lanús no Pacaembu, porque nosso estádio não oferecia condições. E esse do Sol? Mais parece a Praça de Esportes do Parque Brasília.

  • José Roberto
    26/07/2017 22:10

    Caro Ari, concordo em parte com suas considerações. Vadão poderia ser um técnico nível A, pois conhece muito de bola, mas sua filosofia de trabalho como vc. descreveu acima,não bate com técnicos de sucesso e que conquistam títulos que é o objetivo final.Parece que tem um Rio/SP e um Campeonato Paranaense, muito pouco, pela sua qualidade, pois prima pela falta de coragem em colocar os melhores, em favor da média com o grupo. Não é vencedor e sim montador de times.

  • Profeta da Tribo
    26/07/2017 22:09

    Ari, a sua avaliação foi brilhante. O Vadão é um treinador de visão sistêmica: combina técnica, tática e psicológico como poucos. O meu único receio com o Vadão é o prazo de validade. Em 2009, conquistamos o acesso no Brasileiro e, em seguida, patinamos na A2 do Paulista. Em 2012, fomos vice-campões paulista e, logo depois, caímos no Brasileiro. Tudo isso com Vadão na maior parte do tempo. Espero que Vadão tenha melhorado nisso e faça um trabalho de longo prazo no Bugre.

  • RMaia
    26/07/2017 22:09

    Vadão, além de sua competência por tirar leite de pedra, está surfando numa maré de sorte, algo que outros treinadores não desfrutaram. O campeonato é o de mais baixo nível técnico dos últimos anos e a diretoria está pagando os salários em dia. Se este cenário vai se manter até o fim do campeonato não sabemos, mas com a gordura acumulada até agora diria que é suficiente para se manter na Série B, que é o objetivo principal do seu trabalho.

  • João da Teixeira
    26/07/2017 22:08

    Alguém acredita que o Richarlysson, se estivesse bem, estaria no Gfc? Eu nem pensar, ainda mais em se tratando de Richarlysson, portanto, Eugenio, achava que ele vinha para o Gfc para pegar cancha, mas pelo visto, ele veio ganhar uns trocos sem fazer muita força. Não sei se ele desiludiu do futebol, ou não gosta de jogar bola etc, ou talvez goste de curtir outras coisas. Por ele sair do futebol e ir tentar o voley, mostrou bem isso. Quem poderá dizer algo, é quem convive com ele

  • Roberto
    26/07/2017 22:04

    SEM DÚVIDA QUE O VADÃO EXERCE PAPEL FUNDAMENTAL NA ATUAL CAMPANHA DO BUGRE, SEM ELE ALÍAS ACHO QUE MUITOS JOGADORES QUE ESTÃO AI, NEM VIRIAM P GUARANI .

  • Eugenio
    26/07/2017 09:30

    Caro Ari, muito boa visao do momento atual do Guarani, importante é q parece q temos banco para compensar tantas lesoes e demoras nas inscricoes dos jogadores. Falando em Samudio, perdemos ele pra time da segunda divisao da Turquia. Faltou seu comentario sobre a performance do Richarlison, confesso q estou decepcionado, esperava mais dele.

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Jornalista esportivo há 40 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.

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